
Christian Dunker
Christian Dunker
Por que Lacan
porque vasca este canal y esta ha sido una sencilla en que evolucionó a este canal es la forma de transmitir los canales y formas información de los tics analistas a partir de principalmente de los porque la que en primer lugar porque la creación proyecto de un programa de introducir este canal y sino debatir con la ciencia el había percibido que frank y tras ese canal es persona inconsciente a partir de una matriz estimular esa matriz de entendimiento del quiero conocimiento pasado la biología traer a un neurólogo era un médico a cinco placas y por eso le pensaba fundamentación decir saber y de esa práctica o francés definirse canales como un metro en un campo de ciencias biológicas o la de fórmulas tienen canales de poder también se constituirá como ciencias el poder ser una ciencia del lenguaje a mitad de los retos a ser fundamentales y canales tenemos científicos están la lingüística está también en una ciencia que se apoyó una lingüística para pensar las formas simbólicas de antropología estructural de los registros a partir de los registros a riesgo de pensar parentesco los mitos las tracas económicas las tracas sociales como estructurados en el modo de drogas del lenguaje por eso lo que llega a ese enunciado muy consciente de que un concierto se estructura como un lenguaje porque la que porque los unos días lejanos responde la pregunta muy doblemente importante que hacía ya que también consciente de no verlo inconsciente obra cerebral mensual ya no encontró el día que estaba inconsciente alto inconsciente está en otro mundo él y debe ser una realidad debe ser así algo súper sensible no consiste en el lenguaje inconsciente se muestra para hacer es que fue lo más difícil de este dakar el lenguaje el lenguaje volví tentáculos de bobby enunciación hijos enunciados como forma manera como dividir el discurso y volvió tantas formas de ser importante relatividad que cada uno del lenguaje una manera específica propia y singular lenguaje joven lingua y volve a la libertad me han escrito de facto para todos los escriben porque es la clave ante una base canales y mostrando como como por ejemplo los síntomas no es necesariamente así un factor biológico el síntoma no es necesariamente un problema moral el síntoma no el mindes posición de voluntad cuanto más una incorrección mental o metafísica o síntoma de la estructura de su estructura de metáfora así como nos decir no estar escondido que estarían en otro en otro universo de ser tengo estructura de mentón ya elevar así por continuidad de ser transmitidos y transformando conforme el cienciano se fracasa en ser anunciado pronto porque el acá porque él nos permite repensar fundamentación así canales internos del lenguaje y más lógica que también el tipo de lenguaje pero que eso nos lleva a otra consideración su en su permite entender por qué funciona porque posible transformar síntomas hablando porque el analista gente no vas a hacer si sus corporales l el algunas cosas que la gente se escucha si eso por su eficacia si esto transforma nuestras relaciones y se transforma inclusive nuestras relaciones función síntomas es porque esos síntomas tienen alguna medida estructuras lenguaje que son afectadas por la lenguaje que son compuestos para igualar el mejor a una argumentación relativamente simples mostrado para acreditar unicornios para desde el inconsciente está ahí guardada mental aspectos de mi infancia como estas vivencias infectados normalidad busco más como yo tenía vida en el que su movimiento totalmente la transformación acontece porque hemos de decir cosas que estamos en otro mundo más porque no se integra articula simboliza agentes se describe a elementos que sean componentes de nuestros nuevos sufre porque la que porque le mostró el presente como en su función en el evento hipótesis haciéndolas aplicación de windows con lenguaje de las pulsiones con el lenguaje lo que ofrece amable representación con quien le llamaba de significa que ofrece más de regresión con las inyecciones repeticiones que se verifica no funcionamiento igual porque la que porque a partir de eso sí génova que podríamos llamar sin entendimiento el cic analítico sobre origen de autoridades del poder para la creación fue la punta partido colegio fórmula fuera el modelo de formación en tic analistas el poder de vivir la palabra de vivir del lenguaje y de vivir de nuestras tropas simbólicas y no por cualquier tipo de acción de genealogía de formato preconstituido o de autoridad once universitario comenzó la creación autor mundo apreciando mucho bien recibiendo por teóricos críticos no poder el desarrollo entendiendo formaciones ideológicas él nos ayudó a entender a nuestra propensión hacia servidor voluntaria a nuestros hijos obedeció u otro a nuestra traca en euros y seguro por su visión todo es totalmente en la que un pensador científico portland introducirse canarias en el campo de la ciencia y por otro un pensador que tenga una valencia política interesante que la gente pensar en formas más democráticas relación al poder y al saber viajes culturales habiendo pequeños fragmentos saber se inscriba aquino canal decasa en saber .Música.
Significante, signo, significado
A pergunta fundamental sobre o signo, significado e significante para a psicanálise lembrando que o Freud tinha um conceito básico de toda a sua metapsicologia que era o conceito de representação de Vorstellung né, então a representação-objeto, representação-coisa, representação-palavra. Toda a economia psiquica pro Freud estava pensada com esse conceito que o conceito de representação. O Lacan olha pra isso e considera que esse conceito ele tem problemas ele vem da filosofia idealista, ele vem da filosofia mentalista, ele aponta para um certo entendimento do que que é a subjetividade né como uma instância assim capaz de representação das coisas, ele não gosta muito dessa dessa ideia que vem lá do associacionismo em inglês combinada com as influências que o Freud recebeu do Kant. Pra redescrever as coisas, o Lacan dá um passo pra trás e diz olha a experiência psicanálise é uma experiência de linguagem, a gente trata os sintomas, a gente reverte os sintomas a partir da fala, portanto a gente precisaria trabalhar com conceitos que se fossem atinentes à fala e portanto o campo mais geral da linguagem, e assim que ele chega nessa ideia tão assim importante de que o inconsciente se estrutura como uma linguagem, que é uma hipótese que ele vai desenvolver principalmente entre , seminário 1 e seminário 7, período conhecido como retorno à Freud.
Nesse período ele vai chegar na idéia de que o inconsciente e ele é uma forma social, ele não é um lugar, ele não é um depósito mas ele é um efeito das trocas sociais e um efeito de que essas trocas são simbólicos, de onde veio essa idéia vem do Lévi-Strauss vem de um livro chamado “Estruturas elementares de parentesco” que ele lê e aí ele intui que o inconsciente não precisa ser um fato assim mental, individualizado, obligado a ideia de representação mas ela pode ser pensado como um sistema de trocas ou como uma função simbólica. Mas qual seria então o suporte fundamental dessa função? A noção de signo que é emanente ou que aparece ligada à definição do campo da linguagem estabelecida por Ferdinand de Saussure nesse trabalho chamado “Curso de linguística geral” na verdade são aulas que ele deu e que os alunos compilaram onde ele sintetiza um novo método para entender e estudar a linguagem, chamada então método estrutural, esse método começa pela divisão entre fala de um lado e lingua do outro, são as duas superfícies que formam a linguagem né fala e língua e ela diz também que a linguagem é um sistema des signos um sistema de signos e a gente poderia pensar assim como é que a gente define um signo, o Lacan tem uma definição que é um signo é aquilo que representa algo para alguém, um signo possui duas partes diz o saussure então imaginem um traço né uma barra que o Lacan vai dizer olha essa barra muito importante porque essa barra ela representa como se ela representasse o que o Freud chamou de recalcamento, o que o Freud chamou de negação, o que o Freud falou chamou de separação entre a consciência e o inconsciente, então olha como é esse esquema do signo ele se aproxima do que a psicanálise vinha falando sobre as instâncias psíquicas, mas para o Saussure a linguagem é um sistema de signos onde cada signo tem o seu valor dependente de todos os outros e que portanto se a gente muda a posição de um signo muda-se altera-se a posição de todo o sistema e onde um signo depende do seu valor diferencial para outros signos, portanto ele não tem valor em si, se a gente olhar para um determinado signo e perguntar olha só o que que esse signo significa? a gente não vai conseguir encontrar, a gente tem que entender que o signo opera relações com outros signos assim como o Freud falava que a representação liga-se com outras representações formando cadeias.
Lacan vai pegar essa idéia e exatamente, a gente tem uma cadeia onde o ponto de ligação da cadeia não é o significado mas é o significante, essa bipartição vai estar la no Saussure né, a gente define um significante como a imagem acústica da palavra, será que é o som será que é que são os fonemas que constituem essa palavra pato dois fonemas individualmente pa e to não tem sentido algum mas ele são diferenciais para uma lingua específica no caso o português, quando a gente junta elementos dessa primeira articulação que é uma articulação não semântica né, não denotada de sentido entre si a gente forma palavras pato né um animal faz “qenqen” que engendram então relações entre o significante, a imagem acústica, e o seu conceito ou significado, essas são duas formulações que aparecem no curso linguística geral.
O signo é definido como uma espécie de círculo com duas setas, uma em cada direção, que unem significante e o significado e nas relações de um signo com outro signo a gente vai ter duas articulações, a articulação de produção de significância ou de valor, ou seja as ligações não dotadas de sentido e as relações que induzem a significação, então juntando vários signos eu chego na significação por exemplo de uma frase, de um parágrafo, de um livro, de um texto, de uma enciclopédia e de um discurso ao final, então todas essas noções elas são derivadas elas são mais simples de signo que compõem então compõe-se então de um significante e um significado, mas isso la no Saussure.
O que vai acontecer é que o Lacan vai subiverter, ou vai ler, ou vai se apropriar da noção de significante que está na linguística, que tá na antropologia estrutural, que defini o método estrutural de uma maneira muito peculiar, ele vai introduzir por exemplo a idéia de que ele vai tirar esse esse círculo que envolve e defini a unidade do signo, ele vai tirar as flechas e elevar introduzir a hipótese de que o significante tem primazia sobre o significado, é a concatenação dos significantes que determina os efeitos de significado e de significação, com isso ele vai avançar a ideia de que o inconsciente se estrutura como uma línguagem e dentro da linguagem é a dimensão do significante que representa o desejo inconsciente no seu movimento metonímico ou os sintomas provocados como condensações como formações defensivas e realização de desejo é que tenho uma estrutura metafórica, então metonímia e metáforas são dois modos do significante se articular com o outro significantes, então aquilo que era uma lógica de signos no Saussure passa a se tornar uma lógica de significantes no Lacan.
Lembrando então que o significante pode ser decomposto, ele pode ele pode ser reduzido ao fonema, que são essas esses elementos não dotados de significação e que se combinam para a produção e definição de um significante, um exemplo interessante da autonomia do significante, na condução e no suporte para o desejo, a gente vai encontrar nas formações do inconsciente como por exemplo o esquecimento de nomes próprios, o Freud vai a uma cidade na itália ser chamado Orvieto vê os afrescos dessa igreja e ta viajando pelos Bálcãs e vai contar então isso pra um companheiro e eles Ah não deixe de ver os tais afrescos que foram pintados por e daí ele esquece o nome do pintor, a gente vai dizer olha isso é uma formação do inconciente, é um esquecimento, há um motivo para esse nome ter sido esquecido e é muito interessante porque ele está esquecido mas ao mesmo tempo a gente sabe que sabe, ele está em algum lugar, ele sabe que ele passou naquele lugar, daí o Freud se impõem então um método da associação livre para recuperar o que? A lembrança, o Lacan vai dizer para recuperar uma articulação significante que está interrompida, mostrando então como recalcamento é no fundo, o descompasso desligamento a perda da ligação entre os significante, então ela associa em qual é o pintor na catedral não será que Botticelli não será que é Boltraffio, ele diz não, interessante isso né como que a gente sabe que não é aquele se a gente não está sabendo qual que é não ta conseguindo lembrar o nome efetivo, aí o Freud diz olha só Boltraffio e Botticelli me fazem pensar na cidade da Bósnia Herzegóvina chamadaTrafoi, nessa cidade Trafoi, Boltraffio Trafoi, olha significante aí passando de um para o outro Trafoi é o lugar onde eu recebi uma notícia ruim de que uma paciente veio a falecer e que e que eu talvez tenha negligenciado, fatores orgânicos que estava em jogo aí ele se culpa por isso e daí ele segue a associação e diz puxa Bósnia Herzegóvina é um país muçulmano, os muçulmanos são um povo que prezam muito a sexualidade e ele se lembra então de um de uma paciente que diz olha doutor eu estou impotente, sem isso a vida não vale a pena ser vivida e então ele associa que os muçulmanos dão muito valor para a sexualidade e os muçulmanos dão muito valor para o médico, e chama o médico de Herr, chama o médico de senhor em alemão né, e daí o Freud nota que esse Herr já tinha aparecido nas associações dele, Bósnia ‘Herr’zegóvina e ele diz Herr lá, Herr aqui, puxa agora que eu estou aproximando essas associações eu vejo que várias delas me conduzem a dois temas a sexualidade, a paciente que morreu porque ele talvez não deu muita muita importância para as causas orgânicas ou o muçulmano que é que faz uma declaração nesse sentido e do outro lado a morte, quando ela faz essa ligação ele lembra do pintor da catedral de Orvieto que se chama Signorelli, signore em italiano Herr em alemão, então havia uma relação entre esses termos que explica as associações livres que ocorrem em torno dessa lacuna, desse espaço em branco causado pela ação do inconsciente.
Tudo isso então, argumenta o Lacan, podia ser obra de uma maquinária de representações, de ideias mas ao mesmo tempo pode ser demonstrado como uma determinação materialista da linguagem e o funcionamento significante que vai enlaçando todos esses pontos levando então herr, signore, doutor para a cadeia associativa em termos de significantes por parte do Freud. Espero ter dado um exemplo que junta então a noção de signo, de significado e de significante.
Freud e Kant
E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso Falando nisso nesse programa do YouTube desta semana e com uma pergunta classe uma pergunta que a gente ele vai ter respondido faz tempo na Série dos diálogos aqui entre psicologia psicanálise filosofia e seres humanos não é pergunta do Lucas Ribeiro que diz assim suas Exposições são incríveis Parabéns professor Valeu Lucas gostaria que o senhor falasse sobre o que existe da coisa em si de Kant no inconsciente de Freud no pergunta que remete né então é esse conceito do cante Bean análise coisa a não ser em si a coisa em si que seria distinta né para o cante daquilo que nós podemos assim intuir a perceber inteligir da coisa e si e que ele chamou então de fenômenos aí que a coisa em si seja também chamada de no menu não daquilo que aparece do foi nos né do que se dá a ver mas daquilo que seria assim a própria essência do que se Davi a própria essência do fenômeno o Freud estava profundamente influenciado pelo cante a sua formação científica na Escola de Harry em Hogwarts e também Kraft-Ebbing brinque no campo da psicopatologia Helmholtz eles eram todos os cientistas que apostavam um tipo de conhecimento reconheciam tipo de reconhecimento de conhecimento né delineado pelo cante então portanto a há limites para o que se pode conhecer né esses limites são Dados pela compreensão mesma dos fenômenos mesmo dos dos fenômenos. Aquilo que está para além do seus fenômenos não pode ser conhecido somar delimitação muito importante para colocar assim e os discursos que precisam levar a coisa em si como como referência? Esses discursos vão Então se apoiar na ideia da coisa assim e não na representação da coisa-em-si e as ideias que exprimem a coisa em si são em número de três: a alma, Deus e o mundo eles não seriam objetos e um conhecimento do mesmo tipo que é o conhecimento científico, eles seriam um objeto do conhecimento metafisico um Kant estabelece uma linha divisória claro né ciência de um lado, metafísica do outro é isso. A partir recortando a metafísica ele vai estabelecer uma nova forma de aprender o canto da ética ou que ele chamava né é de razão prática, são os dois grandes livros do Kant escritos e publicados aí entre meu 1780 1790, um pouco antes do começo do século 19. Freud então tem uma relação originária com Kant com o Neo kantismo ele era a epistemologia Kantiana e que portanto está baseada nesse conceito tão chave que é o conceito de representação, quer dizer e colocar e força é o que se coloca diante de nós então os fenômenos elas se mostram né é a nossa a consciência de dupla dupla forma e nós formamos do fenômenos representações, for Cello, e nós formamos essas representações a partir de certas condições, condições que devem então sabe ser dadas pelo objeto para que o objeto possa ser conhecidos do ponto de vista da sensibilidade essas condições são O Tempo e o espaço a precisamos jantar no tempo no espaço Então não vai fazer fenômeno portanto não vai gerar uma representação e do ponto de vista do da Consciência do sujeito, a gente tem as quatro categorias: modo, relação, quantidade e qualidade, que elas fazem parte do nosso entendimento né, da nossa festa, o entendimento do ser vamos assim pensado como uma parte da Razão da Fé num fiz razão prática quando a gente pensa na ética na política e na antropologia o azul pura quando a gente pensa na ciência e no conhecimento. Então O Freud tem um primeiro emprego para noção de Ding no projeto de Psicologia científica para neurólogo quando ele diz assim: olha aí o outro surge para nós como umas peças de coisa, de em gases, e que produzam incita não é uma experiência de caridade né com esse próximo, com esse dedo em mente, uma cama vai dá muita importância para essa parecer assim como o núcleo originário é do outro grande outro mas também do objeto a essas duas coisas estão Reunidas ainda na noção lá com ele é de a coisa. Por quê que ele chama de a coisa mal por causa né entender que quer dizer pois. Voltando ao freud né num segundo momento e ele vai dizer assim e o inconsciente ele não pode ser conhecido ele é como a coisa em Si, assunto muito importante exemplo debate é que a gente tem tido psicanálise e ciência não é Ciência um frango poderia ter dito pelo conhecimento que ele tinha no canto olha e consciente é a coisa ensinou não conhecer a coisa assim não é isso que eles estaria fazendo metafísico eles nós do inconsciente só podemos conhecer com os efeitos o inconsciente é portanto mais uma hipótese do que uma coisa, o objeto da Psicanálise não é o inconsciente, são as parapraxias, são os sintomas, parapraxias são assim os atos falhos, os chistes, as transferências, as identificações, os sintomas, certas formas de angústia, certas formas de ignição tudo aquilo é o sol é grande e o Freud chamou de um formações inconsciente ai então o inconsciente um se mostra assim diretamente não e ela que ela está lá ou culto ela está lá opaco com uma coisa esse o que a gente fenomenologicamente tem acesso é a experiência por exemplo esqueci aquela palavra, mas eu sei que palavra que é mas eu esqueci ela não ela não me veem é o é um lapso eu tô tô esquecendo aquela palavra. Essa experiência você pode dizer ela convida a aplicação da hipótese do inconsciente velho me importa se melhora judemar que eles não têm pectus mas A fenomenologia é a fenomenologia do da patologia de memória, da patologia da imaginação, da patologia de pensamento, da patologistas do funcionamento mental né inclusive do desejo a não queria desejar a mas vou não mas eu queria desejar a masa eu sou levado para lá porque será que existe essa descentramento de à vontade a hipótese e inconscientes mas como vocês estão vendo essa diferença vai então nos levar tu não vocabulário sobre o inconsciente derivado a noção de representação, então é a representação palavra, votos Costello, e representação coisa, de imposto Elo, é apresentação uma objeto objeto força ano é representação da representação ou representante representacional, a costela um, representantes. Esse é o vocabulário Freudiano para ir para pensar a psicanálise que eu vou acabar importante ano o pão do idealismo alemão em geral mas como a gente viu isso vai até a ideia de que existe uma espécie de Patologia das funções mentais de que o Kant acreditava numa síntese perfeita e permanente, uma síntese que ele dizia tem que ver com a função do eu né o eu esquematiza, ele reúne e articula o que vem da sensibilidade que tá no tempo no espaço com que vem das categorias entendimento né modo relação à quantidade e qualidade forma representação mas a representa as isolada ela precisa se articular com as outras faculdades mentais, a imaginação, na memória, do pensamento e da linguagem e esta articulação feita pelo eu tão na forma de um esquema o sua sintético e assim que a gente conhece. o Freud vai dizer assim é para ir tem então um problema na formação da representação daí que as formações do inconsciente elas podem ser entendidos Como assim nos fazem desvio do fenômeno né de um fenômeno que que devia ser um jeito e aparece outro né mas é um sonho quando a gente tem alucinações alucinações em que tá acontecendo, não tá acontecendo aqui não é melhor é uma Sua percepção revirada do Avesso, mas aí entra um outro lado do Kant, o Kant da razão prática o canto que estabeleceu Que bom A gente está guiado por um tipo de ir cidade fundada no de vermos óleo Incondicional que é o imperativo categórico que está acessível a todos aqueles que sabem que podem usar a razão no sentido da Liberdade ou seja no espaço público né ação da aos que eram Iluminista e que a qualquer momento podem fazer a prova moral de considerar o seguinte aquilo que move a tua ação, a máxima que move atuação pode ser erigida em lei universal? Se puder ela é ética, se não puder, ela não é.
Esse critério né o Kant ele sintetiza e dá um passo a frente a toda a reflexão histórica sobre a eticidade: não estamos falando mais em exemplos, não estamos falando mais autoridade constituída, não estamos falando mais em valores, não estamos falando mais em utilidade, ganhos e perdas, nós estamos falando na voz da consciência, que pro Kant seria essa sua voz Universal do: você deve. Ou seja você sabe o que fazer, você sabe o que é o certo tanto que se você não deixa isso transparente para os outros, se você não não consegue contar isso para os outros, se você não consegue dizer isso no espaço público é porque você está escamoteando, é porque você está violando a moral ou a ética.
De onde vem essa violação da Moral da ética tão frequente? qual Por que que não não não não dá certo sempre aí o cantinho introduz na filosofia um novo sentido para a retoma né não motivos entre Patos, olha é um tudo aquilo que nos tira na moral é o patológico mas o patológico não com sinônimo de loucura, mas das inclinações, da sensibilidade, dos interesses, de tudo aquilo que guia a nossa ação e que não é ética, que não é ética no dever e isso refunda de certa maneira a psicopatologia. a partir daí a gente vai ter que uma escala das faculdades mentais, a partir daí a gente vai ter um certo Horizonte de como de como funciona o sujeito ético Universal né não é só o alemão não é só o inglês a trazer e tudo e qualquer sujeito e a partir daí a gente vai ter também um método especulativo para o conhecimento.
O Leopoldo Fulgêncio meu amigo professor na USP fez trabalhos memoráveis né mostrando como o método especulativo em Freud vem no método especulativo em En kante né é as roupas as analogias da experiência é esse que o Fred vai vai ter sem toda sua obra né analogia entre o normal eo patológico analogia a infância e o adulto entre os povos primitivos e a criança E A loucura entre inconsciente e consciência não o método de pensado Freud e absolutamente afim.com com o Kante Eu também com Ernest Mach né que é um desses filósofos kantianos, os Pós kantianos que que tava na formação científica do Freud.
Vamos lá onde o que me levar vocês a ideia que aparece lá e em 23 o texto do Igor é ego o ide onde o Fred vai ser o seguinte alcanti tava certo nós temos uma voz interior uma voz que é imperativa, uma voz concorda gente não não deve e não pode negociar e esta voz que o que ele chamava de imperativo categórico nós aqui e nós vamos chamar de super eu né é um supereu é o imperativo categórico essa afirmação dele né mas é afirmação equivocada é quando a gente vai vendo que que o que que o Fred entende por super Eu por exemplo superior tem uma Gênese empírica supereu ver da apropriação que a criança faz da moralidade dos pais se identificando com a relação desses pais com aquilo que faz leite para eles você já pôs a voz lendo a relação dele é que eu desse pai como o pai do pai e portanto com a genealogia com a tradição que o antecedeu né. Pro Kant a gente não tem isso a génese do imperativo categórico é transcendental não é empírica é você não adquirir ela ao longo do tempo segundo lugar a além do imperativo categórico ela é absolutamente formal ela ela não julga conforme o objeto, o supereu julga conforme objeto terceiro lugar cativo categórico não parece a missão ele não tem que ver com culpa ainda que o seu afeto isso tá lá no Kant seja principalmente afeto de respeito, o canto tá dando dizer o seguinte nós obedecemos a lei porque no fundo nós amamos a lei porque a lei é a fonte da nossa liberdade não tem esse tema da Liberdade no froid e o supereu ele vai sermos nesse lei patológica o Lê que nos termos kantiano seria patológica daí que ela está constantemente composta por elementos sensíveis como observar né eu tô me sinta observado sinto que que tem alguém de sabor materno sabor para até no meio me observando, isso é uma experiência em mente fica né ele está me observando e depois está me julgando tem até a crítica do juízo no Cante e tenho a função de julgamento o Inter seu lugar quando eu não passo na prova do supereu eu sou punido e eu me pulo Então tá aí origem da culpa de múltiplas esse repetição de multi processos de sabotagem de muitos processos masoquistas sádicos e toma uma psicopatologia na armada em função disso pneu ele não é uma lei justa ler uma lei injusta ele toda vez que você atende a ele toda vez que você age por culpa que acontece? ele se a placa da hora que prover o que uma sensação gostosinha já viu isso aí denunciar os outros, falar mal dos outros, criticar e daí você se sente assim melhor né o meu um tesãozinho que dá cunan critiquei o outro muito pior do que eu para o cante não tem essa de como assim imperativo categórico levando uma experiência de satisfação não não senão não pode exercício da Lei ele é gera indiferença o ponto de vista do sentido ação do super Iel ela é gostosa ele gozo tanto no sentido quando a gente veste o supereu para criticar os outros quanto os outros são vestidos com nosso super eu e portanto passam a assim não só nos punir, mas a a gostar de responder isso chama-se crueldade da experiência da Crueldade com a lei a infringir a lei você Purina arma você vai ser punido além de reparar o erro nós vamos assim se nos gostar de ti Punir. Isso chama-se crueldade no gozo não tem problema gente eu cante ficaria horrorizado com isso de vocês tão querendo me misturar com outro cara que é contemporâneo de mim que é uma que se Sade para ela tem esse esse gozo no Exercício da Lei ou talvez nem para o sade, a gente vai pegar a filosofia na alcova e funciona desse jeito então eu acho que tá aí todo um Horizonte de conceitos e de noções e problemas que a gente vai encontrar tanto no no Freud quanto no Cante.
Eu destacaria ainda um trabalho que ele é assim muito próximo do modelo de investigação que o Freud prática como ele me observa criança ou adulto pela população um conto literário uma formação estética, uma forma religiosa né, e vai e vai juntando elementos para produzir uma certa interpretação né sobre sobre o funcionamento do sujeito isso a gente vai encontrar de uma forma muito muito parecida né no ponto de vista da estratégia de investigação e no texto pré-crítico do Kante, Kante ele passou boa parte da vida como intelectual clássico falando sobre tudo falando sobre o Terremoto de Lisboa, sobre cosmologia, sobre Literatura e sobre matemática, falando sobre Como um sabio né E quando eu estava lá com sessenta e tantos anos, ele lê David Hume né se esse escocês que que vai também se importante para o Freud e o Hume uma fazer ele acordado o sono dogmático da razão e quando ele acorda dessa sono eles eu passei a minha vida e fazendo sabedoria não fazendo filosofia porque fazer filosofia fazer crítica e da crítica nas alturas críticas é um para prática críticas a criança juízo de certa maneira a prática de investigação e clínica analítica são versões deste trabalho que eu Kant definiu como crítica. A gente vai a um analista gente começa a se escutar gente começa a se rever ou seja não é uma crítica superegóica mas é uma exploração sobre os limites sintéticos do eu, sobre os limites do psicológico sobre os limites da ética e da moralidade, sobre os limites o que se pode conhecer sobre si.
Talvez tá aí posso Então essa viagem essa grande articulação importante da psicanálise com o freio de uma situação histórica uma articulação conceito a alma a discussão metodológica que eu acho que está bem estab elecida e entre os comentadores para quem quiser se aprofundar nisso veja o trabalho do Paul-Larent Assum: Freud, a filosofia e os filósofos e ver trabalho da do Richard Theisen Simanke: a formação da teoria freudiana das psicoses, enfim de muitos bons epistemólogos trabalho paciência e que estudaram o Freud e acabaram concordando com o a sua implantação na atmosfera conceitual e filosófica do idealismo alemão da filosofia transcendental Kantiana então um fuzil para pras questões dela problema quádrupla razão legado trocante ele vai aparecer no Freud aí bom um outro momento mas também os problemas ligados crocante vão entrar e para ficar na viagem pelo rio sinuoso da Razão do idealismo alemão completar obrigado por hoje aquele conta quem quiser mais voltas a nossa Canoa crítica embarque agora ou fica e no canhão do Sete de Setembro abraço e
Diferenças entre Freud, Ferenczi, Klein e Lacan?
bem vindo mais uma vez ao nosso falando isso hoje com a pergunta de gustavo vasconcelos uma pergunta sobre as diferenças né e psicanálise de freud e se diferencie e melanie klein idiota simples assim em quatro minutos um minuto para cada um desses teórico é que tem obras complexas autónomas e independentes nem da psicanálise mas vamos sentar e ouvir conversar com Freud que foi o criador da psicanálise e aquele que propôs o conceito de inconsciente, conceito de pulsão, conceito de recalque, que formulou um modelo de tratamento das neuroses e que inaugurou essa experiência nova chamada Psicanálise. Ferenczi foi um dos seus principais discípulos, um número, fez análise com freud que foi ministro da da saúde da hungria e que se preocupou com dois problemas muito interessantes o primeiro respeito àquilo que ele chamava o processo simbólico de absorção do outro, da família, dos pais, autoridade, e com isso ele introduziu na psicanálise esse conceito decisivo que você de introjeção né que mais tarde irá se chamar introjeção simbólico, oferece era um pensador muito original muito criativo ele propôs inúmeras complementações a técnica da Psicanálise, ele se preocupou muito é com essa a percepção que ele tinha de que o psicanalista acabava sendo muito frio, muito metódico, agindo como um cirurgião e certa forma retraumatizando o paciente em relação a essa relação que ele já tinha então com os adultos, com a língua dos adultos, que o tratavam com uma distância, com uma minoria idade que que então o tratamento psicanalítico conseguir resolver uma série de sintomas mas ele não tocava nessa disposição mais básica de caráter mas mais íntima da relacionalidade. Para isso então desenvolve a técnica ativa então o psicanalista fala das suas experiências para os seus sentimentos a técnica de análise mútua em que ele fala da sua própria análise para o paciente e que enfim ele vai testando uma série de formas para tentar resolver essa dificuldade assim da distância da frieza e da hipocrisia como lhe chamava que a psicanálise e às vezes acaba produzindo uma relação entre paciente e analista. Melanie Klein fez análise com Ferenczi, que fez análise com floyd e ela desenvolveu uma modalidade nova época de psicanálise baseada na no brincar né na experiência lúdica, dizendo da experiência lúdica das crianças ela equivale a associação livre dos adultos então a gente não precisa pensar uma psicanálise educativa como argumentava na floyd filha do front, a Melanie Klein dizia o próprio brincar ele já é a expressão das fantasias, já pode ser interpretado como o são interpretadas as soluções linguísticas dos pacientes adultos, então a inventora ludoterapia a inventora de duas posições fundamentais é pra gente entender as relações humanas que é a posição dos esquizoparanóides né, quebrar, separar e colocar o que está mal para fora e ficar com o que é bom e daí se sentir perseguido com esse mal que você e projetou e a posição depressiva que é a solução para isso quando você integra objetos, integra os seio bom seio mal, ou seja, o outro naquilo que ele pensa, idealizado e naquilo que ele tem de aversivo e agressivo. Melanie Klein é uma grande intérprete da pulsão de morte em flash, é um conceito que não sabia direito o que fazer com ele e que ela traduziu muito bem ao pensar todo o conjunto de fantasias agressivas de destrutivos que acometem a criança desde muito cedo, muito antes do que no flash é descrito com complexo de édipo.
Lacan é um pensador que vem depois de melanie klein, depois di Ferenczi, é de uma outra geração e de certa forma ele acompanha essas discussões todas e promove uma espécie de reinvenção da psicanálise e ele ele pensa o inconsciente em termos de linguagem, ele pensa a relação em termos de dialética, ele pensa a psicanálise reintegrada ao universo da ciência e ele pensa o novo modelo de formação de ficar na lista ser definida como uma ética enfim ele é cria tanta confusão que ele acaba assim expulso da sociedade internacional de psicanálise e aí passa então a afundar sua própria escola que sempre se declarou como foi diana que sempre se declarou como psicanalítica mas é a primeira cisão é a primeira divisão escala global à escala mundial que a psicanálise sofreu e que hoje representa uma um número expressivo de psicanalistas pelo mundo. ‘
Esquemas em Lacan
Esquema L
A linguagem ela se divide no campo formado pela língua e a fala, a língua objeto abstrato composto por essas relações de negação e de mútua correlação entre os signos, e a fala é a apropriação individual de uma língua.
A fala é a língua assumida por aquele que fala.
A comunicação acontece quando um emissor envia uma mensagem num determinado canal, em um determinado código para um determinado receptor. Então a mensagem vai daqui para o destinatário, o receptor que decifra e recompõe essa mensagem na sua mente.
A gente poderia substituir emissor e receptor por o eu e o outro.
Quando a gente está falando, inclusive na ação de tratamento, tem um analista, que é um, tem o paciente, que é o outro e do ponto de vista do paciente tem o paciente que é o emissor e o analista que é o receptor.
Essa ideia ela vai ser subvertida porque Lacan vai dizer: a hipótese do inconsciente diz justamente que esse que é o emissor não tem dominância perfeita daquilo que ele vai transmitir. O inconsciente é justamente aquilo que diz algo a mais ou diz algo a menos - ou que introduz ligações, ou
deformações, ou lapsos. Isso coloca uma problemática quanto à dominância desse emissor.
Quando eu digo “eu fiz esse ato falho” quem é emissor?
Lacan começa a observar que a gente precisaria dividir esse emissor.
Esse que acha que é o senhor da linguagem, que é o gerente das palavras, esse é a posição que o freud escreveu com a noção de Eu, ego, e esse lugar onde eu falo para além de mim mesmo, onde parece que tem um estranho que fala em mim ou que tem uma espécie de outro que fala em mim, vamos chamar esse lugar de sujeito. Então a gente tem um sujeito que não é concêntrico, que não é identificável como Eu.
Dividimos o emissor em 2.
Acontece que o receptor também pode ser dividido em dois, ou seja, quando eu tô contando meu sonho, eu tô contando esse sonho para esta pessoa que está na minha frente, e também para o Outro.
Da mesma maneira que há um estranho do lado do emissor também há um do lado do receptor. E no limite esse que me escuta e a quem eu me dirijo não são essas pessoas individualizadas, mas é o próprio campo da linguagem no seu conjunto, a isso, a esse campo da linguagem como esse tesouro de significantes, como esse que está em cada um de nós, mas que ao mesmo tempo está além de cada um de nós.
O Outro, grande Outro como campo simbólico, como uma espécie de inteligência, como espécie de razão que atravessa a todos os outros com quem a gente fala, mas que ultrapassa a todos os outros enquanto indivíduos. A gente pode dizer que pra Lacan o inconsciente é transndividual, o inconsciente é um lugar simbólico.
Simbólico: registro simbólico na linguagem, das regras que organizam as nossas trocas simbólicas, por exemplo, o mito das relações de parentesco, da economia daquilo que pré-organiza as nossas relações.
Imaginário.
Do lado do imaginário estão justamente as individualizações, as imagens, aquilo que fornece a cada um uma identidade, uma posição específica.
Esquema L ou Z.
Diz que a mensagem sai da posição do sujeito e dirija-se para a posição do outro imaginário, ou seja, quando eu falo, eu falo de um lugar de sujeito, que ainda não sei qual é, mas eu falo com o outro, que eu mais ou menos determino, que são esses a quem eu dirijo a minha mensagem.
Então a mensagem sai do sujeito chega a este pequeno outro imaginário e desse pequeno outro imaginário eu cálculo minha própria posição enquanto eu, enquanto moi, enquanto eu imaginário. Então é um lugar que eu estou falando e que eu não sei de onde é que eu me localizo. Na minha relação com esse outro imaginário, posiciono-me também imaginariamente.
Então a gente está marcando aqui que em vez de haver uma perfeita comunicação, há uma espécie mal-entendido, a idéia de que a comunicação flui perfeitamente é uma idéia imaginária, é uma ideia que diz o seguinte: esse outro que me dirijo é um espelho simétrico de mim mesmo, de tal maneira que eu poderia inverter essas posições.
Nós nos compreendemos, nós somos substituíveis um em relação ao outro. Eu posso assumir o ponto de vista do outro, o outro pode assumir o meu ponto de vista. Toda essa relação de compreensão que o Lacan vai criticar, vai dizer que é uma relação imaginária, porque no fundo, o outro é outra pessoa. Você só se coloca no lugar dele, você só acha que ele é parecido com você, mas, na verdade, conforme a gente vai se aproximando vão aparecendo diferenças e conforme a gente vai se distendendo vão aparecendo semelhanças, que de perto elas não são perceptíveis.
Esse é o registro imaginário que vai ser associado com a compreensão e também a resistência ao inconsciente.
Quanto mais esse eixo funciona menos o inconsciente participa, menos eu escuto o inconsciente, e menos, portanto, localizo-me enquanto sujeito.
Como é que vai acontecer então a verdadeira experiência de escuta, escuta transformativa, aquela que se espera de um analista, aquela que faz com que uma análise seja uma experiência de produção de um sujeito.
A mensagem sai do sujeito chega ao outro imaginário, do outro imaginário
posiciono o eu, mas ela prossegue nesse arco que chega até o grande Outro. Quando a mensagem chega até o grande Outro ela sofre uma mutação, existe uma inversão, o Outro inverte a mensagem e deste lugar invertido ela é enviada para a posição do sujeito.
Síntese do esquema L é o sujeito recebe a sua própria mensagem invertida
desde a posição do Outro e essa recepção ela traduz a operação clínica chamada interpretação.
Quando eu interpreto eu não tô entendendo o meu paciente, não estou me fazendo entender, não estou produzindo um sentido que seria o mesmo para mim e pra ele, mas eu estou fazendo valer um sentido conexo, um sentido ambíguo, um sentido que esse sujeito não consegue reconhecer, justamente me servindo dessa posição do Outro, cruzando o eixo imaginário da resistência e devolvendo essa mensagem para a posição do sujeito.
A interpretação posiciona esse sujeito e permite que ele reconheça o desejo inconsciente que estava na sua mensagem original.
O inconsciente é o discurso do Outro.
Quando a gente está na nossa relação cotidiana, a gente só quer saber do discurso do pequeno outro, quer se fazer entender, e isso é muito importante, mas quanto mais a gente investe nesse eixo mais a gente ao mesmo tempo oclue, nega o retorno dessa mensagem desde o inconsciente e portanto a gente não escuta o nosso inconsciente, portanto a gente não escuta o que são os desejos que estão ali se articulando em estrutura de linguagem.
O que a gente tem nessa circulação é um grafo no sentido matemático do termo, é um grafo que é construído a partir de uma torção.
O sujeito que estava nesse lado passa para o lado de lá e um objeto que estava nesse lado passa para o lado de cá e isso cria então uma circulação determinada pela lógica do significante.
Nesse sentido da realidade empírica, a psicose é uma outra experiência
de fala, é uma outra montagem de relação de fala. Nessa experiência o sujeito não recebe a sua própria mensagem de forma invertida desde o lugar do outro, mas ele recebe uma mensagem direta a partir do outro. É a chamada então alucinação as vozes os pensamentos intrusivos como como se o eu e como se o outro e nesse caso o inconsciente é como sinônimo do outro estivesse a céu aberto e essa é uma das teses de mais importância que a gente vai ter um texto de 1958 chamado questão preliminar a todo o tratamento possível das psicoses.
Mensagem Invertida?
Circulação
A comunicação na Psicose.
Esquema R
Desenvolvidos pelo Lacan no texto de uma questão preliminar a todo tratamento possível da Psicose 1955/56 publicado em 58 a questão da Psicose em torno do problema na divisão entre neurose e Psicose que diz respeito à perda da realidade então vocês pegam a tradição consigo patológica: a Psicose a se caracteriza por uma por uma perda né seja positiva ou negativa da realidade: Estou vendo perceptos que não estão presentes, estou vendo um jacaré, Estou ouvindo uma voz e essa voz não existe ali na realidade, quanto também as alucinações negativas em que diante de uma perda, por exemplo, eu digo não não isso não aconteceu e eu continuo alucinando então a presença aquela pessoa ou daquele objeto que foi perdido.
essa ideia que na Psicose a gente tem perda de realidade e nas neuroses tem uma preservação na realidade vai ser questionada por Freud em dois textos da década de 20, O primeiro é Neurose e Psicose, o segundo é A perda da realidade na neurose e na Psicose onde ele vai argumentar aqui no fundo essa perda ela vale tanto para Neurose quanto para a Psicose e o que seria problemático é justamente o estatuto metapsicológico dessa perda, como ela incide de forma diferencial. Levando Lacan a esse problema que é: qual é o estatuto da realidade, a realidade perdida na neurose e na Psicose. Para responder a isso do lado a neurose ele vai mobilizar um esquema que é o esquema R e para responder a isso do lado da Psicose ele vai mobilizar um esquema complementar que o esquema I né
um deriva no outro, um se deduz do outro. Na formulação do esquema R ele parte do esquema L.
Esquema L é um modelo sobre estrutura da fala. A fala parte de um sujeito que se endereça a um outro a partir da própria posição do moi, do eu e a mensagem caminha até o Grande Outro, esde este lugar que é o lugar do Tesouro dos significantes, é o lugar do inconsciente, do discurso do inconsciente, a mensagem retorna ao sujeito de maneira invertida, cruzando portanto esse eixo imaginário que faz resistência à significação e dividindo o sujeito a partir desse retorno da sua própria mensagem
No começo, a gente tem um S e no final a gente tem um S barrado.
No fundo esse Z ele é composto por dois triângulos, por um triângulo Imaginário em cima e por um triângulo simbólico em baixo, entre os dois triângulos a gente vai ter uma faixa, esta faixa representa precisamente a realidade que é o que ele quer investigar. A realidade enquanto perda realidade, enquanto castração, enquanto fantasia que organiza a relação do sujeito, que já está numa ponta, com o outro.
vamos falar do Triângulo Imaginário ou triângulo superior.
ele vai incorporar aquilo que foi deduzido, que foi formalizado com o estágio do espelho. então ele é composto por duas posições iniciais que é a relação do moi, do eu Imaginário, com a imagem, imagem que vem do espelho. Isso vai definir para o Lacan a apropriação retrospectiva do eu enquanto o reconhecimento dessa imagem, enquanto realização simbólica da realidade dessa imagem.
O outro e seu duplo: a, i
O eu e seu duplo: m, a’
isso portanto vai se dá num prolongamento do eu, num prolongamento que ele escreve no esquema R como a’ então nós temos um moi, um a’ e a gente tem a imagem que se forma o eu., ele se forma como um dualismo, ele se forma como o eu e sua sombra, o eu e a sua voz, o eu e sua consciência, o eu e seu duplo.
Eu ideal: se eu fosse isso eu seria amado. Imaginário.
Ideal do Eu: se eu fosse isso, eu seria perfeito. Simbólico.
O primeiro aspecto componente da realidade na neurose é essa distância que existe entre o eu e o duplo dele mesmo, essa distância pode ser reduzida ou ela pode ser dilatada conforme isso aconteça a gente tem efeitos nos sentimentos de si: o eu engrandece, o eu diminui, o eu se empobrece, o eu se acrescenta.
mas na outra ponta Então a gente tem o quarto elemento do estádio do espelho que é Justamente a mãe simbólica, é o espelho plano que integra a imagem do eu designando e devolvendo esta imagem segundo e o enunciado: Tu és isso. A mãe que segura a criança na formulação que a gente vai encontrar em observações sobre o relatorio de Daniel lagache, a mãe que aparece aqui como M maiúsculo. Então dentro desse dessa faixa da realidade, a gente vai ter o objeto a’, que é o duplo da imagem, em imagem do outro e na parte externa desse eixo nós vamos ter a mãe simbólica.
bom então a partir disso a gente tem esse primeiro triângulo formado pelo moi, o eu, a imagem e um terceiro elemento que será o falo, o falo enquanto significação da falta, o falo enquanto aquilo que faz ausência e presença, o falo enquanto aquilo que responde a perguntas sobre o desejo do outro, o que que o outro quer, o outro que quer o falo, por isso a gente se identifica com o falo.
O falo não é uma imagem só mas o falo é também um significante. Então a gente tem esse triângulo definido pelo falo, pelo moi e pelo i pequeno, pela imagem como um triângulo imaginário no interior do qual a gente tem a experiência de gozo.
vamos lembrar que lá no estádio do espelho quando o eu se reconhecia numa imagem, acontecia um efeito que é de satisfação pela integração da imagem, quando essa integração não se dá a gente tem um efeito oposto que é de agressividade, paixão e agressividade, fascínio hipnótico e violência contra o outro são dois efeitos do imaginário.
Triàngulo Simbólico
visto essa faixa componente da realidade, visto o triângulo Imaginário, vamos falar agora do triângulo simbólico, do triângulo que está abaixo desse quadrilátero que é o esquema R, esse triângulo simbólico é composto por aquilo que seria o efeito residual da metáfora paterna. Aquilo que institui então de um lado o super eu e no outro o ideal de eu, o ideal de eu situa-se nesse canto do Triângulo simbólico e ele é uma função simbólica, ideal de eu é ideal, ele não é feito para ser realizado, ele é um Horizonte, ele é para onde nós caminhamos, ele é uma ideia reguladora, ele é aquilo que eu deveria ser, aquilo que eu gostaria de ser para poder satisfazer o eu em relação ao outro. E se vocês observarem dentro da faixa intermediária, da faixa da realidade vai estar situado a’, o que que esse a’ representa? Representa o super eu, representa esse objeto obsceno, representa esse objeto que pede mais e mais gozo, esse objeto que seria assim, que ordena o gozo mas também proíbe a satisfação.
O segundo vértice A gente já viu é composto pela mãe simbólica que é aquela que interpreta sua criança, que escuta no choro: isso é fome, isso é sede, isso é dor, isso é manha, a mãe simbólica aquela que alterna presença e ausência, aquela que introduz à criança o objeto de Dom, que permite para criança perceber que é mais importante o seu ato de doar porque ele significa o amor do que o objeto mesmo que está sendo doado nesta operação. No canto inferior nós vamos situar do lado de dentro o campo do outro do lado de fora do vértice o nome do pai, o significante do nome-do-pai e aqui é importante a gente levar em conta as observações de Lacan de que este campo do Outro que é o equivalente inverso do campo do gozo, campo do gozo em cima Imaginário, campo do outro simbólico embaixo.
E esse campo do Outro se define por uma peculiaridade muito interessante que é o fato de que ele possui um buraco, ele não é um campo homogêneo, não é um campo completo, Mas ele tem um ponto em que se inscreve sua própria incompletude, em que se inscreve sua própria não totalidade, um ponto que representa dentro do campo do Outro, o campo do Outro. Isso faz buraco, esse buraco é muito importante, esse buraco é por onde o nome do pai vai pinçar o falo que está do outro lado, lembro que ele pertence ao triângulo Imaginário, Vai pinçar o falo do Triângulo Imaginário e inseri-lo nesse buraco Simbólico.
Esta operação portanto de imersão vai definir e vai resumir a metáfora paterna. O que faz a metáfora paterna né através do nome do pai? Ela faz uma operação de substituição e substitui a relação da criança com a mãe pela relação da mãe com o pai. Essa substituição vai localizar no campo do outro o falo. então é isso no fundo que faz o pai, o pai na sua função simbólica eles assim esse aqui é o lugar onde está a falta. Este é Portanto o lugar onde recai sobre ele um não - não do pai - ali onde ele diz não, ali onde ele barra a relação Imaginária da criança com a mãe, ali onde ele barra a identificação da criança como falo para mãe, por que? porque a mãe vai indicar como falo justamente o que? Um lugar terceiro, esse lugar terceiro hipotético ficcional conjetural é o lugar então do pai. Pensando desta maneira, a gente tem o primeiro tempo do complexo de Édipo que é feito por essa inserção do falo no campo do outro, por essa imersão dessas duas arestas do quadrilátero seguidas por uma torção.
nós formamos aqui no centro desse quadrilátero uma faixa, uma banda, uma banda formada por moi, a’, a sem linha e i. Esta banda vai assumir uma propriedade de torção de tal maneira que o i se ligará com a’ e o m se ligará com o a formando uma banda de moebius.
a gente pode dizer que a estrutura da realidade para o sujeito neurótico se dá em uma banda de moebius. Trazendo para gente o modelo para o quê para perda da realidade na neurose. Há todo uma discussão se isso representaria de fato a incidência do Real, a gente pode ser talvez o Real esteja aqui na divisão, na torção, naquilo que faz essa dobradura daquilo que faz esse dupla operação inerente ao esquema R e que é torsão da banda e imersão do falo no campo do Outro.
Séries
Importante clinicamente também lembrar que a gente tem duas séries. Na série de cima composta pelo posição da mãe simbólica, posição da imagem, pela posição do falo é conhecida como a série das identificações. Então vamos lembrar que para o Freud todo identificação corresponde a uma escolha de objeto complementar e o complexo de Edipo justamente um conflito entre identificação e escolhas de objetos então na estrutura da realidade a gente contempla a série das identificações e Inclusive a qualidade das identificações, identificação com falo, identificação com imagem, identificação com objeto e identificação com a mãe ou com o outro
Na paralela oposta a gente vai ter a série do fantasma ele é composto por falo, pela posição do moi, pela posição do a’ e pelo I(a) ou ideal de eu, que fecha o triângulo simbólico do outro lado. Então esses elementos são muito importante para a gente escutar a fantasia do sujeito, a fantasia tem essa função de associar o falo com o eu, o eu com o objeto e o objeto com o ideal. Quando algum desses pontos se desalinha a gente tem um abalo no fantasma. Percebe-se assim também que a série das identificações alteram também o eixo do fantasma que tem que se adequar a esta série. Isso são que manejos dentro do Imaginário que são responsáveis aí pela economia do gozo, o calculo neurótico do gozo.
Mas no triângulo oposto a gente vai ter também a série que liga a mãe simbólica com o pai no campo do outro e o pai com o seu ideal né ou seja o pai é sempre o pai morto, o pai é sempre o pai em negativo, o pai é sempre aquele que teria operado num certo momento mítico anterior conhecido como metáfora paterna.
Esquema I
A partir de uma deformação dentro do esquema R a gente consegue aprender e unificar e tornar assim compatíveis os inúmeros fenômenos psicóticos, que a psicopatologia, que a psiquiatria elenca como psicóticos né alucinações, delírios, interposições de vozes, repetições, fenômenos elementares.
Na Psicose pela hipótese lacaniana é uma foraclusão do nome-do-pai, ou seja, em vez do nome do pai operar um recalcamento, uma metáfora né, em vez dele fazer uma ligação cujo retorno é simbólico, uma negação simbólica cujo retorno é no simbólico, há uma não inscrição do nome do pai no campo simbólico. Então é como se esse triângulo: mãe simbólica, ideal e posição do pai não fosse fechado, ele contém uma abertura, ele cria uma espécie de assíntota, ele é portanto invadido pelo que Lacan chama de p zero ou de foraclusão do nome-do-pai. E isso significa o que todos os fenômenos que estavam assim ligando a posição da mãe à posição do pai vão pressionar a posição da realidade formando uma espécie de assíntota. Essa assíntota ela está aberta em dois pontos, no ponto de cima, o Lacan vai localizar a relação em que Schreber se sente deixado pelo seu Criador, Deus está abandonando Schreber, ele foi deixado cair. Ele foi deixado à sua própria sorte a sua própria condição.
Ou seja essa ponta em que a gente fecharia relação com a mãe simbólica, ela é aberta para o infinito em que Schreber cai.
A assíntota é formada então pelas diferentes formações delirantes, os pássaros falantes que falam com presidente Schreber, com as vozes, sussurros, todos os espectros de alucinações vai bordejar essa assíntota e se estender ao infinito onde nessa ponta de baixo Schreber está se perguntando onde se sustenta ele como o criado, que função ele tem para Deus, o que Deus quer dele e aqui a gente tem todo uma elaboração delirante que vai se estabilizar em torno da seguinte ideia: Deus quer transformá-lo numa mulher. Deus quer se apossar do seu corpo pelos nervos, pelos raios de sol, transformá-lo em mulher, copular com ele dando origem a uma nova raça.Então o mundo para Schreber está decaindo da sua realidade, tá perdendo realidade e ele vai ser recomposto por meio dessa relação terminal com Deus. Portanto o Delírio Schreberiano é uma grande luta de Schreber tentando resistir a esse desígnio de um Deus voluptuoso, que não consegue aprender, que não consegue entender a ordem das coisas, que ele é um homem e que isso é contrário à ordem das coisas.
Essa sua relação com o Saber nesta posição terminal né mas vamos lembrar né Schreber tem uma posição muito estável em relação ao seu ideal de eu, inclusive é isso que faz com que ele escreva sua autobiografia, apresente a sua autobiografia para o os seus juízes, os seus Pares, ele tinha sido indicado para ser um alto juíz na baixa saxônia e ele escreve para os seus pares dizendo: Eu tenho direito e eu tenho uso das minhas faculdades mentais e isso que me aconteceu foi uma coisa rara, Mas isso não interfere na minha capacidade de julgar, eu posso ser admitido como juiz e ele escreve esse trabalho, portanto preservando uma certa racionalidade. Schreber ainda pensando na sua relação com o ideal do eu’ diz “tenho uma vida feliz, amo minha esposa, único problema que nós temos é que Deus não nos mandou filhos”. Há já um ponto estável é muito importante para o prognóstico relativamente favorável desse caso que a relação dele com o ideal do eu e ele tem isso mantido constante ao longo do tempo.
Triângulo Imaginário o que vai acontecer nesse eixo em que estava localizado o falo e que a gente tem o eixo das identificações: aqui Schreber vai então abrir esse canto do quadrilátero para o que Lacan chama de gozo transexualista. Já estamos falando de experiências que ele narra, em que ele percebe seu corpo se transformando no corpo de uma mulher e percebe seus seios crescendo, ele percebe Deus agindo sobre seus pensamentos, ele percebe Deus gozando com o seu corpo, induzindo, por exemplo, efeitos corporais: agora você vai ao banheiro, agora você vai pensar, agora você vai ter essa experiência, agora você vai ter aquela experiência. E que forma então a experiência do gozo transexualista. Schreber não é uma transexual Mas ele está contado, ele está sugado por um gozo com o qual ele luta de natureza transexualista, assim como a gente tem uma assíntota simbólica aqui a gente tem uma assíntota Imaginária. Esse triângulo Imaginário vai sendo encolhido no processo que Lacan chama de zerificação da função Fálica. Aqui vão aparecer então todas as imagens deformadas da criatura, todas as perturbações narcísicas pelas quais Schreber passa: seu corpo deformado, sua voz deformada, sua imagem no espelho deformada, ele se sente e ele interpreta isso né como experiência milagrosa tendo o seu corpo emasculado. Ele aqui tem todo uma nova linguagem que ele cria para tentar dar conta dessa imaginarização transtornada do seu próprio corpo e isso vai terminar então num outro polo aberto, que é o lugar do futuro da criatura, o que lhe reserva o futuro enquanto eu, a sobrevivência dele enquanto moi, que vai se representar no esquema de Lacan por uma linha da realidade, fina, uma linha, uma reta não mais uma banda né que a gente viu que é torcida como no esquema R, mas uma linha em que a gente pode passar de um lado para outro apenas pelo cruzamento de uma superfície.
Observação interessante é que isso permite pensar não só o fracasso da metáfora paterna, mas também emergência da metáfora delirante, onde do lado direito inferior vai aparecer essa palavra que é o Luder, a prostituta, o anzol, o engano, e que é como ele consegue se defender de Deus e estabelecer uma espécie de freio nesse processo do desígnio de Deus.
Os substitutos de Deus.
Mais ou menos impostores.
A impostura do Outro contra a qual Schreber está lutando.
Consequências da abertura do Esquema R para o Esquema I
Simbólico
1) Abandonado. Deixado pelo seu criador. Deus está abandonando Schreber. A mãe o deixou cair. Deixado a sua própria sorte, à sua própria condição.
2) Onde se sustenta como sujeito, como criado. O que querem de mim? Como posso me sustentar? Que função ele tem para Deus, o que querem de mim?
Imaginário
3) Gozo transexualista.
4) Futuro da criatura. A sobrevivência enquanto Eu. Um linha linha da realidade fina.
Grafo do Desejo
Instrumento de memória.
Colocar duas coisas em correlação que é um processo de constituição do sujeito e os processos que a gente encontra dentro da análise.
O grafo do desejo é também uma espécie de instrumento de memória para a gente localizar as coisas que estão acontecendo com os nossos pacientes e organizar as decisões em termos de direção da cura, interpretação, em termos de construção, em termos de manejo transferência
Eu não passo daqui para lá sem passar antes por uma posição intermediária
O delta representa o pedaço de carne, representa a criança mítica antes de entrar na linguagem. Por que mítica? Porque ela já está na linguagem desde sempre uma vez que é falada pela família, pela cultura, pela sociedade, onde ela advém.
Pensando na estrutura desse mito esse delta se encontrará com uma posição, que é a posição do Outro, do grande Outro, o campo simbólico e o tesouro do significantes, estão ali representados todos os significantes. Esse grande Outro, no seminário 4, chamado a mãe como o Outro absoluto. Aquela que faz a função de reciprocidade, a função de nomeação, a função de nomeação desse pedaço de carne como um sujeito.
A primeira retroação do grafo é: Delta, grande Outro, retorno para essa posição como sujeito.
Mas esse retorno, ele vai se dar à medida que a gente pensar outros processos que estão acontecendo em forma conexa. Por exemplo, entre o delta e o grande Outro vai se dar justamente o estádio do espelho: estádio no qual o eu na sua relação com a imagem vai se reconhecer finalmente como sujeito, primeiro ele se estranha com a imagem, depois ele se determina com a imagem e depois ele diz: essa imagem me representa, essa imagem diz qual é o meu lugar em relação ao Outro.
Então a gente tem o sujeito, o imaginário, o estádio do espelho, e o Outro.
Esse Outro a gente tem que pensá-lo como uma função de linguagem e aqui se completa o primeiro andar do grafo. É o andar que vem acompanhando a estrutura da fala, é também chamado esse primeiro andar de linha diacrônica da fala, em que a gente tem o grande Outro e a gente tem, na medida que o sujeito se retroage em relação a essa posição, a gente tem um efeito de retroação que torna esse Outro o ponto de estofo, ponto em que na nossa fala a gente adianta a conclusão da significação.
O ponto em que a significação se fecha e se reabre e portanto essa retroação é o que a gente chama de sentido ou de significado.
Sujeito -. Outro -. significado do grande Outro, também conhecido como a
posição dos sintomas.
O sintoma é essa resposta que o Outro dá e que relocaliza o sujeito, ele diz: você não está aqui, você está, uma vez que você é falado, uma vez que você é falado pelo seu inconsciente, você está neste lugar. Essa é a significação que te perturba, que te determina, que te identifica, é a significação que você dá para o desejo do Outro e à partir do desejo do Outro.
Temos a circulação da fala, um significante, outro significante e a operação de retorno, a operação de ressignificação que a gente vai produzindo na análise. As interpretações são justamente eficazes porque elas produzem reformulações da posição sintomática do sujeito a partir e servindo-se do lugar do Outro. A gente está falando, encontra a posição do Outro, que é a posição onde o sujeito se localiza, a retroação da significação, daí para a posição sincrônica do eu imaginário (m) e termina no ideal do eu, esta oposição simbólica que produz efeitos imaginários, esse produto da metáfora paterna
Segundo andar de grafo.
Sujeito -. grande outro -. relação de demanda, de necessidade, necessidade do delta para o Outro e demanda do sujeito para o Outro e esse mais além da demanda que é o desejo.
O desejo surge como espécie de reendereçamento da mensagem para além de si mesmo, o redobramento, em que um significante passa a buscar no segundo andar do grafo aquela que é a posição final, a posição de realização da demanda. A demanda se escreve sujeito punção D.
No andar de cima a gente vai ter a enunciação, ou seja, de onde fala o inconsciente, de onde o inconsciente se articula com a pulsão, o representante da representação, aquilo que liga o somático com o psíquico, em termos definicionais relativos a pulsão.
Do lugar da demanda -. para o lugar da castração: o significante da falta do Outro.
Chegamos aos quatro lugares que compõem a metáfora paterna: grande Outro, sintoma s(A), a castração e a demanda.
Em baixo: estágio no espelho.
No fundo eles vão operar uma torção que vai localizar o falo no campo do Outro, por exemplo, que vai tornar residual a posição do ideal do eu, por exemplo, que vai situar finalmente a relação entra a demanda e o fato de que é uma demanda castrada, uma demanda que encontra no simbólico um furo, encontra no simbólico um ponto de inserção do real.
Esse terceiro andar ele também separa o simbólico do real.
Juntando real simbólico imaginário num nó pré borromeano.
o ponto crucial do grafo desejo é a resposta que o sujeito vai encontrar para o seu desejo, para a demanda, a resposta para a questão sujeito, a questão que ele endereça para o Outro e que ele recebe em primeiro lugar uma filtragem pela castração e em segundo lugar a fantasia.
Fantasia: Sujeito punção Objeto a
Esse processo: questão, resposta, fantasia vai explicar por que essa posição aqui em baixo à esquerda é a posição do sintoma. Progredindo em relação à fantasia ou na relação da fantasia com o desejo, a gente tem a produção sintomas. Uma fantasia remete a vários sintomas. Um sintoma remete a várias fantasias.
Fantasia fundamental.
Entre o andar do enunciado e o andar da enunciação a gente tem a relação entre desejo e fantasia ou fantasma. Circulação. do desejo para a fantasia. da fantasia para o desejo.
A resposta que o sujeito dá para o outro em termos de identificação com o objeto, em termos de se fazer um objeto para o outro, se fazer um objeto para a demanda do outro, se fazer um objeto para o imaginário do outro e esse ponto justamente que a análise vira atravessar.
A travessia no fantasma pode ser lida com uma passagem, a passagem ordenada da castração, fantasia, sintoma e retorno.
Produção de um esquema que replica a constituição do sujeito, o estádio do espelho, entrada na linguagem, formação e fixação da fantasia, inscrição do falo no campo do Outro, formalização da demanda, metáfora paterna, circunscrição do gozo.
Processo construtivo e que por outro lado permite a gente a pensar os impactos do sujeito na análise. Eles podem ser lidos com esses operadores: estamos num impasse imaginário, transferência imaginária , estamos às voltas com como a fantasia se articula com o desejo, ou como a fantasia se põe com relação ao sintoma, ou como a castração se liga com a fantasia, ou estamos no plano de questão da demanda, ou não houve questão e a gente está simplesmente produzindo alterações no plano sintomático, resignificações interpretativas e como a transferência vai articular essa relação da demanda com a fantasia.
Problemáticas clínicas encontrariam uma versão, uma localização
aí nesse grafo como instrumento do método de tratamento psicanalítico.
Teoria dos Quatro Discursos
Falar da relação do real então com os quatro discursos.
Na teoria dos quatro discursos, o real e vai aparecer sobre uma figura escrita por Freud como uma noção de mal-estar.
Existem algumas profissões que são impossíveis: então governar e educar são profissões nas quais por melhor que você faça, por mais que você se dedique, ainda assim a tarefa é impossível. Impossível no sentido de não factível, de que as dificuldades que você enfrenta ao educar são tamanhas que o resultado vai deixar a desejar. Por isso aquele que foi educado um dia se torna professor e tenta reparar, reconstruir o que fizeram com ele uma vez.
A partir dessa idéia Freud introduz uma terceira profissão impossível que seria psicanalisar e o Lacan introduz uma quarta relação impossível que seria fazer desejar. Então a partir desses quatro fazeres impossíveis ele descreve discursos como laços sociais. Todo discurso cria um laço e esse laço se dá em torno de um impossível, esse impossível que o Freud chamava de mal-estar.
Quando a gente se encontra, a gente caminha juntos, fazemos uma troca discursiva e a gente pode pensar que nós estamos unidos por alguma coisa que temos em comum, que em teoria psicológica mais básica seria a identificação. A teoria dos discursos parte do oposto disso ela diz a gente se junta também para evitar algo, também para negar algo, também para contornar juntos algo que seria impossível. E isso então é a definição de um discurso.
Os discursos compõem-se de quatro lugares. Aqui a gente tem o agente, no lugar complementar a esse agente, temos o outro, embaixo do outro temos a produção e no lugar embaixo do agente, a verdade. Então esses quatro lugares eles vão mantêm entre si uma ordem, uma circulação de tal maneira que da verdade partem vetores para os outros lados do do discurso, mas nunca chegam vetores, isso quer dizer que cada discurso tem um lugar abrigado no lugar na verdade, lugar que uma vez tocado transforma esse discurso em outro. Então o lugar na verdade suporta o lugar do semblante, ou do agente de um discurso. O agente se relaciona com o outro e extrai uma produção. Por exemplo o chiste, um par de significantes, um S1 que se junta com um S2 e produz um efeito de satisfação, um mais de gozar, o riso quando a piada é bem sucedida e a piada se dá em torno de uma verdade que fica abrigada, semidita, entredita, caracterizando esse primeiro discurso que é o discurso mestre.
Discurso do mestre: significante-mestre, significante do saber, objeto a, na função de mais de gozar e o sujeito barrado, no lugar da verdade. Que significa o sujeito lugar da verdade no discurso do mestre? que isso não pode aparecer no discurso do mestre, discurso do poder, o discurso da força esconde esse fato constituinte: de que há um sujeito que o põe em prática, há um sujeito dividido, um sujeito castrado que organiza as relações entre o mestre e o escravo.
A partir desse quadro, podemos imaginar operações de reversão, de progressão ou de regressão nos discursos, são operações justamente sensíveis à interpretação e ao que o analista faz, ele faz o discurso girar. A partir do discurso do mestre que é o discurso do inconsciente para Lacan, os outros serão deduzidos. Então a gente pode girar pensando que aqui da posição do significante-mestre, lugar do agente, a gente pode levar o significante mestre ou para a posição progressista e colocar no lugar do outro e isso vai dar o discurso histérico: o s1, o s2, o lugar do sujeito e embaixo aquilo que caracteriza a verdade do discurso histérico que é a posição de objeto, posição de objeto a.
Se a gente pensar o discurso do mestre e fizermos uma regressão nele vamos encontrar o discurso universitário, forma regressiva do discurso do mestre. Discurso universitário que é também o discurso do burocrata, daquele que nunca se responsabiliza pelos seus atos, daquele que remete o seu desejo ao outro, a dominante é justamente o saber, o significante S2, embaixo temos o S1 e do outro lado você vai ter no lugar da produção o sujeito, que é o aluno, aquele que virá a saber, aquele que virá a falar, aquele que virá a se tornar enfim alguém e nessa posição o objeto a que é como, em geral, o discurso universitário trata o outro, como um objeto, um objeto a ser moldado, a ser esculpido, enfim a ser formatado, astudado como Lacan brinca.
A partir dessas dessas duas variações do discurso do mestre, variação progressiva que dá na histeria e a variação regressiva que dá no discurso universitário, ele vai pensar um quarto discurso que seria justamente o da psicanalista e que a gente chegar nele por uma progressão do discurso da histeria.
O discurso do psicanalista tem várias peculiaridades, ele coloca no lugar do semblante ou do agente, o objeto a, que é a posição do analista, é aquele que se coloca como o suporte para a fantasia do paciente, então se o paciente coloca, se o analisante vê coisas, projeta, a gente suporta isso, a gente não desmente isso. No lado do outro, o discurso do analista vai colocar justamente o sujeito, essa prática de produção do outro como um sujeito, um sujeito dividido, castrado, um sujeito que não quer ser subjetivado nessa posição natural e espontaneamente, embaixo da barra a gente vai ter o s1, o significante-mestre que é o efeito das intervenções que o analista faz, ele extrai os S1s, aquele significante que comanda a vida de uma pessoa e que ela vai descobrindo na análise e vai se desalienando desse significante.
Então o objeto a no lugar de semblante, o outro ocupado pelo sujeito, a posição de s1 é o efeito da interpretação e aqui no lugar da verdade há um saber, saber que não se sabe, o saber que representaria esse impossível que caracteriza a verdade, em relação ao que se pode dizer sobre ela, ao que se pode escrever sobre ela.
Uma característica importante dos discursos é que eles se dividem em duas famílias os discursos da impotência como discurso da histeria e como o discurso da universidade e o discurso da impossibilidade como discurso do mestre e o discurso do psicanalista.
Isso ocorre em função dessa circulação que estou escrevendo, entre o lugar do agente, lugar do outro, lugar da verdade, lugar da produção existe uma impossibilidade ou impotência. Tem um caminho que a gente não passa, a gente não consegue fazer e justamente esse lugar em que se localiza a fantasia, no caso do discurso do mestre, e esse lugar, esse ponto de barramento, de impossibilidade que o real assume dentro dos discursos.
Os discursos são laços sociais caracterizados pela relação com esse impossível, esse real interno ao discurso e que vai mudando de aspecto na medida que a gente altera o laço social.
Nós Borromeanos
Lacan muda o seu registro de formalização, ele que vinha até então durante os anos 70 trabalhando com a lógica, com os limites da lógica, os impasses de formalização para falar do real, para falar do gozo, para falar da sexuação. Ele que vinha antes disso trabalhando com a topologia, com os grupos de Klein para falar da teoria dos quatro discursos e antes disso nos 60 no tempo do retorno a freud de 53-63, usando então o método estrutural baseado na linguística-estrutural e, antes disso, ele vinha usando variações do método fenomenológico com a dialética, no tempo da tese, do tempo lógico.
São vários momentos, a gente chega nesse desafio que para muitos seria assim um momento sintético da obra Lacan onde ganha relevo os três registros que vieram sendo teorizadas ao longo de todo o conjunto da obra, mas que aqui então a gente chega numa espécie de metateorização. A gente tem as noções que são apresentadas de forma narrativa, depois tem os conceitos, depois a gente tem a escrita dos conceitos, que são os matemas, a gente tem a formalização dos matemos né e em cima da formalização dos matemas o Lacan inventou ainda esse modelo baseado nos três anéis nos três toros, nos três registros. Então vamos pensar né o Real, o Simbólico e o Imaginário eles estão reunidos por um sistema de cruzamentos e de tal maneira que se você corta um anel os três se separam e essa é a estrutura e a propriedade borreameana, browniana fundamental é que elas estão unidas de um jeito que se você cortar um, os três se separam.
Os anéis olímpicos você tem uma montagem dos anéis é que a própria da psicose onde você tem um real o simbólico e imaginario só que se você cortar último os dois primeiros continuam articulados é tão lacan se interessa por essa por essa propriedade na medida em que aqui a gente vai conseguir responder essa exigência epistemológica: quer dizer há Um nada né Real simbólico, Imaginário fazem uma unidade mas é uma unidade precária unidade que se desmancha é uma unidade que está sujeita portanto a operações de corte, o corte tem dupla valência é a operação analítica fundamental é da interpretação da disjunção de demandas né do corte no gozo mas a disjunção, a separação e ela também é nos leva para esse registro da nova ligação na nova articulação que é o processo de simbolização ou de enodamento que está em jogo. Esse modelo que para alguns o modelo clínico em minhas dúvidas de que isso seja de fato um modelo clínico a mais além do esforço de de síntese
É então a uma propriedade importante do novo borromeano é que ele ele se distribui com os cruzamentos periféricos e com os cruzamentos nodais e esse cruzamento sem uma ordem então 1 o circuito passa por cima e depois por baixo por cima e por baixo por cima e por baixo, pra você ter uma montagem Borromeana, isso é que Lacan chamou de a trança 2 a 2 sempre se cruzando por cima ou por baixo de um sistema de dupla alternância. Essa construção da trança e que a gente poderia ler com ela né seis pontos nessas seis em intersecções né elas compreenderiam, elas constituíriam o momento de constituição do sujeito, s a gente quiser voltar do nó borromeano lá pra a teoria do seminário 5, teoria do seminário 6.
Além disso a gente tem então regiões separadas e regiões de intersecção por exemplo entre o imaginário e o simbólico Lacan vai colocar o inconsciente ali, entre o simbólico e imaginário, né mas num dos cortes, ela vai localizar a inibição, então aí a gente tem uma outra tradução, do real ao simbólico a gente tem um sintoma e do imaginário ao real a gente tem angústia então que o Lacan faz né, ele insere nos três registos essas três categorias básicas da psicopatologia psicanalítica Lacaniana né que é a angústia, a inibição e sintoma.
Uma coisa interessante que há uma espécie de realocação e introdução de novos conceitos com esse modelo borromeano, por exemplo, ele vai associar o corpo com um imaginário mas ele vai associar a vida com o real, ele vai associar a morte com o simbólico, ele vai associar o imaginário com aquilo que faz consistência, ele vai associar o simbólico com aquilo que faz buraco, o real com aquilo que faz ex-sistência, ou seja aquilo que está sempre em exterioridade constituindo um laço entre dois desde afora. Ele vai, por exemplo, localizar o gozo Outro entre o imaginário e o real, assim como, ele vai localizar o gozo fálico entre o simbólico e o real, ou seja, as categorias elas começam a ter assim uma espécie geografia de distribuição, mantendo sempre no centro dos três anéis o objeto a, que seria a sobreposição dos três buracos, a concentração das três consistências e a síntese das três ex-sistências, portanto, o objeto a continua aí como conceito importante pra esse momento dos nós borromeanos.
O sujeito é às vezes apresentado como o tecelão, como aquele que escreve, que tece os três registros em conjunto, então a gente pode dizer cada sujeito se define pelas amarrações que ele vai criando e às quais ele vai responder ao longo da sua vida. Cada um tem o seu rsi. Então como a gente lê momentos de desencadeamento, momentos de crise, momentos de transformação corporal, são momentos em que há um de desatamento, um desenodamento, que depois pode ou não ser desfeito.
Então o papel da sublimação, o papel da escrita, o papel da arte, o papel dos amores, então é relido nesse processo maior de escrita. Então vamos associar os três registros borromeanos com a dimensão da letra. É isso que se escreve, é isso que não cessa de não se inscrever, é a definição que ela vai dar do real.
O que não cessa de não se escrever é o real enquanto impossível, aquilo que cessa de se escrever, aquilo que pára de se escrever é o possível, aquilo que cessa de não se escrever é o contingente e aquilo que não cessa de se escrever é o necessário.
Então a gente tem essas quatro lógicas da escrita que estão sendo aplicadas às relações entre os nossos três toros, ou os nossos três anéis. É muito interessante que há duas formalizações há duas leituras possíveis para o nó borromeano: o nó planificado em duas dimensões que é quando a gente escreve ele com essas intersecções e o nó tridimensional que é por onde ele vai então ler o nó da paranóia no seminário sobre o sintoma, como um nó em trevo, então aí de fato a gente não tá mais nesses enlançamentos, mas a gente está num nó, num sentido mais trivial, no nó como uma amarração contínua de um fio a si mesmo com dobraduras internas.
No seminário 23 sobre o sintoma Lacan testa essa hipótese a partir da leitura da obra de joyce e da função que a obra tem na vida desse escritor, ele testa a hipótese de que esses três anéis permanecem juntos a partir de um quarto: o anel que corresponderia aos nomes do pai.
então cada um mantém os três juntos a partir de um quarto que seria assimum sinthoma, que é mais assim uma actividade como a escrita foi pra james joyce.
Seminários Lacan
Seminário 1
, Dunker olá bem-vindos ao nosso Falando nisso minissérie especial introdução à obra de Jacques Lacan a partir das imagens das Capas dos seus seminários são minissérie ela tenta responder vários ouvintes e participantes aqui do Falando nisso que fizeram perguntas do tipo como é que a gente começa a estudar o Lacan onde contém uma visão do conjunto da sua obra ele que é tido como o autor assim tão difícil mas que é o patrono aqui do nosso canal Vamos falar de todos os seminários ou por um a partir das Capas tentando situar em cada caso Quais são as questões principais as referências que a gente precisa fora no Lacan e a escolha da imagem na que que dá e para esse seminar Espero que consigamos fazer cada volume em 10 minutos dou muito mais disso para conseguir também não forçar Os Fanáticos para além da suportabilidade biopsicossocial esperada do estudo da psicanálise Então vamos lá gente vamos começar com a capa do seminário um em 1953 começa a tardiamente a falar publicamente nesses que vieram a ser conhecidos como seminário é uma característica da obra dele que é maior parte do que se sabe vem na linguagem oral vem numa relação que é de presença é o público ali público aberto público que comportava inclusive vários analisantes Lacan mas também ficou marcado pela sua diversidade muitos artistas Muitos historiadores o mate qos intelectuais artistas frequentavam o seminário na que passou com o tempo a sermos pense atração para aqueles que visitavam Paris e do 1º seminário e ele acontece na rua dele no meu sim que é o lugar então do consultório de Lacan e ele é antecedido por duas tentativas ou 2 textos é que são considerados assim preparatórios para o início do seminário ou é o seminário menos um também é dado na rua dele ele massa do qual gente só tem algumas notas tomadas pela Françoa Doutor é um Seminário -1 seminário sobre o caso do Freud chamado o homem dos lobos seminário menos um Seminário 0 o seminário zero em um texto que está disponível chama-se o mito individual do neurótico que é onde ele comenta o caso do homem dos Ratos a luz das hipóteses estruturais do o aceitou - o homem dos lobos fizeram homem dos Ratos livro um né começa com os escritos técnicos de Freud uma obviamente Esses são trabalhos necessários para entender Este seminário + recordar repetir e elaborar + observações sobre o amor de transferência + novas observações sobre o início do tratamento + dinâmica da transferência são textos pequenos e de Freud 1911 1913 e que o Mateus vai então comentar nesse seminário + Esse seminário está marcado pela entrada da linguagem na linguagem enquanto centro da experiência analítica e ao trabalho de recomposição de recolocação dos problemas e dos conceitos a luz da linguagem tão em função disso que ele vai dizer nesse seminário a resistência é do discurso e não depende da Boa Vontade do analisante. A resistência ser uma propriedade discurso ela tem que ver com aquele a quem esses cursos enderece portanto ao analista chegando nessa ideia com bastante popular e que para Lacan a resistência é do psicanalista e decorre do fato de ele tá tentando se aproximar do núcleo patógeno do paciente. Ele está intervindo no discurso e com isso provoca então reações e afastamento. Nesse seminário a gente vai ter essa ideia de que a psicanálise é uma análise de discurso mas nesse curso que Visa a transformação do sujeito. + A gente vai ter o comentário de dois casos clínicos muito interessantes né um é o caso Rozini levou reforma ensino como caso do menino lobo né menino só falava essa palavra né pra tatu em qualquer situação + e em comparação com o caso da Melanie Klein nossa se 30 né O Pequeno o caso do que no Dick em que menino também quasenão falava e que brincava com os três aqui bati os três e que a Melanie Klein intervém né simbolizando aquilo que ele Talvez não pudesse colocar no segundo comentário do Lacan há uma revisão aqui da teoria do narcisismo no forte que é muito importante porque porque o lá que ela tá aqui às voltas com o Imaginário ele tem inclusive uma definição do que seria o tratamento que é consoante é essa revisão do narcisismo o tratamento consistiria em dois movimentos alternados né - No primeiro movimento o paciente se projetetaria imaginariamente no psicanalista desenha no psicanalista a imagem que corresponde aos seus complexos corresponde a o que não foi dito que corresponde aos seus ao seu são suas insistência suas repetições e não se no momento o psicanalista eu vou ouvir esta imagem a partir do simbólico então o tratamento vai operando né com um momento no Imaginário outro momento no simbólico e uma analista promovendo então basicamente a simbolização. Há um capítulo muito importante de seminário chamado a verdade surge da equivocação vamos aqui aproveitar esse capítulo para mencionar que estas imagens elas foram selecionadas né e assim como a titulação dos Capítulos é a divisão em subtemas e foi obra de Jacques Alain Miller que é o legatário Né inteiro das obras Lacan e ele então compôs e as capas em geral se referindo a algo sobre o que uma que eu falava nesse seminário alguns seminários que não foram editados que não foram estão compilados que não se passou então dá a fala do Lacan para a dimensão da escrita né que eu que a gente tem no livro e nesses casos nós mesmos Vamos pro por aqui alguns algumas imagens que são abordadas nesses nesse seminário Imagem do seminário o caso do elefante Porque então o elefante nesse capítulo na cama explorando introduzindo a ideia de significante a partir do Santo Agostinho ainda não tanto do SUS ir e ela vai colocar que a direção do significante Ela opera a partir do que da possibilidade de uma primeira contradição vão pensar a criança que no começo tem uma única palavra para designar todo o contexto relacional emocional intersubjetivo e intersubjetivo que elas experimentam esse é o momento chamada holófrase Então você tem uma palavra e ela dá conta de tudo que está acontecendo depois a gente tem a formação de um primeiro Bim O que é uma primeira oposição por exemplo o cachorro faz au au e o gato faz miau esta primeiro oposição ela é muito importante mas a dimensão significante ela só Realmente só se Coloca quando a criança consegue perceber que mais além da oposição é possível a contradição ou seja ela brinca ela vamos assim trabalha com como ser ela explora uma hipótese e que é dizer para o cachorro miau e para o gato a uau quando ela troca quando ela inverte quando ela se verte o uso aí aparece essa que é que a possibilidade de lhe negar não só os objetos mas se negaram aquilo que a gente representa sobre eles e produziram uma dupla negação portanto uma contradição início aí do processo de instalação do sujeito na linguagem. aquisição da fala. o seminário então quando ele fala sobre isso ele usa como exemplo o elefante e a girafa. Por quê que o elefante chama elefante e não girafa isso eu já vem aí do suicídio porque a relação entre o significante e o significado uma relação arbitrária né não há nenhum nexo natural causal entre a palavra elefante e o conceito elefante tanto que eu posso mudar para elevar-se taça ele faz E continuo com o mesmo com o mesmo conceito seu alterar e ali então dentro do seminário Lacan brincar ele distribui e figurinhas de um elefante para os assistentes né Para aqueles que estão ali eu ouvi no seminário e convida que eles troquem as figurinhas a de tal maneira entender assim de forma empírica como o valor do significante com o significado nas trocas que que a gente faz entre os signos é que a significação é que a gente entra então não só no sistema de linguagem composto por signos signos divididos entre significa significado mas também + na possibilidade da criação da significação e da entrada da Verdade e da mentira no contexto da linguagem das relações inter-humanas + E um conceito muito importante pra Lacan é o da verdade ela vai caminhar e todos os seminários a noção de verdade em dialética com a ideia de saber isso tudo está aqui no seminário ou de 1953 Jacques Lacan O Calvário do Mantena.
Seminário 2
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao Nossa minissérie especial nesse canal YouTube não falando nisso com a introdução à obra de Jacques Lacan a partir das imagens da capa de seus seminários abordando hoje seminário número 2 o eu na teoria de Freud e na técnica da psicanálise 1954 1955 que tem na sua capa o detalhe de uma de uma gravura dia Andreia mantém né é um pintor da escola Fiorentina provavelmente é uma obra de 1.470 1472 onde a gente vê um detalhe da narrativa bíblica dos Apóstolos onde dois soldados romanos os dados para ver quem fica com a faça Vestes de Jesus Cristo aparece a um pedaço da Cruz aqui é os pés pregados a gente ver também a José de Arimatéia levando o corpo de criança preparando para embalsamar o corpo de Cristo e eu ouço dado jogando dados o quê que isso tem que ver com conteúdo sobre a técnica de Freud EA sua relação com a concepção de eu primeiro lugar vamos dizer aqui que o lá que tá levando adiante o seu programa de rever e a teoria na página do do narcisismo ser olha no Freud cocô dele fala em eu tenho muita coisa junta tem Eu ideal tem ideal dinheiro tem sujeito tem consciência às vezes percepção é às vezes indivíduo as pessoas têm uma indeterminação O que é preciso assim reduzir como é que ele pretende fazer isso nesse seminário Então a gente vai encontrar aqui um modelo que vem da cibernética que vem da teoria dos jogos porque eu na cama tenta aplicar a psicanálise para mostrar como a relação de fala não é uma relação de aleatoriedade a gente pode até cita os nossos pacientes fale livremente fale randomicamente falha aleatória e tudo que te vier à mente sem crítica o que vai acontecer é que nesse espaço aleatório vão começar a surgir regularidades e insistências e silêncios que se repetem no mesmo lugar temas afetos a correntes incongruentes que vão dando a essa série aleatória um sentido de repetição é você é um seminário onde se aborda também o conceito de repetição e onde Olá Camila trocou o esquema l e nenhum vídeo sobre esquema Eric ouvir o bonito produziu quem quiser se aprofundar Então pode pode examinar esse esquema do Lacan mas que aqui esse esse jogo de dados ele vai se traduzir na análise de um ponto do Edgar ela um pouco outra então o obra de arte é esse é o nosso objetivo né e usando a arte para para tematizar os movimentos Lacan lá esse trabalho que é considerado um dos dois peças fundadoras do gênero romance policial a gente tenha uma primeira cena onde a rainha recebe uma carta a gente nunca fica sabendo que está escrito exatamente dessa carta mas a gente tem ideia de que ela é uma carta comprometedora e colocar nessa casa aparece o rei o gay olha mas não percebe que arranhavam está Em Maus Lençóis ela ela acusa o golpe o início tô percebendo que tem algo errado na a situação se aproxima da rainha com o envelope parecido ao da carta que a rainha jogou em cima da mesa e troca envelope dele pela carta preciosa da rainha isso tudo diante do Olhar da rainha que não pode fazer nada que se ela chamar a atenção para carta estará então perdida porque o rei também vai querer saber se ela mobiliza a polícia que começa a procurar em todo lugar já Batidas na casa do ministro e na rua mas não acha nada isso fecha a cena número 1 formada pela rainha que meu e não pode fazer nada o rei aqui olha mas não venha o ministro que vem olha e a polícia que olha por toda parte mas não enxerga nada a segunda parte do corpo está baseada na intervenção de um policial do Pan que visita ou o ministro olha por todos os lugares e finalmente detecta em cima da lareira se uma gelope parecendo o envelope onde estava a carta rouba que que ele percebe Qual foi a o truque da rainha quando ela quis esconder a carta ela jogou a carta em cima da mesa que que o ministro fez em vez de colocar aquelas escondida dentro de algum móvel embaixo do colchão ele põe a carta à vista e sai procurar uma carta Ali onde ela está à vista de todo mundo então o do povo faz o que levou o envelope parecida e aplica o mesmo golpe troca a caixa que ele tem no bolso pela carta que ele devolve para rainha de tal maneira a beleza da história porque agora o ministro acha que ele tem alguma coisa que controla a rainha só que a rainha sabe que o que ela tem é uma farsa é uma uma carta falsa então nós temos aí nessa segunda cena de novo Quatro personagens né Fazer o do Pan o ministro a polícia EA Car e de novo a gente vai encontrar aí uma situação de réplica da primeira cena e acordo com essa ideia lá dentro do Freud aqui para a gente ter um trauma a gente vai ter dois eventos que segundo e atualiza o primeiro Tá mas o que que é isso tem que ver com o jogo ela quer mais dizer olha isso é assim que funciona estrutura a estrutura Tem lugares né que se repetem com a mudança de personagem a polícia e a rainha O Rei e o dupla e o ministro e urupan e que estão sujeitos então uma substituição ao mesmo tempo a gente tem essa aleatoriedade esse par ou ímpar que eu um exercício que tá dado ali dentro do texto do Edgar Allan Poe um menino que com os jogos de bolinha que é um tipo de par ou ímpar que Lacan PR nessa nesse seminário para que os seus alunos então Jovem par ou ímpar para perceber que dentro do aleatório certas regras ou se formando certos lugares vão se dando certas resistências começam a seco e sensitivas então a gente tem aqui o conceito Nascente de estrutura ou estrutura da fala demonstrado por um processo que seria assim um sujeito que não é mais o eu mas eu sujeito com z cultural da teoria dos jogos lá que eu te trazer do fundo Norma né esses matemático a ideia de que no jogo a gente tem um sujeito que o sujeito da Estratégia ideal para aquele jogo por exemplo par ou ímpar por exemplo ou no jogo que ele é introduz dentro da carta roubar e é esse e daí ele vai tentar introduzir o Mateu dia materialista da consciência Ele vai tentar mostrar como começar a autoridade ela entre esse cá o significante e o final ele vai dizer o seguinte conhecimento humano e da mesma feita a esfera das relações da consciência é constituído por uma certa relação a essa estrutura que chamamos de ego em torno da qual centra-se na relação imaginária lá então pego imaginaram anos juntos esta última ensinou-nos que o ego nunca apenas um sujeito que ele é Essência assencialmente em relação ao outro que ele toma seu ponto de partida e de apoio no outro e a partir deste ego que todos os objetos são olhados Então vão pensar o ego como essa posição de onde é o acesso objeto nem sermos a função tá disponível às vezes acesso objeto de outro lugar mas é justamente pelo sujeito pelo sujeito primitivamente desafio tá desafinado fundamentalmente Despedaçado por este ego que todos os objetos são desejados sujeito não pode desejar sem dissolver se ele próprio e sem ver devido a este mesmo fato escapar e o objeto numa série de deslocamentos infinitos e firme aqui o que chamo de maneira abreviada a desordem fundamental da vida institual do homem é e é da atenção e o sujeito que não deveria ser capazes desejar sem estar fundamentalmente separado objeto e o ego do de parte olhar em direção ao objeto que a dialética da consciência Toma seu ponto de partida ou seja ali onde eu sei o que eu quero não sei o que eu sou e ali eu não sei o que eu sou eu não consigo mais acessar o que eu quero cinema que fica muito Claro na dialética ou da interrupção dessa dialética por caso do sujeito obsessivo Então tá dado aí a relação é primo porque jogo é porque ela cansa está pensando a psicanálise como parte né o a partir da teoria dos jogos da cibernética que está sendo desenvolvida é Essa época aí então vou no viny quem quiser se aprofundar nesse seminário Então vamos ler o Freud os textos técnicos o frágil vamos ver vamos ver o o urso né o projeto Ecologia científica aquele que ele comenta aqui ali e vamos ler o que que era cibernética nos anos 50 a missio aí na antes né da do computador quando você estava pensando o começo da as teorias posteriormente importantes para a vida digital por hoje é só e o nosso próximo encontro e vamos abordar o seminário número 3 as psicoses com uma capa que remete a uma fonte uma fonte para qual o Lacan tirou Então essa foto essa é a única capa do seminário que apresenta o próprio Lacan como como parte do seu da sua imagem fundamental por hoje é só mais fragmentos da nossa minissérie introdução à obra de Lacan a partir das imagens das Capas e os seminários clicando aqui no aqueronta mover o
Seminário 3
, Dunker E aí .Música. o nosso canal no YouTube nesse valor do início de hoje especial de introdução à pensamento de Jacques Lacan a partir das imagens das Capas dos seus semelhantes hoje abordando o seminário número 3 as psicoses ou a estrutura floridiana das psicoses como ele teria declarado essa capa é uma capa que exige uma certa um certo risco de interpretação porque ela não se refere a uma obra de arte como é usual mas aparentemente ela foi tomada essa foto no átrio da rua dele lei número 5 em Paris o Burle vai colocar para vocês aí as fotos que a gente tem desse álbum né o ovo já que ela cansa e elaborado pela Judith Miller e as nossas fotografias a gente vai encontrar uma folhagem né não sei se vocês estão percebendo aí é que é semelhante a folhagem que a gente tem na capa do cinema e de fato Se você entra nesse espaço a gente entra por uma porta grande assim e vou sexta-feira que eu lá que claro que tropeçar e dar um espaço lá no átrio Esse ato e ou já tive lá uma vez e não me lembro vagamente dele com por algumas alguns vasos alguns lugares que são compatíveis aqui com que a gente tá vendo da foto isso tudo então como desdobramento dessa dessa dessa capu em que ele aparece ao lado dessa dessa Hamachi e na abertura do seminário 3 é importante de notar que agora eu vou resolver isso aí prospectivamente é que os seminários eles eram uma gente já disse aulas públicas orais mas ao final do ano às vezes um pouco depois pula que escrevia um texto que resume aquele ano de trabalho então no seminário de 1953 sobre a carta roubada a gente vai encontrar um texto que tá nos escritos e publicados em 1966 comentário a ao preço da negação do Freud de Johnny politics e resposta ao comentário de políticos sobre a fenae num de Freud ou sobre o conceito de delegação no Freud o seminário 13 ele é também contemporâneo do texto muito importante presente aqui nos escritos que é função e Campo da fala e da linguagem em psicanálise e você 53 é o pronunciamento que ele faz em Roma e eu também acordei por ano de um texto que está editado a parte pela Jorge zahar chamado simbólico e Imaginário irreal né nossa 53 é o ano que acontece essa essa saída do Lacan a sociedade psicanalítica de Paris e que então assim se ele fica no Limbo institucional porque imaginava que não estava só eu tô mas acabou acabou ficando sob julgamento aí durante dez anos 60 e 53 até 63 para resolver esse impasse institucional enquanto isso Ele formou é a sociedade francesa de psicanálise que que ficou conhecido Então como a primeira escola de Lacan no seminário dois que a gente também abordou aqui e 54 55 a gente vai tem como correlato nos escritos o trabalho que abre esse volume que chama justamente o seminário da carta roubada então ele tá sintetizando ali o seminário dois outro texto que é contemporâneo seminário dois e variantes a curativo um texto mais sobre clínica né sobre o que sua técnica como como diz o título do seminário dois pode ter isso ainda é a coisa foi em cana ou sentido do retorno à Freud psicanálise um texto que está nos eu fiquei com temporário o seminário dois então a gente pode ser o seminário dois Ele abriu uma nova etapa da teorização de ensino do Acre conhecido como um retorno à Freud o seminário três dar continuidade é isso fazendo então uma leitura Cerrado A sistemática de um bocado do froid um caso na verdade e literário é o autobiográfico que se faz importante para a gente entender esse texto o caso o segredo então recomendo a vocês o relato autobiográfico que tá saindo agora pela todavia uma nova edição é Memórias de um doente dos nervos e eu fiz a introdução a quarta capa dessa nova edição Recomendo o texto do Fred 911 observações fica na diz que é sobre um caso de mente a Paranoid autobiográfica 20 inscritos e abalam o finalmente o próprio texto do o que está discutindo a tradução que ainda mal pai fez o Alemão para o inglês desse desse trabalho então esse texto e ele é contemporâneo e vocês vão encontrar a síntese dele lá nos escritos em 1958 não trabalho chamado questão preliminar a todo tratamento possível da Psicose as aí o espaço entre o seminário três né que é de 55 56 e ao seu resumo que é de 1958 aqui a gente vai ver o Lacan os seus maiores momentos quanto comentador do Freud né ele vai pegar assim linha ali eu tratado do shredders né E vai mostrando como se dá um processo no ovo querendo colar que eu vou introduzir a psicanálise né que eu estava lá no Freud aparecia no outro texto no Quem são mas que para uma cama é adquirir uma qualidade estrutural esse processo chama-se ferver fofo e em francês furacões e um português foraclusão tão a foraclusão do nome-do-pai essa não inscrição do nome do pai no simbólico né impediria né que eu falo se inscrever-se no campo simbólico e consequentemente faria com que aquilo que não foi inscrito no simbólico aquilo que não foi admitido no simbólico vai voltar então no real aqui ele trabalha ainda com textos anteriores do Freud onde o fla ele vai vai dizer que para que algo possa ser simbolizado precisa ser antes afirmar essa essa afirmação fundamental essa baby Aron fundamental não aconteceria na Psicose e Além disso então por essa não inscrição ou que não se inscreve no simbólico volta no real a gente tá vendo aqui abertura que um universo completamente novo de considerações sobre a loucura e sobre Psicose universo que não está mais restrito a ideia de que é psicose perdeu a realidade fazer a Psicose ela ela perdeu a idade como o criador mas também perde a realidade o que nos diferenciam que diferencia uma coisa da da outra é o ponto de retorno então ele vai desenvolver essa distinção entre repetição e retorno ele vai desenvolver todo uma teoria do Delírio de como Delírio ele se desencadeia a partir de fenômenos elementares uma coisa que ele traz lá do mestre dele psiquiatria que é o clã Hubble de como dele tem uma função de cura uma função ou restitutiva de como no cheiro era a gente tem umas peças de vi ordem compreensível para o que está acontecendo com ele a comer os sintomas hipocondríacos depois a relação dele por um flexiquer ao psiquiatra que atende ele na primeira doença como ele chama e esse laço que incita fantasias homossexuais entendendo frente como é que isso vai te operar na segunda volta dessa dessa doença que caracteriza Então você desencadeamento se encontra lá que vai pensar essa essa pensamento que eu tiver tem uma vez quando está acordando né Ah como seria bom ser calculado como uma mulher ia repudia essa pensamento e ele tá muito mal com esse pensamento e aí sobrevivem respostas é de negação e que dão origem da origem Aos três Delírios de ciúmes e negação automaniaco e paranoico que a gente tem aqui no presidente estrada é um quesito fundamental a EQS Clara concepção de estrutura e Dori tá vindo com a noção de estrutura ligada ao seminário dois a reforma da estrutura da fala e aquele vai tentar com estrutura da fala mostrar que ela que elas se articulam forma diferente no caso da Psicose Psicótico não recebe sua própria mensagem de maneira invertida e acordo com o esquema era mas ele recebe mensagem diretamente no outro ele escuta diretamente do outro de Deus o outro ao Supremo você fala com ele diretamente e essas são as alucinações é um capítulo muito importante nesse cenário onde ele vai definir o que que é uma estrutura a partir do que que é uma questão né E vai dizer assim esta questão na histeria é o que quer uma mulher e na neurose obsessiva O que é a morte eu tiro dessa dessa seção desse seminário a seguinte colocação o acesso da mulher ao Complexo edifico Suez a imaginária se faz passando pelo pai exatamente como um menino em virtude da prevalência da forma imaginária do falo mas a medida em que esta é ela própria tomada como elemento simbólico central do é tipo se tanto para menina quanto para o menino o complexo de castração assume um valor pivô na realização do Édipo mesmo Central não é a relação de indicação ao paterno mas é a castração é muito precisamente visão do pai porque o falo é um símbolo do qual não há correspondência equivalente é uma das seguintes simetrias no significante de que se trata essa de simetria significante determina as vias por onde passará o complexo de Édipo as duas vias fazem essas eles passarem na mesma Vereda a Vereda da castração então está aí apresentado o seminário três esse momento de comentar Oi dona cam sobre a obra de Freud e de amadurecimento da sua teoria do significante da tua sou teoria da significação dele é pensado como uma significação que não se fecha que não se interrompe os diferentes fenômenos elementares lá do caso do chileno são comentados nesse texto muito interessante que eu recomendo a vocês no próximo encontro vamos abordar porque o livro da relação de objeto seminário quatro e já que Lacan tem na sua capa Urano devorando um de seus filhos Cronos melhor dizendo devorando um de seus filhos segundo essa representação do Goya essa pintor espanhol para maiores fragmentos da obra de Lacan clique aqui uma garota vou ver por hoje é só pessoal é E aí .Música.
Seminário 4
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso canal no YouTube nesse falando isso especial de hoje com introdução ao pensamento de jaca partir das Capas dos seminários que ele pronunciou hoje enfocando o seminário livro 4 a relação de objeto 1956 1957 que tem na sua capa uma pintura de Goya e lucentis essa pintura espanhol em 1819 pintou e essa essa tela com parte da sua fase Negra né que inspirou tanto o expressionismo que absorveu Olá do Barroco o trabalho do claro-escuro com esse tema mitológico esse tema clássico que é Cronos e Saturno engolindo devorando os seus filhos imagem portanto de um canibalismo é contrário aquele tem matizado pelo Freud não vai vir em totem e Tabu que é um texto fundamental para a gente entender Esse seminário Ele disse que os pais os filhos forem matam o pai e colocando uma uma Totem no seu lugar que a partir de Então se transformara num tabur uma interdição aqui em acordo com a mitologia grego-romana a gente tem contrário né a gente tem a saga de um pai que devora seus filhos tendo ele por sua vez tendo Cronos O Deus do tempo né assassinado ou extirpado os órgãos sexuais o seu pai o Urano ele é Castro pai joga é o seus testículos na água dando origem então ao ciclo Aquático enquanto isso passa a reinar sobre a terra e ele quer se casar com a irmã Reia e que é uma das três representações gregas que a gente tem para o tempo tem o tempo Cronos e que é o tempo que que tudo devora né o tempo que passa o tempo que que engole o novo né que levaram do ovo a gente tem o Kairós que é o tempo do encontro o tempo da contingência do imprevisível e a gente tem Lion que seria assim o tempo circular o tempo do dos tempos míticos em que tudo se repete em que reinar de dicas a a lei dos Deuses não e não anônimos a lei dos homens então estamos falando aqui e de um trabalho que tem Mate é sempre a origem da Lei e do tempo de fato isso vai ser importante para a gente entender porque que o na cama vai reler nesse seminário o caso do dólar fragmentos da análise de um caso de histeria que tá disponível em um dos vídeos que a gente já fez e também o caso da jovem homossexual é o caso mais é posterior aula do frágil que ela que eu vai retomar para tentar estabelecer assim uma espécie comparação entre o sintoma fóbico e o sintoma do fetiche o final do seminário é dedicado a um comentário então Cerrado linha a linha do caso do picantes em caso de fobia ou de neurose de angústia e que uma vai ler e introduzindo aí a temática da estrutura né ele vai pela primeira vez o falar numa estrutura topológica e da metal a perna que ele tenta descrever aqui ele vai mostrar como como complexo de Édipo admite uma leitura sucessivamente estrutural né são são são pelo menos três momentos que ele começa a distinguir aqui a crise na física o momento de entrada na rivalidade edipiana e a construção como ele diz ao final de uma nova metáfora é a grande questão aqui em central para ele é como um de um lado a gente tem um objeto que parece captar privilegiadamente a libido e de outro o que significa o falo como falo então quanto significantes vai reger as dia nesses ações no desejo como falo Vai representar a falta como falo vai ser atribuído né deslocado a mente para o pai para irmã para a mãe para avó para tirar o cavalo para tudo aquilo que então aí prejudicar a a sutura da falta mas que por outro lado vai indicar a origem da angústia em um seminário então e coloca esse esse pintora da loucura essa pintor da sombras a série dele de caricatura sobre a crueldade humana que o que ele tá pintando aqui no contexto da Guerra e da devastação que a guerra traz e de como o sono da Razão cria Monstros né Vejam Só que que pintora atual para o nosso contexto goi um dos primeiros a abordar assim que seria na pi e coreografia né O que seria a a loucura que move humano isso tá então bem posto aqui no quadro que foi inspirado por um quadro anterior que o gol e gostava muito para do Rubens eu vou lhe vai colocar para vocês né o e eu e o que que ele fez com que ele viu o quadro Rubens é um quadro que tem uma intensa alegria Cristã atravessando a representação né Ele parece tá citando o tema clássico de Judith holofernes Judith e que corta a cabeça né e lidera o povo judeu é corta a cabeça desse desse Imperador vai ser a rei babilônico Se não me engano que é o que é o holofernes e que nesse nesse momento né a estar às voltas então com uma decoração com o ato que é um ato de separação né E que é um ato de que dá início então ao novo processo de liberdade no caso a liberdade do povo Judeu de fato aqui A grande questão para o glória e também para o seminário Lacan é como que a castração ela vai passar no seu registro Imaginário em que o pai aparece como como um grande a ter poderoso Divino totêmico que vai devorar a criança né importante objeto ambivalente do seu amor e do seu do seu ódio para a vamos assim simbolização daquilo que o pai teria para poder estar no lugar de pai e a Grande descoberta da criança quando ela sai dessa Identificação do falo com o pai percebe que o falam significante que sua propriedade Fundamental e operar trocas que ele circula que ele não pertence a ninguém e que também ninguém é o falo como ele Analisa aqui em relação a Dora EA jovem homossexual temos aqui nesse seminário uma grande novidade que entrodução dos três registros da falta então a gente tem a falta imaginária vai ser chamada de castração é desculpa posso imaginar E vai ser chamada de frustração a falta a simbólica de castração e a falta real de privação cada uma dessa e nessas interseções da falta vai vai estar tipo lado é com uma modalidade de objetos né mas é um objeto no imaginário no simbólico e no real e cada uma nesse operações vai estar ligada com a gente né se a gente pode ser o pai real pode ser o pai simbólico pode ser a mãe se embora que aconteceu pai Imaginário é assim que ele relé completamente o caso do pequeno Hans está chegando numa formalização topológica né ao final que é mais ou menos a seguinte tá os eróticos chegamos felizmente operação de uma ordem mais elevada Onde encontramos certos conjuntos sintáticos com que somos familiares o perigo evidentemente é sempre de identificar esses conjuntos sintáticos puxar os excessivamente para o que se pode chamar de propriedades da alma até mesmo empurrar um pouco é mais docente de uma espécie de instintos institualização natural e isso é desconhecer o que domina de súbito e o novo organizador que dá alguns desses conjuntos o valor de uma unidade de significação e que se chama de modo corrente uma palavra é assim por exemplo que alude ultimamente a famosa Identificação do menino com a mãe chamando sua atenção para o fato de que matar o identificação jamais é feita senão em referência ao movimento Geral do Progresso de uma análise como Freud assinala energicamente a observação do pequeno Hans havia da análise jamais pode repetir o movimento do desenvolvimento da neurose ela tem câncer assim ao o movimento oposto ao formativo daquela negócio Lembrando que o seminário quatro ele é contemporâneo do texto que tá nos escritos chamado situação da psicanálise e formação no do psicanalista em 1956 ele também tá referido a um texto que nós não temos em português chamado fetiches e se embora e teve ou Neymar gênero que Ele publicou junto com o grande óptico ou pedir Então pessoal se a porta aqui o seminário 4 é a capa de Goya inocentes é Cronos devorando o seu filho para maiores fragmentos e super egóicos e gozar antes e de paz reais e de castração clique aqui no aquele outro momento Semana que vem vamos entender porque na capa do seminário o número 5 as formações e objeto encontramos um fragmento dessa Tapeçaria medieval renascentista que está lá na Abadia de cluny no Museu Medieval de cluny na França até lá ó E aí .Música.
Seminário 5
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindo ao nosso Falando nisso de hoje neste canal YouTube com a minissérie especial introdução ao ensino de Lacan a partir das Capas dos seus seminários abordando hoje o seminário 5 as formações do inconsciente seminário 1957/1958 um texto que é contemporâneo do que vai aparecer lá nos escritos como a psicanálise e Seu ensino mas também é Constância da letra no inconsciente ou a razão desde Freud texto por qual eu fiz um comentário regrado linha linha e que saiu aí pelo Instituto langage né é uma hipótese de leitura o seminário 5 tem na sua capa o fragmento de uma pinto Oi e o chinelo 1432 que descreve a batalha de São Romano entre Siena e Florence é uma descrição ou muito interessante uma das três representações que a gente tem desta batalha tá no National Gallery não tá na Abadia de cluny como eu pensava porque estava pensando na capa do outro seminário né na verdade Alô alô Uma alusão ao tema de unicórnio né que a gente vai ver aí mas mais para frente mas tá lá no nesta ou Gallery em Londres essa capa ela se justifica por uma análise que o que Face dentro do dessa seminário e introduzindo tem um celular que introduz o grafo do desejo mas informações sobre isso temos um vídeo específico sobre o gráfico desejo seus andares né como um desdobramento tão as duas esquema R2 esquema e dois que matelli sobre a estrutura da fala e sobre os que é isso tudo é na realidade os que morre e o esquema é a partir disso nesse momento a obra do alcance não tem esse novo modelo né modelo baseado no no grafo e que começa a se construir aqui e para fazer essa construção o Lacan desenvolve uma série de leituras sobre o Shift para falar como notícia o plano anunciado separam plano denunciação para falar como no x que existe um aparição do desejo fisgamento né que Inter pelo fantasma como a gente tem ali todo o funcionamento do inconsciente como um processo social e os exemplos de XT que ele narra é o seguinte quando resolvi abordar com vocês este ano a questão do vixx ou do vídeo esse uma pequena pesquisa não há nada de super Vou começar a me interrogando um poeta Trace o poeta que introduz em sua prosa bem como em formas mais poéticas a dimensão de um espírito singularmente dançarino um encontrar nuit essa ideia que habita sua obra e que ele faz vibrar até quando falo vez ou outra de matemática Pois é também matemático estou me referindo a irmão kinobo a mulher e participou do grupo olho e por junto com um t-rex junto com o Italo Calvino de outro como lionese que é um grupo de escritores que começa a pensar criação literária a partir de 7 problemas matemáticos né Por exemplo impondo-se a fazer inscrições para escrita não escrever um livro usando a letra e pé que enfrentou e venceu esse esse desafio no seu disparition ou traduzido recentemente como os filmes ou quem não é é uma poeta surrealista e com quem lá que conviveu no nos primeiros tempos o seminário com cojef e aqui então tá homenageando o que não conseguindo né quando trocavam os nossos primeiros ideias A esse respeito ele me contou uma história é história de um exame do bacharelado temos então candidato e temos o examinador fale me diz o examinador na batalha de Marengo candidato para por um instante que olhar pensativo batalha de Marengo mortos uma coisa medonha feridos assustador mas desamarelador se eu não pode me dizer algo mais específico sobre essa batalha candidatos reflete por um momento e responde um cavalo empinado das patas traseiras e que re enchava Olá o cavalo empinado nas patas traseiras traseiras e relaxando surpresa examinador que a sondá-lo um pouco mais e disse mas com ele eram sendo assim que tenha a bondade de me falar de a batalha de fonte no ar é a matéria de fundo lá mortos por toda parte feridos uma porção deles um roxo pois a minador interessado disso vai Será que o senhor pode me dar uma indicação mais específica sobre a batalha de foto no ar Hades o candidato um cavalo empinado essas patas traseiras e relaxando de novo a capa do seminário fazendo uma manobra o examinador perde o candidato então que fale da Batalha de Trafalgar e ele responde mortos uma carnificina feridos centena deles mas afinal meu senhor você não pode dizer nada mais específico sobre essa batalha assim Claro com cavalo cumprir mencionei observar que a batalha de trás folga foi até naval desde o candidato para trás cavalinho o valor dessa história está me ouvindo e permitido de compôr creio aquilo que se trata na tirada espirituosa ele vai analisar essa piada ei ei que o ele tá tentando enganar os a minador com a mesma conversa vazia EA data sua mentira as condições do que bom tem que ser um cavalo marinho o cansaço dentro da Batalha de tração o seminário 5 é conhecido então pela pela profundamento dos três tempos do Édipo quem quiser estudar o Édipo na que ler Então essa essa se começo do seminário onde ele vai dizer olha fundamentalmente o Édipo não é uma operação a três mas ele a operação a quatro e na verdade ele deve ser pensado como a interpolação entre dois triângulos um triângulo Imaginário e um triângulo simbólico um triângulo composto pela criança ou falo e a mãe outro tem um composto pela mãe o pai e o ideal é de eu vai ser um um trabalho muito muito interessante esse que Lacan trás Especialmente quando ele compara a neurose obsessiva com a uma fobia quando ele disse que toda estrutura se apoia em quatro termos né dizer que são os termos intervalares do gráfico é fantasma desejo ideal do Eu e eu com essa definição são os quatro elementos que compõem a estrutura no sentido estrutura Clínica compreende também uma uma discussão muito interessante sobre as relações entre desejo demanda e necessidade ele vai aqui começará a depurar a exigir mais deu do conceito de Desejo de tal forma a entendê-lo numa espécie de dialética com a demanda sendo a demanda o campo aí de formação da pulsão por um lado e do amor por outro então a ideia dar aquilo que não se tem é aquilo que eu desejo funciona o intervalo né da demanda com a necessidade o que que seria necessidade aqui ainda é uma necessidade que se aproxima do objeto biológico né Talvez distinto mas adiante ele vai dizer não essa necessidade a necessidade do de Escuros então seminário 5 fica aí para vocês as formações do inconsciente A Batalha da castração a batalha do ético né está aqui bem representada é uma excelência milagre a começar a ler uma canhão na cam e bastante compreensível e que ainda está às voltas com o Retorno à Freud esse projeto começa lá e 53 e vai até o seminário sobre a ética sobre a identificação então para mais fragmentos e das obras de Lacan e das cavalariças o compõem esse desenvolvimento médico cliquei aqueronta morrer na próxima edição e nós vamos estudar eu a Campa do seminário seis o desejo isso é interpretação é a partida imagem da alegoria de Vênus e cupido Cupido A feita por bronze no em 1515 vem com a gente e .Música.
Seminário 6
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso canal no YouTube nesse Falando nisso especial sobre a obra de Jacques Lacan e apresentada a partir das imagens das Capas dos seus seminários abordando hoje o seminário número 6 o desejo e sua interpretação que foi pronunciado entre 1958/1959 né E que tem na sua capa a vemos que o Cupido de bronze no esse a pintora renascentista 1545 propósito essa tela uma tela bastante irônica e muito compatível com o que a gente tem no conteúdo desse seminário seminário e contemporâneo de um texto dos escritos chamadas a dirigir ou a letra Eu Desejo onde o lacre comenta né esse autor francês André gide é contemporâneo da conferência do Lacan no Instituto Max Planck enviei em Zurique né é chamada a significação do falo e contemporâneo de um dos trabalhos mais lindos Lacan sobre a prática psicanalítica é que é direção da cura e os princípios do seu poder então 958 um ano bastante produtivo para o macan onde ele vai enfrentar a terminação da da construção do gráfico do desejo com a leitura dos seus andares superiores com o desenvolvimento da noção de fantasias e a uma boa parte do seminário é tomada pela pelo comentário o que ela faz do ramo ti Esse é o príncipe da já marca essa peça do cheiquispir mais ou menos contemporânea e da obra do Bronze no Entre uma e outra coisa a gente tem um comentário de um caso Clínico da ela achar que está disponível em português tá na no trabalho dela subisse camada de um sonho e o caso muito interessante do do paciente quilate antes de entrar nesse são para para que ela se recompuser se por quê Porque ele tava imaginando que ela ficava fazendo coisas antes da sessão eu um caso repleto de sonhos sonhos que são interpretados e o e um casca usado pela cam para apresentar a sua sua teoria do grafo do desejo de uma maneira assim mais prática e mais contunente como relação ao o texto o texto do Shakespeare né É que eu lá que eu vá é uma teoria do luto muito importante é que vai se desdobrar e os momentos da da obra dele e bem como esse entendimento né da função do falo e na sua distinção para a prevenção né Então em vez de pensar um fetiche ele vai pensar o quê que eu falo faz na prevenção Qual é a característica do falo da prevenção que que é o seu o seu modo em relação com o outro que vai contar aqui mas vamos voltar a essa essa capa que é uma capa muito divertida disse que é um trabalho único que tá lá no National Gallery e que fala que mostra né Vênus Afrodite que está sendo tocada limpa e de nós a mente no seio e também dando um beijo no seu filho e o hero’s dizer estamos às voltas com certo uma cena de i----. também esse teria sido o mundo os motivos para que chame não se vingar-se do pai como o fantasma do pai aparece para eles falar se vinga de mata o Cláudio que o usurpador do trono está dormindo com a sua mãe e o ramo batizamos e pensar antes preciso preciso me inventar uma loucura Antes preciso de tempo mas por que que ele então evitaria a diária o seu ato a talvez desejos e de natureza e incestuosa mas essa essa tela e ela reflete o momento da discórdia né eles não tinha sido convidada para um casamento e aparece mesmo assim ele joga o povo de ouro e pergunta para os presentes quem é é bonita Afrodite Atenas Palas Atenas ou hera esposa de Zeus if nesse uma contenta é uma disputa é um seminário ou a gente vai ver assim ela quer tematizando escuta fábricas nem aí e seu sentido na estruturação da neurose são disputas pelo poder no essa disputas pelo reconhecimento principalmente e para resolver a Contenda se chama então mortal coitados Manu Paris o Paris dizer óbvio que Afrodite ou Vênus é a mais bonita e desencadeia com isso uma guerra a guerra de Tróia nessa sendo que o Paris rápido Helena dá para para Tróia e isso gera no plano do mundano a guerra entre gregos e troianos é que termina com a história do cavalo Cavalo de Troia mas antes disso ele se meteu nessa encrenca de dizer e entre três mulheres e é a mais bela perigos de responder à demanda de tentar assim achar que aquilo que o outro pede é o que a Keila realmente quer e um trabalho muito interessante porque a gente vê também ao fundo Zeus com a sua p----. dizendo bom é esse tempo vai passar eu tô tô eu estou medindo aí a incidência da temporalidade a gente vê uma figura aqui que está berrando no canto né que é sífilis ou o ciúmes hora que sinônimo outro ciúmes para os italianos conhecida como a doença francesa Para os franceses conhecidos como a doença italiana obviamente o mal sempre vem do outro a gente tem aqui então uma o retorno a esse tema do amor né no Lacan não sei não seminários seis é que os seminários sobre a interpretação sobre a a arte da interpretação sobre e como a interpretação deve jogar com significante com equivocação significante como interpretação pode jogar com esses canção do significante como ela joga e deve responder assim aquele significa escolhido pelo paciente é como como a interpretação ela ela faz Ressoar efeitos de significação efeitos semânticos Mas ela é basicamente um trabalho de forma com uma forma de fazer o sujeito escutar né aquilo que está no registro passando para Outro registro fazer com que o objeto da demanda se de a Letícia e não objeto do desejo fazer com que haja uma subjetivação desse desejo fazer com que exista vamos ver se uma renúncia um fragmento de gozo ligado ao significante tudo isso tá aí nessa teoria da interpretação de envolvida pela cá nesse seminário é uma passagem onde ele faz referência a um outro Quadro muito importante chamamos objeto da castração de falo eu falo o que nós vemos aparecer no que eu chamava de a última vez e falou Phineas artificiais da análise nesse caso também aparições né do Fábio nesse caso também análise se revela ter sido uma experiência original absolutamente única pois não existiu no passado nenhuma espécie de Alquimia terapêutica ou não e que tenhamos visto apareceram falo olha o que que ele está observando que eu falo não tem margem né eu falo é assim algo que está entre a aparecência Ea desa aparecência ele é o signo de uma transição e não um objeto Sei lá o pênis a imagem do pênis né Mesmo quando a gente fala do pênis e interessantes Por que que ele ele teria sido escolhido privilegiadamente porque ele é uma parte do corpo que se Press a alteração de apresentação né Ele é uma parte muito móvel do corpo que fica ereta e depois de isento Messi depois da relação sexual então ela se presta para simbolizar nesse movimento como mas em outro momento ele vai falar da da pálpebra pálpebra também se presta a Esta função né e hieronymus Bosch vemos todo tipo de membros desarticulados ou então ao flatos nada menos que Oriente e em que é neste mundo acreditou Deveria encontrar o protótipo do Espírito Santo tudo e se está exibido em imagens ONU antes mas o falo vocês podem notar que ele não é visto com frequência se nós sim o vemos e também percebemos que não é muito não é muito fácil designá-lo como estamos aqui ou estando lá sobre isso quero fazer apenas uma referência então aí está uma passagem desse seminário é interessante ou de Lacan vai inclusive questionar o sentido a homossexualidade em psicanálise a partir do que que vem as eu falo com um seminário onde Lacan recupera né a imagem da Ofélia e Ofélia que quando a quando o filho morre então aí o realmente consegue se dá conta de quanto ele a desejava ou seja Quantas vezes a gente não não percebe o que que é que queríamos quando o quando perdemos o objeto aqui Alice representava aí é um seminário que passa pela manhã no melancolia ele cita altura ao bater arda turan pintor alemão né que tem aquela famosa sobre a melancolia eo Bosch aqui mencionado já tinha sido objecto de uma alusão do Lacan e estádio do espelho como formador da função do GM psicanálise o dizer assim o que que o Borges na ele narra essas esse sentimento de a tentação de perda de unidade de hibridização do animal com Mano do humano com o Divino do divino com o diabólico do sexo com outro de um gênero com outro né Essa mistura completa essa essa desordem que que acontece no espaço entre humano e a natureza faz com que embora seja um grande autor para tematizar o que Lacan chama de Imaginário né imaginar E a partir da deformação da forma imaginária que posto a partir de um elemento que tá nessa capa também que é cortina né a cortina que mostra o que eu que está atrás a cortina que mostra o véu semblante a mascarada três funções do falo que são desenvolvidos aqui no desejo e sua interpretação como a psicanálise no fundão a prática de interpretação do desejo e não doeu e não das defesas contra o dese o desejo e não das defesas contra angu e não dos valores novos ideais mas do Desejo do sujeito ficamos por aqui no nosso próximo encontro Vamos enfrentar o livro 7 a ética da psicanálise e que tem na sua capa uma representação do Marquês de Sade o Divino Marquês e esse é um libertino libertário e essa filósofo a que deveria estar no panteão junto com Kant nos nossos pensadores iluministas até lá ó
Seminário 7
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso canal YouTube nesse falando especial de hoje dando continuidade à série sobre a obra de Jacques Lacan introduzida a partir da capa dos seus seminários hoje entramos do volume no 7 a ética da psicanálise e pronunciado em 1959/1960 e a capa ela vende o autor um surrealista americano chamado mano rei que trabalhou com Breton que que frequentou aos surrealistas franceses que era amigo dele chão do chão am-eq que tem inclusive algumas das suas fotos e nas suas colagens no volume a revista surrealista farol de no ele onde Lacan em 1929 publicou seu poema surrealista e atos irracionais foi uma muito interessante o dele vai jogar com forro e com a água é um poema sobre Heráclito no fundo esse filósofo grego que acreditava na transformação no Devir todas as coisas manfrey é um paradigma de alguém que veio na pintura passou pela colagem chegou na fotografia fez trabalhos com cinema também dizem que esta capa do seminário 7 que a nesta tensão Marcele ela retrata o André Breton velho André Breton autor da ele manifesto surrealista que que que que é uma certa Contenda com bacana aliás os dois eram psiquiatras fizeram seus estudos de forma mais ou menos contemporânea a gente pode dizer que nesse nessa seu retrato na verdade a gente eu ganhar o fundo a Bastilha pegando fogo Dizem que o Marquês de Sade estava internado preso na Bastilha quando da tomada dessa antiga prisão 1788 pouco antes da dando início À Revolução Francesa A versões em que a gente já tem um fogo né em volta aqui da da base da Bastilha e uma crise sabe depois e depois desse momento ele é removido para um Hospital Psiquiátrico charenton nas imediações de Paris um retrato de sólido porque mostram um distanciamento acima a apatia do site apesar de a é uma cor vermelho-sangue leque quê que estaria na boca dele de fato sabe é um dos personagens teórico desse seminário um dos mais importantes e lá Camus mais dados especialmente por quem tem interesse na filosofia você milagre começa com uma rediscussão de um trabalho do Freud associado com o a Neurologia que é o Projeto psicologia científica pra ter neurólogos mas quem vai ser líder tem proposto para o celular como um texto de ética e com o objetivo de mostrar que na psicanálise EA psicanálise se estabelece como uma nova ética para tal ele vai examinar o alguns autores clássicos da filosofia da ética comparante criticando esses autores a luz da hipótese de de como eles lidariam com a o sujeito determinado sujeito causar um sujeito do desejo não necessariamente o sujeito estranho a razão é pelo contrário mas que apesar de tudo teria sua essência e seu fundamento no desejo Então é assim que ele debate com bem hum Esse utilitarista inglês assim que me debati com Aristóteles particularmente ética de comigo é assim que debate com Kant é assim que ele debate com as tendências utilita listas iluministas e e também e literários das quais ele pode então verificar o que ele chama de ética da psicanálise basicamente três referências aqui né primeiro antígona esse segundo Capítulo e da trilogia do softclix que começa com Édipo Rei Depois tem antigo depois Édipo em Colono para quem vai dizer a ética da psicanálise médica até o cara ele vai dizer antigo na eu personagem que não sede do seu desejo como se espera da da da ética do psicanalista fundada no desejo de desse canalizar também o amor cortesia ela vai ele vai elaborar todo uma teoria do do vazio todo uma teoria da da incomensurabilidade do desejo com seus objetos A partir dessa dessa formação literária que é o amor trovadoresca o amor da em relação à a Dama lá que é inalcançável presente aí nos no na literatura do sul da França do século 16 o século 15 a terceira referência Rider ir o seu conceito de fonte né como como inspiração para uma arte que faz Contorno para o vazio que envolve o vazio que bom E aí isso lá das ânforas Gregas e da arte grega Marquês de Sade vai ser então um desses autores com quem ele vai comparar a ética da psicanálise ou ética do desejo e ele vai mostrar como usar de tem umas peças de de ligação estrutural de ligação toda a peculiar com aquele que seria o seu oposto né o seu eu digo no é o seu presente sabe que é o Cante uma ética Kantiana é posta aqui em cima da mesa e no fundo tudo aquilo que implica no pensamento kantiano não só a ética mas também a filosofia do conhecimento a Razão Pura vai ser assim atacada discutida pelo Lacan nesse momento para chegar ao final do seminário e com essa ideia né de que a psicanálise ela promete um homem possa culpa um homem que apase se livrar da sua relação com superior no caso do sadi vou mostrar aí ficou e a escola de Frankfurt também vão caminhar nessa direção né como uma uma moral em que a gente eu poderia assim naturalizar o desejo né o gozo com uma moral desse tipo ela encontra o mesmo tipo de paradoxo de uma moral oposta que a Kantiana que recusa qualquer indicação com a sensibilidade com autoridade como plano do queixam de patos no fundo os dois Kant e sábios estão reunidos nesta ideia né de que a purificação seja dos Sentidos seja a razão seria suficiente para que a gente encontrasse o puro e Reto agir não na verdade e os dois eles estão isolando o superego Num caso né é e Outra Face do superego o outro aquilo que seria o impulso o gozo o que seria para o floide a ordem do Superior então seminário fundamental cenário que trabalha aí com os gregos com a modernidade que trabalha vamos as implicações filosóficas e franja estabelecendo um novo paradigma porque seria sem pensar a psicanálise não só como tendo uma ética mas como se constitui com sendo uma ética Esse seminário ele é contemporâneo de um texto que está nos escritos chamado em memória de Anderson sobre sua teoria do simbolismo desconhecido pela introdução do conceito de afanise então momento em que o sujeito se vê a vamos ver assim o ocluídas polido da cadeia significante outro texto que é contemporâneo aqui da da ética na psicanálise e ainda que publicado em 58 e a questão preliminar lá que trabalha bastante aqui nesse seminário é um problema antigo que é o voo vários olhos verdes Aonde isso estava ou eu deve Advir usei como uma espécie síntese da do axioma ético da psicanálise que quer dizer isso substituir o Edi pelo eu vou então uma criar-se uma relação de consequência de implicação com o desejo coloco a questão o término da análise o verdadeiro quer dizer aquele que prepara a tornar analista não deve ela e seu retorno confrontar aquele que ela se submeteu a realidade da condição humana é propriamente isso que Freud falando de angústia designou como o fundo onde seu se produz seu sinal ou seja o rio filosofix A Desolação onde o homem nessa relação consigo mesmo que a sua própria morte mas o sentido que ele se nem eles dobrado esse ano seja a segunda e não deve esperar a ajuda de ninguém ao término da análise da Tica o sujeito deve atingir e conhecer o campo e o nível de desarvoramento absoluto do nível no qual angústia já é uma proteção não há vá tem mais uma erva certo a parte né esperar né não um uma uma expectativa de algo mais um corte na expectativa angústia angústia já se desenvolve e deixando um perigo delinear-se enquanto que não há perigo no nível da experiência a última da rave music tá aqui um exemplo né uma síntese do que uma Hum tá chamando de ética da psicanálise e como isso tem que ver com um final do tratamento fica aqui então nossa introdução é ética da psicanálise quem tiver interessado em mais detalhes sobre a construção da obra e do ensino aquele ano Me acompanhe não sabe né 18 que vamos discutir no nosso próximo encontro que tem na sua capa só que essencial sabia disso extraído sair de um detalhe dessa tela Na verdade uma fresco que está no Vaticano de Rafael Sanzio a escola de Atenas bem grosso para receber mais detalhes e naquele ano os clique aqui e do aqueronta mover o .Música. .Música.
Seminário 8
, Dunker E aí .Música. Olá bem-vindos aliás Falando nisso de hoje nesse canal YouTube com a série minissérie Max série as obras de Jack rackham ensino de Jacques Lacan transmissão de Jacques Lacan a partir das Capas dos seus semelhantes e hoje vamos abordar o seminário 8 sobre a transferência acaba desse seminário é um recorte de um trabalho de Rafael Sanzio e chamada a escola de Atenas nesse nesse nessa tela que o bullying vai pôr para vocês vocês vão encontrar aí bem no centro dois filósofos Platão de um lado e o Aristóteles o outro Aristóteles fazendo assim né dizendo o conhecimento tá para baixo Platão indicando-o para cima né que o conhecimento está nas ideias no idosas essences então o Rafael colocou esse afresco né e na sala de decisões do Vaticano Então você vai passa pela capela Sistina e chega Nessa pequena saleta onde os grandes tratados poderiam ser assinado pelo Papa e por por outras potências Então nem a sala a gente tem a lembrança né da sabedoria que antecedeu esse momento tão ali presentes em inúmeros pensadores gregos de Pitágoras a Demóstenes a ao Diógenes o cínico e num num fragmento assim a direita que vou levar Rei e a gente encontra Sócrates que esse esse meio careca aqui meio meu barrigudo falando com o personagem de azul azul a cor grelha né é que o Alcebíades você vai falar de como lá que eu tenho uma interpretação nesse seminário interpretação completamente original sobre a natureza da transferência a partir da Leitura Inicial que ele faz do livro fundador Talvez uma reflexão amorosa no Ocidente que é uma maquete do patrão né então ele vai seguindo uma um as teses que se desenvolvem nesse nesse seminário sobre a natureza do amor ele começa com o Cedro né e no debate com o Cedro a defende-se a ideia de que o amor é é uma grande metáfora que tem por objetivo nos parece assim de inversão da posição entre amante amado é o que que deseja o amante que ela seja Amado como aquele que ele ama e segunda vez Ecologia no rir né a teoria do pauzanes de que o amor ele é algo que interessa as pessoas porque ele produz umas peça enriquecimento da Alma ele produz uma um fortalecimento da Alma que seria si próprio para aqueles que precisam resistir né ao ao temor dos outros em seguida vem ele em cima porque defende uma teoria a curiosa assim de que no fundo o amor o amar e ser amado a conquista de mais e mais amor apoderamento né Zé de traços de amor ela seria importante para a saúde humana quanto mais estou a soca Bom dia Mari disse ele ser amado Maio mais saudável a pessoa ficaria e por isso o amor nas suas diferentes versões né o amor Eros o amor philia é entre em um amor Ágape o aborto da das turmas né que são respectivamente né as formas de amar e mais sexual mais assim ligado amizade mais ligada à divindade e mais ligada à vamos dizer assim a família e o o o ambiente do Olhos bom lá que vai passando por ou todas essas teorias e na hora todas elas e alguma medida se parecem com a psicanálise Inclusive a próxima que sai pela boca do comediante aristófanes né que é que é a teoria da esfera ou do andrógeno aquele e o que quatro pernas quatro braços e que Zeus fica com inveja e manda um um um raio que separa em duas partes Daí eles tentam juntar de novo como Duas Metades de uma laranja o Mack observar olha essa teoria ela tá lá mas ela é uma comédia né ela uma maneira cômica de abordar o assunto finalmente a gente chega nessa posição do lagartão que é a ideia de que o amor ele tem uma a tupia o amor é uma coisa que não cabe na cidade a gente não sabe direito para que que ele serve e o amor e aí uma cama aí vai aproximando o amor do desejo de forma mostrar que a ao final né no seu debate com uma Alcebíades que tá aqui na capa que rompe já conversa já quando estão de madrugada todos os meios Aéreos e diz olha vocês não presta atenção no Sócrates E aí é um um site não falo enganador ele faz com que você o ame e daí quando você vai consumar esse amor ela sai de ser e o naquele sobra Olha aí o analista E analisando O que que está em jogo aqui de responde o Sócrates e uma cama vai acompanhando que o amor não amor a pessoa mas é a morar saber essa resposta que o Sócrates da Olha você quê que você está a manda em mim eu que sou velho barrigudo já não sou da sua idade e tal o que que você viu em mim é a resposta é vai ser escavadas pelo Lacan que extrai disso a ideia de alma lhe do texto do banquete eles vão agalma né esse estojo isso essa vazio que a gente coloca dentro das status para equilibrá-las para conferir elas um o mistério não se sabe direito porque que existe esse h mais ele o interior das estátuas e assim também é o nosso amor leia-se o nosso amor de transferência ao seminário sobre a transferência Olá que tá estudando amor porque eu não é Ou uma ou transferência é um caso né particular do amor depois disso ele vai introduzir aí e voltar ao tema da dialética da castração que ele tinha estudado no seminários quatro cinco seis vai refinar um pouco a sua teoria da demanda e vai chegar ao que é uma leitura de uma nova tragédia lembra que no 7 ele analisou a tragédia da antigo naquele vai atrás de uma tragédia moderna muito importantes comparar a uma e outra e a tragédia de pouco puder também uma cirurgia em torno de se nivela confrontem né uma heroína de louco como a antígona que luta em salvar seu pai luta para salvar o nome do pai sim né sim e signo e que ao final se submete as piores coisas para por amor então lá que vai mostrar aí como o amor ele tenta fazer signo né ele tenta estabilizar o significante com o significado ao final desse seminário ele vai introduzir uma ideia muito importante é que que diz respeito à a identificação ele vai vendo que o amor no fundo envolve demanda a demanda envolve idealização mas também envolve identificação e para entender então o fulcro da transferência E por que que a transferência não é só demanda é também identificação isso é problemático é isso que no fundo a gente a gente trata atravessa da transferência e levar pro por essa ideia de que existem as três o descritas por Freud né ah mas mas originário laço de relação de afeto com outro a identificação com o desejo que seria a própria wisteria a identificação como regressiva que forma sintomas ou que está presente presente nos grupos né de identificação ele vai observar que nessa se identificações a uma espécie razão produtor né das identificações Que el ain seguir Sul o traço unário um conselho que ele vai pensar do Freud e que vai fazer aí Carrera na teoria lacaniana então Esse seminário é basicamente passa por esses pontos e a gente poderia né Na parte da 355 a seguinte consideração o efeito que existem um bando humano do bando animal é que para cada Sujeito como todos sabem com exceção dos empreendedores da Psicologia coletivo o inimigo do bando é ele Me de preferência realidade do bando Encontramos uma interessante transposição daquilo que Freud nos articula sobre a forma do perigo interno encontramos ali precisamente a confirmação daquilo que eles disse sempre com relação ao Universal o individual eo coletivo são um só mesmo nível o que é verdadeiro nível do individual esse perigo interno é verdadeiro também no livro do coletivo teria o interno o sujeito é o mesmo que o perigo interno Albano isso se deve a originalidade da posição do desejo como tal na medida em que o desejo vem emergindo a preencher a falta de certeza ou de garantia o sujeito se acha confrontado com aquilo que importa de vez que ele não é apenas um animal do bando Talvez ele seja só que toda ação elementar de sua parte que existe certamente é gravemente perturbado pelo fato de se achar incluída tanto no nível coletivo quanto nível individual na relação os significados Então tá aí Uma Breve introdução ao seminário sobre a transferência que requer algum percurso nos textos de Freud sobre a transferência dinâmica da transferência sobre amor de transferência que requer uma leitura a aguda do texto e 27 psicologia das massas e análise do eu vi onde ele tira a expressão ainda se get Sul para aqueles que querem mais fragmentos que eu sabia disso e de Sócrates Aliás a relação entre Alcebíades E Sócrates vai originar um segundo é diálogo Platônico chamado justamente auxiliares nesse diálogo seria desgastar mais velho Mais maduro não é mais um garotão como aqui esse representa ao Sócrates e diz Sócrates agora eu quero governar me ajuda a governar E aí o Sócrates responde cuida da tua própria alma antes Se você não souber cuidar desse não vai se meter em assuntos políticos essa atitude do Cuidado consigo parece Funda também a ética da psicanálise Funda também é essa relação que a gente tem de cuidado com as transferências ainda com relação ao seminário sobre a transferência seminário oito vamos observar que ele é contemporâneo de três terços muito importantes primeiro é observação sobre relatório de Daniel lagache psicanálise e estrutura da personalidade que está presente nos escritos é um texto que renova amplia o estágio do espelho e a leitura lacaniana narcisismo segundo texto é o diretrizes para o congresso da sexualidade feminina que mostra que o desenvolvimento da ética e psicanálise e já começa ligado né pelo menos temos temporais com uma reflexão sobre a feminilidade e os impasses legados pelo Floyd a passar o desejo feminino e o terceiro texto contemporâneo desse seminário shows e posição impossível congresso bonneval é o intestino vocês então congressos filosofia o Anjo Lacan Explicita a sua a sua tese né do inconsciente estruturado como uma linguagem e explícita através da da forma mais mais rigorosa do mais completa inclusive fazendo uso aí do grafo do desejo quem quiser receber mais fragmentos transferenciais grego tópicos helenistas clique aqui em troca Aliás o aquele conta é o personagem grego o Barqueiro que conduza a alma de um lado para o outro e prepare-se porque semana e na próxima vez Vamos enfrentar como seminário inédito um seminário que não tem uma é estabelecida em português e como tradução da sua aí que o seminário eo numero 9 sobre a identificação então a trollagem on
Seminário 9
, Dunker E aí .Música. Olá bem-vindos olha só que a gente capas hoje com a discussão sobre o seminário numero 9 conhecido como a identificação realizar por Lacan entre 1961/1962 e o primeiro dos nossos seminários onde a gente não tem uma capa eu já assim estabelecida porque eu provo seminário e não encontrou uma formulação compilada pelo já que era ele era o sucessor legal que ele tem direito sobre sobre a obra né E que então não não tornou essa obra pública a gente tem algumas edições Eu recomendo essa do Centro de Estudos freudianos do Recife muito boa conduzida pelo Ivan Correia era um esforço conjunto e tradução a primeira versão 2003 existe uma capa circulando por aí também que faz alusão ao Salvador Dalí é uma tela de Salvador Dalí Se não me engano a persistência da memória mas como então chegamos nesse nesse novo universo das discussões e quem qual capa a gente poderia sugerir né gente poderia sugerir uma capa envolvendo uma das quatro ou cinco superfícies topológicas com as quais lá que passa a operar a partir desse seminário essa é uma marca desse seminário que introdução se ainda topologia da superfície então a esfera a banda de moebius a garrafa de Claro o touro e o cross-cap todos poderia escolher uma dessas superfícies e e colocar aqui como capa desse seminário eu acho que não é uma boa Sul o porquê de foto lá que vai falar e voltar essas superfícies inúmeras vezes ao longo aí dos outros seminários que nós vamos comentar e eu já teria uma segunda alternativa que era assim é o seminário onde ele passa por um por um poema né do Povo ali então a gente poderia fazer alguma alusão ao povo alegria ao lucrécio que é o filósofo Latino né eu Poema dele sobre a natureza ou a cama esse soro vai funcionar sadie mazzocchi que que poderiam ser assim mobilizar fazendo na cabeça e não é certa a gente já tem o site do Andrey Então tá aberto aqui a temporada de especulações mas eu vou propor uma uma capa que é uma tela é de um pintor chamado eles klinder de 1935 o que retrata o porto a época o porto alemão bixby esse Porto ele é uma cidade que hoje pertence a a Polônia Se não me engano ogãs né Acho que não né que a gente vai ficar mais mais ao norte Mas então depois de dança e depois de ligue dansk né e eu vou para o porquê seja essa essa tela a junção de dois motivos primeiro é que esse seminário é um grande ajuste de contas é uma confrontação com o que a gente poderia chamar assim de filosofia da identidade né ou de pressuposto da identidade que atravessaria a ao pensamento antigo a na tradição da filosofia e ata e Arménia adesivo botão de stock É sim consagrar ir humano uma nova versão na modernidade publicarte e com Kant ou seja um preço curso muito forte que atravessa aí boa parte da história do pensamento ocidental que está baseado na ideia de que a identidade a primeira O que é o que não é não é a dizendo que a verdade é dizer do que é dizer o que é a falsidade é dizer daquele que aqui não é a ideia de que o ser ela ela está em presença e ele é o pensável origina a lógica né os três princípios da lógica da não-contradição identidade é o terceiro excluído que a gente parte ali dessa ideia simples e que a igual a todo todo esse essa tradição ela vai ser questionada bacana no ponto de vista do significante quando você se a . o primeiro a é diferente do segundo ele é idêntico do ponto de vista conceitual ele pode ser idêntico do ponto de vista até do significado mas correlação significante que é uma entidade e posicional o primeiro ar é o primeiro a com segundo a é com segundo a a gente pode postular uma equivalência entre eles mas não uma identidade conforme o poema a Gertrude Stein né dizer arrozes arrozes arrozes arrozes arrozes em que há repetição zumbi é uma rosa exalou Rose vai produzindo outra coisa Rosa vai vai empurrando né de forma interativa decompondo A primeira imagem primeiro significado primeiro efeito de sentido que a gente e isso é bronze que é feito que a gente vai encontrar também no poema the Raven não do Edgar Allan pouco mas então para tentar justificar que a escolha dessa dessa tela né o pensamento de Kant está muito associado com uma cidade onde Ele viveu o que será que ele viu com ele quiser ele tem é tudo uma o apreço pela cidade nunca saiu da cidade fazia o seu passeio em volta da torre do relógio no mesmo exato de horário do dia só interrompeu esse passeio duas vezes uma para receber uma carta do Russo contando com tinha sido que estava acontecendo na Revolução Francesa Então quem já está muito associado com Kant né e canta muito associado com a filosofia da identidade Então não é à toa que uma boa parte aqui desse seminário Lacan começa a desconstruir até as scuts a tese sobre a identidade especulativa do conceito quanto teses referentes a unidade densidade do objeto ele ataca nas duas frentes e é possível que é pela sua desconstrução da estética transcendental é um outro é um outro conceito do cante e que é um conceito criticado porque o que eu Kant entende por espaço e quer dizer o único espaço possível espaço newtoniano é 3 e lenções então e os objetos de quatro dimensões não existem Ah não não cabem nessa estética transcendental elas são um problema para a ideia de identidade justamente se a gente a Pensa nessa especialidade ou nesse conjunto relações que espaço lugares e posições então é um seminário onde lá que vai introduzir a crítica do e há o problema da lógica e da presença ele vai dizer assim olha eu penso observou que ele tem certas inferências que elas funcionam quando a gente presume a lógica da presença e da identidade Pois é vamos imaginar um circo né Vamos recortar esse círculo em quatro quadrantes vamos dividir de um lado a gente coloca traços verticais agora no outro lado no quadrante de baixo a gente cola coloca traços horizontais Então os traços horizontais vão ficar nesse quadrante traços horizontais e verticais vão ficar nessa segundo quadrante e nesse terceiro quadrante superior a gente só vai ter traços verticais E aí vai colocar isso para vocês e no quarto quadrante a vamos deixar o quarto quadrante sem nenhum traço E aí vamos perguntar né se existem então traços verticais deste lado e daí a gente divide enquadram os quatro lados né e do lado esquerdo do Círculo existem traços de casa a existe eles estão aqui embaixo a e aqui em cima existem traços horizontais existem ainda estão só aqui embaixo se eu dividir dessa maneira eu posso fazer a mesma pelo vou encontrar aqui traços verticais e horizontais e aqui só traços horizontais né E se eu perguntar nesse quadrante os traços são horizontais ou verticais a gente vai sair mas é que eu tenho um problema porque eu tô fazendo uma pergunta sobre o predicado na vertical horizontal que presume a existência de um sujeito e presume a existência daquilo que eu estou prejudicando nesse caso eu não posso dizer nem que existe traços verticais nem que existe traços horizontais Porque existe não traço essa ausência do braço vai ser associada com o lacre com o sujeito o sujeito justamente sempre indicados o sujeito que que vai ser a subversão do sujeito cartesiano que vai ser uma subversão do sujeito a gente pode ser assim enquanto humanidade porque ele é um sujeito dividido tudo bem isso interfere na identidade do sujeito mas e quanto à identidade do objeto nesse seminário lá que eu vai passar pela escrita chinesa e vai começar a introduzir o modelo conhecido como modelo dos touros em Paris em emparelhados o que modelo que no fundo vai falar de propriedades do objeto do objeto a e não tá tematizando aí já no seminário 8 como objeto do amor legal mais que aqui no seminário 9 ganha um sentido mais mais definitivo é aquele objeto ou proposto pensar o suposto pela pelo conceito de pulsão pelo pelo Freud e que a gente pode ser assim ele é um gesto que ultrapassa a aos seus medicações identidade ele ultrapasse questiona o pressuposto da identidade por isso para pensá-lo será necessário um outro referente o outro método vamos ver assim que é o método topológico mas tudo topológico que já tinha sido mencionado pela kandesa terminar de quatro mas aqui aplicado a superfícies e e ele teve um grande desenvolvimento parte da análise cintos né a partir do Olha né a partir de vários matemáticos E aí eu um pouquinho antes do plantio para que depois do cante começaram a perceber que existiam certos problemas que podiam ser abordados a partir de uma outra consideração concessão mais lógicas sobre o espaço e justamente o primeiro problema considerado o primeiro o problema topológico é parecido com o problema das pontes de konigsberg a mesma cidade docandi a mesma cidade pintada que pelo menos linda no porto de creme Expert ou seja o problema é o seguinte Essa cidade é atravessada por um rio esse rio tem sete pontos e essas Pontes tem uma uma interconexão entre sim o problema é a gente consegue ou não passar por todas as pontes a passar duas vezes por alguma delas como resolver isso empiricamente essa pode ir lá fazer todos os testes mas se você se você vai expandir o número de pote se você não consegue mais lidar com esse Guinness é preciso uma forma é preciso que pensar uma teoria dos caminhos uma teoria das distribuições isso vem então a dar posteriormente na teoria dos grafos não no seminário a sobre identificação Lacan parte do seu gráfico é o gráfico do desejo é que ele aqui vai desenrolar num conjunto de topologias topologias e que passam ao pelo Por essa grande hipótese a hipótese dos touros em todos emparelhados hoje a gente atenta o todo do sujeito o torno como uma espécie de bóia né é que que tem um círculo vazio círculo Central vazio que é objeto lá bom e que corresponda ao trono do outro torno da mãe né E eles estão ali encaixado segundo uma certa relação específica né que é de uma banda de moebius recortado ao meio formando então 18 interior que mais à frente vai definir inclusive o que que o final de análise né é esse recorte que separa a identificação neurótica que é entre o seu desejo EA demanda do outro ela não consegue separar de ser mim né O que que é que realmente eu quero e que quer que o mundo tá pedindo para eu fazer só crédito vida para o erótico porque quer identidade entre o meu desejo EA demanda do outro mas também acontece o contrário quando eu me vejo diante do Desejo do outro lado avesso do outro ali em divisão do outro como um sujeito e eu me pergunto o que fazer é isso me Agostinha isso me coloca de certa forma um lugar o veto EA resposta neurótica é dizer assim essa minha demanda É isso que eu tô pedindo né É isso que o outro espera que eu peça é isso que eu devo me transformar em última instância né e a chamada então posição de objeto ano Fantástico cada um tem uma posição de objeto e tem uma posição de sujeito no seu Fantasma e o Fantasma exprimir Então esse é um grande conceito aqui em desenvolvimento imprimiria um a crítica e ao mesmo tempo um ponto limite da filosofia do da identidade entre canais Ou seja é pelo fantasma pela fantasia fundamental que as coisas adquirem identidade e inclusive do posto isto a consistência do mundo do povo está consistência clica no ponto de vista da relação entre sujeito e objeto então é um momento em que o aqui é supera ultrapassa a chamada teoria daí a atividade que até os seminários uma transferência ainda estava assim sendo sendo examinados eu momento então que a gente pode estar contido é a essência da Meta psicologia ela queria é o seminário sobre a identificação é o seminário 9 considerado por muitos O mais difícil do que foi justamente é um é uma confrontação com que haja mais poderoso aí a filosofia não pode pensar e já estabelecida Desde a antiguidade até a modernidade então eu termino com uma uma ser esboço de uma serpente do Povo Alegre que Aliás era um poeta e teórico da literatura que já mencionava topologia lá que usa a topologia que e que pensa os limites da literatura com a matemática é um modelo um pouco diferente do é mais tá lá é o mesmo programa é um programa similar que a gente vai encontrar também no é do Raimundo ganhou do leonete aqui do Italo Calvino do perreque matemática e literatura esboço de uma serpente entre a árvore a brisa acalenta vivo hora que revestir um sorriso que o dente esperta de apetite sem luzir sobre o jardim e se arrisca vaga e o meu triângulo de Esmeralda atrai a língua do réptil besta Sul porém besta Guta cujo veneno embora viu deixa longe assada EA cicuta Então cês tão vendo aqui o tema da metempsicose da transformação e animal tema que tão caro a gente que estuda aí viver usicastro e e as teorias a perspectiva vistas né porque o animismo animismo dos dos indígenas brasileiros relevante vice-prefeito de vista ele é também uma é da da filosofia da identidade e da teoria da identidade esse poema termina como da seguinte maneira né presente estive Qual o dor que alguma ideia que o responda cujo fundo insidioso negros não se lúcida nesse sonda pois eu tinha que tava ou candura carne mole mente segura Olha que a referência à a nossa crença né de que ali na carne aliás terça conceito dominou ponte que o que vai importar para ser canales né para criticar a metafísica de Que bom a gente só tô te avisando que eu corpo é é igual a ele mesmo não é igual ele mesmo né o corpo é também um tipo de alteridade pois eu tenho que tentar e que tava candura carne o alimento segura sem ter de mim nenhum temor Olha é segurança ontológica a tremer em teu esplendor logo eu tinha eu te levava a lança várias Então temos aqui um Lacan que na tradução do Renato suttana e começa a pensar assim para além da diferença para além de um passo da negatividade né o cerco de vir os erros como transformação retomando la a velha teoria de Heráclito bom para receber mais vakans entra e capas clique aqui no a pergunta novembro para se de se identificar e para se reidentificar para se separar e para se Arena 1 A Coruja Boo
Seminário 10
, Dunker E aí .Música. a fusão vacante capas nesse canal YouTube hoje abordando o seminário número 10 né a angústia 1962/1963 a capa Que proposta pelo já que ela me lê né que são deste Line faz referência ao objeto topológico da banda de moebius uma banda produzida né de um retângulo em que você é uma torção e fecha esse retângulo sobre si mesmo modo de um plano com uma torção e isso vai transformar uma superfície de lateral né o retângulo que tem um lado a e lado ver Numa superfície unilateral em que as formigas não é passa um lado para o outro de forma contínua esse objeto e se associar e com o sujeito vem a torção sendo a sua divisão e a cada momento é o sujeito tem vamos assim seu lado de lá mas no fundo ele só tem um lado ele tem esse estrutura de uma de uma banda de moedas quem que então ao Superti o nosso nosso entendimento é impeditivo do que do que são os objetos e as coisas e no fundo faz com que a gente pensa em um sujeito bidimensional né Por Lacan sujeito teria duas vezes não três né é a partir desse desse modelo em um seminário então bastante focado no problema do objeto que eu tenho um seminário anômalo porque o problema do objeto Ele é tratado segundo uma abordagem que é inicialmente fortemente fenomenológico Lacan tenho aqui um belo cruzado com o jaspers com o Olá pessoal é do Big banger na com o próprio raio dele que já estava presente em seminário sobre identificação mas aqui se radicalize porque ele vai aplicar o problema de objeto não não identitário como já estão idêntico assim que objeto ar a hipótese que esse seria então vamos lá da Rússia fazendo um reparo uma modificação na tese corrente mais ou menos floridiana de que o angustia assistindo medo porque o medo possui ou já que o objeto foco né cachorro barato o rato EA angústia então a quando eu perco esse objeto eu não tenho mais objeto no mundo e isso então se refere Isso volta na forma de uma libido desligada de representações que aparece fenomenologicamente como um embuste angústia um afeto afeta uma é um predicado uma função do eu então aquilo aqui tá Em Maus Lençóis e ela tem que enfrentar Sua Sofia da consciência Teoria no eu e ele vai fazer isso pela via do veto que ela vai então Rei apresentar como um objeto como uma como uma nova teoria da angústia angústia não é sem objetos e se não sem a importante porque é isso fala de um modo de abordagem do objeto seria a régua incorreto dizer assim a angústia tem um objeto e esse objeto objeto a porque o objeto à é onde é problemático objeto que isso Vert o conceito de objetos eu já que não tá no espaço tempo eu já que não tem especularidade é um objeto que que entende de forma diferencial no Imaginário o simbólico eo real então aqui é famoso nesse seminário o as qualificações que ele faz Olá amigos né ele vai falar de angústia como como emoção como a como aturdimento ou como inibição na vertente da do Imaginário vai falar do da angústia como embaralhar e como o como como sintoma e como a arte em aos no symbole e vai falar de angústia como melhor a alguns como impedimento no simbólico e como embaraço no real assim como também como passagem a Whats e como angústia problema de Dita Então nesse eixo do real são os dois eixos numa gente tem a dificuldade no outro gente teria assim o movimento o modelo que o outro lá que coloca no começo mas que que vai perdendo força ao longo do do seminário O que as coisas relativas a relação entre demanda e desejo começa de começar essa relação não sim não tem parelha na medida que ele vai criticando a noção de identificação objeto e aí a gente poderia dizer assim que talvez e esse modelo aqui não sejam mais feliz para ilustrar o que está aqui em jogo nesse treinar lá que eu faz referência a duas obras das Telas e importantes né É de um pintor espanhol chamado Francisco de zurbarán que me parecem e assim mais justamente representar o que está em jogo aqui né uma é santa agradar outra Santa Lúcia e história de Santa Lúcia os conhece né Ela mora em siracusa Se não me engano e um grande o senhor Ó estou trata se encanta com ela e quer casar com ela e a mão dela e fim ela e ela tá minha vó tá Jesus tá querendo uma vida de consagração que esse outro fica lá bom eu desejando desejando desejando né E ela tentando se virar com aquilo até que ela ela tem uma intuição e essa é o momento que é pintado na tela né e de estavam é isso que você quer então arranca os próprios olhos e traz para assim nos estava interessado nela né Assim como santa Ágata arranque aos em si traz numa bandeja para o outro que a desejo né E criando com isso que né dizer é pelos meus pele e os olhos que você me deseja então eles são seus é pelos meus seios bonitos Então é isso Então tomara que dê para mostrar o que que é o objeto a ele não é o olhar o olho ou os seios mas ele é essa relação Esse é feito o que se produz de separação em relação ao corpo estão separados o seu do corpo Onde estão instalados os estão vestidos objeto iFood o que de horror né do trauma o rodo da sentimento Assim de de um haruhichan tem um conceito fortemente discutindo aqui nesse seminário aonde a gente vai ter uma releitura muito interessante também no da teoria do narcisismo né do estágio do espelho a gente vai ter o capítulo ótimos das pálpebras pálpebras de buda e é um seminário muito interessante né vou olhar para vocês aqui a página 198 ele diz quando o sujeito se destaca nesse acesso ao outro esse grande outro ele é o inconsciente ou seja outro parado Como existe a pouco só lhe resta fazendo o outro algo do qual é menos importante a função metafórica do que a relação de queda em a falar com respeito a esse a esse objeto a por tanto desejaram grande outro a maiúscula não é nunca se não desejar a pequeno a para tratar viu amor assim contratar na sublimação é preciso lembrar que os moralistas anteriores A Frozen filme o sabor a tradição nominalmente a tradição francesa mulher arroz focou ferrou né aquela que se transmite o homem do Prazer por descansam dizem cortei em tempos idos já articularam plenamente cujo saber não convém considerado ultrapassado o Amor e a sublimação do desejo o amor é um fato cultural para ir angústia amor desejo demanda seminário 10 na muito interessante ensinado diferente dos outros por esse por esse método e o propõe a esses podem escolher seja Santa Lúcia ou Santa Ágata é melhor que as formiguinhas aqui com essa por hoje é só quem quiser mais a angústia mas embaraço impedimento emoção clique aqui para ver outra mover-se .Música. .Música. E aí
Seminário 11
, Dunker E aí .Música. e quem vídeo nosso ar quente capas hoje enfrentando nesse canal no YouTube o livro 11 ou o livro 12 se a gente conta os nomes do pai escolhi a sua rota Escolha o seu gráfico daqui para frente as coisas vão ficando mais e mais controversas ambíguas e dependentes da vossa interpretação porque entramos aquilo que poderia ser assim a a segunda parte é para si mais ser complexa né do pensamento nem em cima campo e que tá marcado então pela por esse momento de saída da internet nosso site analíticas os yechan E então e não 64 começa uma nova fase do seminário nada e quando uma superior é que é um Templo Sagrado da ciência e da da Universidade francesa criada pelo Oi amor como pra ser assim uma espécie de de Ponto de Encontro dos diferentes saberes né então física curricular matemática corri com a literatura curricular psicologia com a filosofia de todo todo mundo Pensando juntos e maneira republicana isso a gente vai lá e parisi e ver como que uma coisa que ficou né É como os parece centro de de formação de professores e vocês Elite muito presidentes franceses venda na escola superior para canta uma depois em 63 tem um encontro do seminário os nomes do pai né nome do pé e 64 abre não é uma nova série intitulado os quatro conceitos fundamentais da psicanálise quais seriam esses quatro conceitos né o inconsciente que ele vai ler junto com o conceito que não é bem assim tão saliente no frete eu consegui reflexão falar do inconsciente nosso grupo gerou tal cobras a broca inconsciente freudiano o objeto que também já não é mais objeto fradiano tukuo é o objeto agora repensada e proposto como objeto ar a transferência que ela vai juntar assim como com o campo da pulsão formando assim os quatro conceitos né chama atenção de vocês porque esse pode ser considerado então o primeiro de uma série de de seminários que a gente poderia entitular assim os seminários epistemológicos e compreenderiam os quatro conceitos não é o Onze depois do doce os problemas cruciais depois ou 13 o objeto da psicanálise e o 14 à loja bom então problemas lógica conceitos é o momento em que uma canta é tentando nesse novo espaço configurar a psicanálise nos seus fundamentos já que ele tá assim fora né dá daí tu aí nós vai ter que dizer assim muito rigorosamente o que que por que que ele tenta psicanálise nesse jeito tão é o meu esse dia de forte debate com a ciência pode bate com a filosofia e que é sucede né esse momento de transformações internas da obra de Lacan que a gente poderia chamar assim de momento de crítica da identidade de crítica da da intersubjetividade que ia assim no seminário 7 ao seminário 10 é passando pela identificação pela transferência pela angústia e incluindo os nomes do pai antes disso seminários C o seminário um ou ao seminário dois a gente tem nenhum momento de forte aplicação do método estrutural é um momento assim não Retorno à Freud todo o momento em que você lá que o Raquel vai tentar mostrar porque como e consciência se estrutura como uma linguagem esses tão vendo aí que eu tô nessa série excluindo o seminário um porque não entender o seminário um ainda não faz parte desse nesse momento né programático do Acampamento estruturalista e que ele vai pegar os casos clínicos hum dormem os rastros dos lobos te leva Leia uma jovem homossexual nenhuma um mostrando como como frase procedia de uma maneira estrutural na sua diagnóstica Nossa teoria das causas na sua terapêutica sem nenhum em um seminário que ainda está ligado à problemática anterior do Lacan né a problemática de assim de procuram um jeito para psicanálise de refazer a sua teoria do narcisismo de confrontar o modelo assim mecânico às vezes física a lista do Freud com o modelo dialético Então vamos contar né Umo a ainda como seminário fenomenológico o sentido regueliano deixar uma energia do 2 aos 6 e aos seminários estruturais né o 7 como um scenario anomalo início de uma de uma transformação crítica né que vai do 7 ao 10 e agora nessa série de quatro seminários que eu tô propondo chamado seminários epistemológicos bom a capa desse seminário e traz uma tela que tá no National Gallery aí né pintado por roubar em 1533 é chamado os embaixadores é uma tela gigante né tá lá numa numa sala quase que parar numa poupança todo uma parede ela retrata esse esse sujeito nessa figura fundamental do sujeito que o homem burguês né no seu momento aqui Mercantil com homem que tem a sua disposição os instrumentos né O Globo O Globo aos textos científicos o alaúde os mapas São os instrumentos de medida e que tem assim ao fundo ainda o apoio de uma do Saber Cristão do Saber religioso e que e que aparece vamos assim diminuir jogado ali para o fundo enquanto o burguês está em o embaixador que a Embaixador francês na Inglaterra né e na sua opulência e na sua glória esse quadro ele é um quadro marcado por um nível de detalhamento na sua construção surpreendente para a época Ele conta com uma nova técnica de pintura que vocês vão poder estudar nesse livro muito bonito né conhecimento secreto do de hip hop Man onde ele comenta Como assim Coado e ela foi produzido por um sistema de espelho chamado que não é Clara em que Você projeta e uma determinada imagem usando espelhos E aí preenche sim cada pequena parte do quadro com a tinta com a perspectiva exata do que está acontecendo por isso o drama ea ea e o nenhuma do quadro é que ele é grande né para você conseguir construir um quadro desse tamanho com essa técnica você tem que encaixar e números pequenos qual e os outros isso revela também pela análise minuciosa que ele propõe para a gente né os pontos e desencontro em que por exemplo a Tapeçaria ela não se fecha perfeitamente mostrando o vamos ver assim que a que a resíduos da técnica de montagem no próprio resultado final e isso tem que ver com o curso gente moderno na canta as voltas aqui com uma com com flor né com a com sujeito com conceito de sujeito ele vai começar sou seu empático de kart que só vai terminar assinar 15 e junto com isso a gente vai ter sessões do seminário dedicadas a pintura né o momento em que o na cama e sistematicamente falou né do de como um quadro é um é uma armadilha para olhar a gente acha que tá olhando Uma seu quadro que está olhando para gente como como agentes olhar para o quadro a partir de um campo que o e forma a partir de um lugar terceiro na é o quadro como com truque né funcional e seu seminário então o dele vai falar da ti que como o encontro do Real automaton como a reflexão do significante hoje ele vai introduzir essas estruturas existenciais do ser né de alienação nos separação não é a partir dos gráficos grafos e vem onde ele vai falar da fama mesinha desapareceria da desaparição do sujeito quando ele vai introduzir esse esse modelo para o final do tratamento baseado no luto que a travessia das identificações também conhecida como travessia da fantasia ou do fantasma é a gente vai ter aqui discussões sobre a anamorfose que tem que ver com esse quadro esse quadro É um quadro profundamente no único né ele ele mostra o sujeito moderno aqui aparecer eu sou polícia na sua na sua dominação mas a gente já viu isso decorre de um de outro de um tanque instrumental mas esse quadro contém um campo a ROM uma morfose uma figura que você não enxerga direito que é que tá aqui embaixo né que o bolo vai mostrar para vocês na Netlog era eu e você tem um lugar assim bem do lado onde você você consegue olhar para essa mancha e daí você consegue vir em mim o que que ela é e ela é uma caveira dizendo apesar da sua riqueza pesada eu sou polícia pesada sua riqueza pesar na sua crença planetas né você vai morrer vai se transformar numa caveira não se esqueça disso né isso pintado pelo roubo vai narrou mais nem alemão se traduz puro ou louco do osso da perna né ou o vazio o vazio dos em Teresina o espírito almoço e aqui tá osso hein anamorfose o osso que o na que vai dizer ex aqui uma forma com a gente consegue aprender objeto ou já esta nessa de Formação a gente só aprende em dois tempos né e paralaxe com vai dizer hoje dica aprendendo nos ali onde a gente se engana e se aliena naquela imagem que nos captura aqui é todo uma uma nova teoria da pulsão que ele associa de novo a arte né com uma colagem surrealista que as alusões ao ao as mamas e tirésias esse essa peça do polinéia uma peça que é que combina com toda a temática do seminário porque quando ela foi encenada ela causou tanto eu furou aqui ou uma pessoa levantou-se a plateia csat atinou ano e não era era era demais era corrupção demais assim do nosso modo próprio de produzir representações nesse caso de atrás a posição colagem surrealista tá aqui presente o que que é um quadro a uma reformulação da teoria do narcisismo né do estado do espelho a alma teoria do luto é o dos seminários mais importantes ele relativamente fino mas ele contém um programa né que o Lacan acaba executando os anos seguintes para o mal para o bem recomendo quem quiser assim um seminário de Lacan lei o cenário 11 esse aqui talvez seja o mais sintético Mas vamos assim que permite uma risada de conjunto para mais marcante gatos cliquem na caveira do aquela outra que levar a você o Stitch Jamais esqueceremos roubar a caveira por hoje é só e .Música. .Música. E aí
Seminário 12
, Dunker E aí .Música. os vídeos Ao Lacan entre capas enfrentando desta vez o seminário número 12 1964/1965 problemas cruciais para a psicanálise é um seminário que dá sequência é esse momento conturbado seminário 11 gente viu depois seminários os do pai interrompido na primeira sessão E aí é uma coisa retoma a o seu seu ensino no que a gente poderia caracterizar como um novo momento a gente tem aqui Um bloco né é retrospectiva mente considerado como um bloco de seminários vamos assim fundacionais e disseminar e os epistemológicos na medida que ela está é Que lindo da associação internacional de psicanálise e é bastante compreensível que esteja também procurando então uma justificar para o público mais amplo para ciência para a filosofia quais são assim as ações da do seu pensamento das suas teses os seus envolvimentos nesse nesse grupo a gente incluiria o seminário 11 lá os quatro conceitos seminário 12 problemas cruciais para você canalize seminário três e um objeto da psicanálise que estão sistema lógico preferência né que que é que que é objeto para você canales e eu o seminário 14 que termina esse ciclo né a lógica do fantasma e começa o ciclo vamos assim mais clínicos são seminários curiosamente não Antão estabelecidos Né nenhuma Porque será que nem um 12 nem o 13.000 14.000 há 11 São editados boa várias especulações a respeito mas de fato isso vamos assim produz uma versão disponível do ladrão a versão corrente do Lacan para a maior parte daqueles que não frequentam é por exemplos os textos ou as edições como está fazendo lá na onde a gente encontra transcrições muito rigorosa de todos os seminários mas que não são exatamente públicos nessa um material ainda incerto do ponto de vista da sua da sua definição mas vale sim como uma fonte muito muito razoável e E então já tem um problema que é não temos uma capa a capa Que proposta pelo Centro de Estudos psicanalíticos do Recife que é uma uma tradução muito usada bastante boa corrente aqui no Brasil e coloca uma garrafa é né como como um objeto aí representativo desse seminário e correto né Ele é e é pertinente Porque de fato nesse seminário uma cama vai tentar encontrar num dado momento o que seria assim a figura topológica né objeto topológico que melhor representa a práxis psicanalítica e ele vai ser esse objeto é a garrafa de plástico garrafa de Klein a gente compõe com duas bandas de moebius contorções em sentido contrário e que são costuradas em conjuntos né Se liga uma na outro mas não remanesce qual qual a capa não é igual a capa que a gente pode propor e esse nesse sentido o mundo sou objeto sistematizados ao longo desse nesse ano é objeto estético é aquilo parece muito congruente com uma obra lacaniana com uma com o tema vamos assim desse objeto problemático Que objeto ar né É É o a tela de Eduardo Moniz esse pintor norueguês é chamada O Grito o grito tem quatro versões acho que o poli tá pulo aí para vocês O Grito é uma tela que inaugura o de certa forma funciona com paradigma para o para o expressionismo ela é composta no momento biográfico muito muito interessante né Muito conveniência até para as nossas discussões aqui o monte tinha ido para Paris tinha se desentendido com o pai tinha desobedecido o pai para se casar com uma com uma moça e não dá certo então de volta para o zulu quando ele volta ele encontra a uma irmã dele em um Sanatório ela o resultado deprimida ela está sofrendo ela foi ele vai visitar essa essa irmã e na volta vai passando por este caminho que efetivamente existe essa ponte vocês estão vendo aí ele tem uma espécie de epifania né eu tenho talvez tenha sido que um ataque de pânico né vou lembrar que a angústia única tradução subjetivo possível do objeto a né Então tá compatível e com a com a nossa proposta é isso implica então uma um tipo de deformação assim uma muito interessante né porque é como se uma estivesse encontrado uma forma de representar aquilo que não se consegue bem por numa linguagem pública numa linguagem assim bem feita numa linguagem que consegue realizar-se uma boa representação das coisas né então O que fazer para gente nessa tela o fracasso da representação né como que a gente representa aquilo que a gente não consegue representar né aquilo que a gente não consegue nomear muito bem né uma uma outra característica dessa tela é que ela funciona como uma espécie assim de símbolo morto de símbolo que que funciona como uma como um fantasma com cadáver no navio ou seja um símbolo do fracasso de 15 em acordo Gol a Lavra é a morte da coisa essa antigo dito aí do Nathan que parece muito ou cínico achado essa imagem do mundo né finalmente o terceiro ponto que é muito interessante que representa temas aqui nesse seminário é que a o quadro ele é feito Há muitos contrastes assim de volume de forma né tudo bem neném continuo assar o céu é meu continuar a sombra se misturam com outras sombras e isto fala de algo essencial para a garrafa declara que justamente essa quarta dimensão que as outras figuras não não demandam é seu ou Cross quer a banda de moebius a o touro ele não demanda um espaço a quatro dimensões a graça de clicar em sim E qual seria então essa quarta dimensão ao tempo então o que aparece no quadro do mundo é a ideia de que a gente tem uma continuidade indefinida do tempo de que o tempo ele é reversível que o tempo ele ele tá aí representado e capturado nesse instante eterno só como é que isso se mostra nesses m é lá que começa numa numa discussão aqui como os shows que vem é essa como é que é a coluna Sabrina Dias Lap firstly as ideias verdes sem cor dormem furiosamente como é que podem haver de ideias que sejam a ao mesmo tempo verde e sem cor mas justamente esse centro Verde nesse ótimo massa ele está enfrentando os shows que a ideia de que essa é uma frase uma procurando proposição bem construída e que ela envolve assim um certo regime de défice de sentido né como é que o não-sentido participa da linguagem como ele opera dentro da linguagem quais são seus índices de ir de ir Olá seguindo a esteira desse problema que é levar analisar as diferentes teorias sobre os homens próprios ela vai discutir com o clipe que vai discutir com o gado né vai discutir com o que havia de melhor em entende de filosofia da linguagem da época para argumentar assim Afinal o que são os nomes próprios bom vamos lembrar que ele tinha vindo de um seminário interrompido o dele nunca mais vai falar dos nomes do pai ele vai falar sobre os próprios e os nomes próprios são um problema é um problema que vai evoluindo ao longo do seminário e dando origem ao conceito de sutura nome próprio sendo uma espécie sutura para aquilo que vamos ver assim tá dado no fantasma de cada um de nós então na relação entre o sujeito e objeto existe um um GAP existe uma uma falta é mas essa falta não é percebida por quê Porque existe uma sutura do lado do sujeito essas futuro é nada por um processo de sem sentido e nem se cria e que é da ordem outro estatuto do nome próprios então mais à frente o basta desdobrar a ideia de nomes de gozo identidade de gozo mas aqui era simplesmente uma um desdobramento do plano da identificação a luz da questão linguística dos nomes próprios Esse é um seminário ou também muito famoso e conhecido por que nele intervém já que ela me leva trazendo então para o público lacaniano esse autora tentam não frequentante dos seminários que eu freg botou freio que uma que convida o Miller A Lei e apresentar um seminário então aí vem essa esse momento de passagem né de uma formalização mais propriamente linguística para a entrega entrada na teoria dos números para entrada na ideia né de pensar o significado de como um número tenha São Paulo Rona para quem se interessar muito boa mostrando como é pertinente essa aproximação dentro do aqui ó mais a partir daqui a partir da entrada reflexão sobre o 0 sobre o conjunto vazio sobre o conjunto que não caiu nenhum objecto sobre conjunto sobre a primariedade do conceito de verdade sobre o São sucessor tudo tá aqui sendo discutido Inclusive a filosofia do conceito até onde o conceito de conceito funciona e qual para a psicanálise todos envolvimento muito interessante dessa seminário e é um caso clinico 1 caso clinico que temos em português trazido pela perspectiva chamado psicanalisar que é a primeira análise lá caminha a primeira análise escrita compilada redigida né e o paciente é se acha né Cleia e se acha que era escreve isso é apresenta esse caso como se fosse um paciente outro né que conheci O Som do Povo L uma expressão uma expressão que se compõe de recordações e de fantasias e metonímias e metáforas uma expressão que condensar ia esse não sentido para este paciente seria a versão lacaniana do que Floyd a gente tem como um bate-se numa criança né a sequência do básico uma criança filho se batismo meu pai baixo uma criança que bom que sou eu essa nunca anunciado a gente tem uma versão disso né na teoria lacaniana na fantasia nesse nesse desenvolvimento uma cá volta ao seu grafo do desejo e justamente introduzo aqui uma uma dimensão outra do sem sentido que são as interjeições e o grito Então essa ideia não é do quadro do grito ela ela estar explícita né no seminário e a entrada do bacanas do estudo das diferentes uma incidência sobre o do do não-sentido entre elas né que é a interjeição a numeração nome próprio O Grito mas também o silêncio não seja assim belíssimas passagens sobre o silêncio mais ao final bateu traz pra gente uma uma espécie de modelo sobre o fazer do psicanalista baseado na relação então entre antes saiu de problemas sociais né E chegamos assim não não fazer do psicanalista do ao longo de seminário para pensar ou fazer os que na lista ele mobiliza então o conceito de saber o conceito de sexo e o conceito de sujeitos entre o sujeito e o sexo vai estar a verdade entre o sexo e o saber vai estar Ozeni o sentido eu entro saber e o sujeito vai estar ativando a Sônia aqui a uma ventoinha para o sintoma é de sangue neurose neurose obsessiva é uma palavra que capta muito bem e definir o meu sintomas mentais né como uma espécie de coerção não posso me impedir de Tenho que pensar assim isso sim põe a mim não posso ir dizer de outra forma sem ser uma Maxi vai ser uma cor são né mesmos pensamentos mesma fetos mesmos relações essa essa que depois vai ver a compulsão à repetição isso então aqui sintetizado pelo Lacan ao longo desse seminário no qual estaria também o a proposição de alguns conceitos cruciais a gente tem os conceitos fundamentais né no seminário 11 mas não dado momento aqui do do do seminário e existem certos conceitos cruciais e que seriam assim não os conceitos que foram postos pelo franja transferência para o São objeto a repetição mas conceitos que são assim embrionários né que tem um postos supostos pelos envolvendo as esferas notadamente lacaniana e que não foram ainda propriamente formalizados propriamente esquematizados a gente não tem intenção e a extensão desses conceitos bom entre outros vocês eu gostaria de chamar a atenção para um que nos é do maior interesse que é a noção de indeterminação São tão aí determinação é um dos conceitos cruciais da psicanálise quem já ouviu falar disso Olha essa tele do seminário né é uma coisa do Paula que eu não vai avançar muito né mas tá aqui declarados né como um desses conceitos cruciais além do conceito de signo né que ele vai retomar e além do conceito de sutura além do conceito de sucessor né além do conceito de relação também só então para quem quer mais capas entre capas gritos vamos lembrar né que eu mexo esse quatro versões de ser desse aí dessa tela e embaixo da das versões e tem uma poesia uma poesia existencialista uma poesia que tem tudo a ver como com esse seminário né é e que é que são quatro versões do mesmo é que combinam muito com essa ideia né que tá sendo levado aqui estou nem se aumente a a sério de nenê crítica da filosofia de identidade né com a gente viu lá desde os seminários sobre identificação Então é isso para mais problemas sociais clique em A Carol tá bom mesmo ele entrega na sua casa Bati a campainha o o receba entre Pepsi e .Música. .Música. .Música.
Seminário 13
, Dunker Bem-vindos a esse canal no YouTube, hoje com Lacan entre Capas, abordando o seminário número 13: O Objeto da Psicanálise. Esse seminário de 1965/1966, teve uma tradução muito bem-feita, pelo Fórum do Campo Lacaniano, participação especial de Betty Brose, com uma edição bem bacana, num momento em que, de novo, a gente não tá falando de um seminário estabelecido, portanto, não tem uma capa convencionada pela Seuille, divulgada e traduzida, mas que, bom.. tem uma capa óbvia. Tem uma capa que poucos vão objetar que não seria essa, porque uma parte extensa desse seminário é dedicada à leitura e ao uso que o Lacan faz da tela, uma das telas mais importantes da história da pintura, de Diego Velázquez: As Meninas (1656). Vamos pensar aí: é um momento contemporâneo, do surgimento da ciência moderna, com Descartes, com Hume, com Bacon… É uma tela analisada e comentada por muitos autores, por muitos filósofos. Vamos destacar aí a abertura sensacional, muito conhecida, de As Palavras e as Coisas, de Michel Foucault, onde ele toma essa tela como uma espécie de metonímia da Modernidade. Então é uma tela que fala desse conceito central, que vai aparecer no Freud, que é o conceito de representação, no alemão Vorstellung, e como a representação tá sendo tematizada e problematizada nesta tela. São oito personagens, o Buli vai por aí pra vocês: a infanta Dona Margarita no meio, ela vai ser então herdeira do Trono da França; o rei Filipe, que está representado no espelho, ao lado da sua esposa, se vocês olharem bem em frente à posição do espectador. E o Velázquez, o próprio pintor, está diante de uma tela grande, monumental e ele está assim: no gesto, no gesto que vai colocar portanto algo aqui na tela que a gente não está vendo. Veja só, a representação que ele faz é opaca para mim, ela é indireta para mim, é mediada para mim. Então pode ser que ele esteja pintando o mais óbvio: o casal de rainha, então é uma tela que diz da soberania do olhar desses que estão fora do espaço de representação, mas que estão incluídos a partir do espelho e como, por exemplo, a gente vê lá na tela famosa do casal Arnolfini, do van Eyck, esse pintor irlandês, onde a gente tem esse espelho e o pintor se coloca no espelho, “aqui esteve Jan van Eyck”, está escrito alí na borda do espelho, e ele se representa através disso. Então a gente pode dizer assim: ah, é como se o Velázquez tivesse se representando ao representar o casal real, ele é o dono da cena, ele é o poderoso que vai decidir o que que vai ser posto ali na tela. Bom, mas estudiosos desse trabalho, que está museu do Prado, na Espanha, e é uma tela monumental, vão dizer que isso é um truque: você está enganado se você pensa assim, porque se você faz o cálculo do volume, do tamanho no casal real dentro do espelho, o casal real tinha que estar dentro da tela, e não fora, teriam que estar sendo pintados pelo pelo Velasquez, porque eles estão, assim, na mesma posição proporcional onde está o cachorro, cachorro esse elemento mais à esquerda do quadro, do lado da giganta, ou anã alemã. Portanto, não pode ser, que o que está sendo pintado seja o casal real; seria a infanta Margarita, então? E para isso a gente tem uma série de questões e de dúvidas, né, porque no fundo, a gente fica procurando o objeto que vai ser representado, mas o objeto que vai ser representado depende do que? Das suas condições de formação, ou seja, da luz. E esse quadro é um enigma do ponto de vista de por onde a luz está realmente acontecendo, porque tem o ponto de fuga ao fundo, onde a gente tem o sobrinho do Diego Velázquez, que está indo embora, e ele produz então luminosidade para dentro da sala, dos aposentos reais. Só que essa luminosidade não é compatível com a outra luminosidade, que chega desde uma janela suposta que a gente não vê, à direita, em cima no quadro. Portanto, a infanta Margarita está, assim, super iluminada, e contrariando as regras de iluminação que deveriam presidir uma boa representação, se a gente pensa no nível de sombreamento que a parte esquerda do quadro tem em relação a parte direita, para tornar possível inclusive a iluminação do espelho, ao final. Resultado: nós temos um efeito de representação, que é, no fundo, um truque que engana o olhar. A gente é posto no lugar do soberano, né, nos é que vamos representar a tela, quando a tela está, no fundo, nos levando para uma espécie de truque, de engano, de deformação. Essa deformação, ela vai acontecer também quando a gente pensa no volume do cachorro e compara com o tamanho da infanta; não é proporcional, mas a gente não vê isso. Ou seja, qual é o truque: alí onde você me olha, você não me vê; alí onde você acha que você me vê, sou eu quem estou te olhando, né, eu: a tela. Então, como diz Foucault, é uma representação ótima pra Modernidade, porque coloca o sujeito,“le sujet”: o tema, o objeto, num certo sentido, num lugar vazio. A gente não consegue descobrir, exatamente, onde é que está esse sujeito da representação. Por quê? Porque esse sujeito da representação é posicional, depende de onde se você intercalar e colocar o seu olhar dentro do quadro, né, então ele pode ser um auto-retrato, pode ser um retrato na dona Margarita, pode ser um retrato da cena toda que está acontecendo, né, e pode ser ainda o retrato do próprio Velázquez. Aí, tem interpretações que dizem: é um quadro que tirou os pintores da posição de subalternos, eles eram como os açougueiros, como os músicos, como os serviçais, e passam a ser, nesse novo espaço onde a representação ganha força e importância, sujeitos admirados, pessoas admiradas. Inclusive, há um grande enigma, que é: Diego Velázquez está pintado com a cruz de calatrava, e essa é uma homenagem que a gente sabe que ele recebeu só três anos depois da conclusão da tela. Portanto, é um outro enigma, quem foi lá e colocou depois, será que foi ele ou não? Aqui a gente tem então, um conjunto, né, de lógicas da representação, por analogia, por contraste, e tematizando a luz como esse elemento central, essa metafísica da Modernidade, como vai falar o Lacan, que está baseada na luz. Não é à toa que vamos depois pro Iluminismo. Há um detalhe muito interessante também, trazido pela pesquisa contemporânea, que é uma serviçal, que está dando uma espécie de pote para a infanta Margarita, e se descobriu que esse pote é um pote de barro, provindo da América espanhola, provavelmente Guatemala ou México, que era um pote mágico. Ele era composto pela amálgama, com peiote, com substâncias alucinógenas, com cactos, né, que tinham poderes mágicos. Então, quando a pessoa ficava chupando aquele pote, tomando algo naquele pote, ela começava a ver coisas, ela começava a sair de si. Muito bonito a gente traçar, né, como a Modernidade excluiu duas experiências, muito importante para nós, do ponto de vista da subjetividade, que é loucura e o sonho. Então, agora poderíamos dizer assim, pensando nessa hipótese trazida, é também a alucinação, que é uma mistura entre sonho e loucura. Outro aspecto importante, trazido pelo crítico Daniel Arasse, é que se discutiu muito o fato de que essa era uma representação do universo público: reis, rainhas, quem que vai suceder etc, quando, na verdade, essa era uma tela que ocupava um lugar muito específico dentro do castelo, era uma tela que estava dentro dos aposentos reais, então ninguém via isso aí. Ela não era uma tela para educar o olhar dos duques e dos barões, daqueles que afluíam a Corte Espanhola: era uma tela para o rei se ver, dentro do recinto privado onde está acontecendo aquela cena, então, uma representação privada… Isso atrapalharia bastante a análise do Foucault, mas isso converge com a proposta do Lacan, nesse seminário, que é de pegar essa tela e mostrar como nela funciona, como ela exemplifica a lógica da fantasia, a lógica do fantasma. Então, o que que a gente tem concernente, né, congruente, entre uma coisa e outra? Eu vou ser um pouco esquemático, ele é um seminário muito, muito interessante, porque o Lacan vai decompor mesmo o quatro. Ele vai dizer: olha, vamos pensar os vários planos em que o Velasquez distribuiu essa cena, e a gente pensa que eles são planos escalonados, mas, na verdade, vamos por um diedro, um plano vertical, e um plano horizontal, né, e esse plano horizontal, ele se comunica, de um lado para o outro, ao modo de uma, vamos dizer assim, de uma banda de Moebius. Então, é como se ele estivesse pensando a lógica do fantasma como o cruzamento entre uma banda de Moebius colocada verticalmente e outra horizontalmente. Acho que o Buli vai conseguir, junto com a Carol, resolver esse problema de representação. Mas, outra coisa que chamou muita a atenção para o Lacan é que o objeto escapa. O objeto resiste a sua boa representação, tal como objeto a, aqui né: a causa do desejo para o Lacan, Ele escapa, porque ele é ao mesmo tempo posto na penumbra e posto num estado de excesso de visibilidade. É muita luz, e é essa muita luz que a gente não vê, e que nos cega e que nos impede de ter acesso a esse objeto, a não ser por: repetição, deformação, subtração ou, como ele tá analisando aqui, a anamorfose, trompe l’oeil, os truques impostos pela tela ao olhar. Então, essa indeterminação: quem é que está pintando? Onde está o sujeito desta imagem? Ela é muito própria, para traduzir assim, “onde está o sujeito do inconsciente?”. Aqui a gente tem uma formação do inconsciente, ela é posta, ela envolve deformações, como sonho, como chiste, como ato falho, e em que lugar a gente pode engendrar um sujeito para este objeto. Então, aqui, Lacan vai desenvolver sua teoria da alienação, ele vai tentar mostrar como o fantasma, é, no fundo… nesse caso é um fantasmas escópico, poderia existir outros fantasmas, mas é o fantasma escópico, portanto que tem que ver com a visão, envolve essa essa passagem desse ponto em que você acha que está aprisionando o objeto , pegando o objeto, e é o objeto que está pegando você. É mais ou menos como no acting out quando o neurótico diz: “agora eu vou entrar na minha fantasia, ou vou virar a infanta Margarita”, enquanto ela está se dirigindo para essa posição, ele está se perdendo, ele está se apagando, ele está entrando em afânise, enquanto sujeito. E, portanto, ele não tem mais de onde olhar o quadro, portanto, ele se encontra, vamos dizer assim, suspenso no ar ou num estado de des-existência, de subtração de si mesmo. Bom, A Lógica do Fantasma é um seminário subsequente, o seminário 14, mas O Objeto da Psicanálise é, no fundo aqui, o objeto do fantasma. É nesses termos que ele é abordado, é nesse temos que ele é problematizado, retomando a ideia, já apresentada aqui, de refazer a estética transcendental Kantiana, ou seja, refazer e olhar, com mais precisão para como que aquilo que a gente vê não é o que a gente olha. E por que parece então? Ah, por causa do fantasma; fantasma é essa definição, essa janela de onde a gente olha para o mundo. Um autor muito interessante, que retomou as ideias lacanianas e aplicou elas à história da perspectiva é o Hubert Damisch, The Origin of Perspective, é um trabalho muito interessante, mostrando exatamente como esse truques foram feitos, como a gente, na arte clássica, tem perspectiva invertida, perspectiva divergente e jogos de deformação, em que a gente simplesmente não vê, porque em vez de olhar para o que está, a gente olha para representação, a gente pensa. Nesse sentido, é muito ilustrativo a arte do desenho, a gente aprende a desenhar, aprende a suspender o que você está pensando sobre esse objeto, o que você sabe sobre esse objeto e, vamos dizer assim, transferir o que você está vendo para o papel ou para a pintura. Tá aí posto o seminário 13, um seminário muito bom, muito bem construído, envolvendo, então, a formulação, a entrada do crosscap, que é uma nova figura topológica, ele vai dizer assim: esse engano em que somos levados pelo fantasma, é porque nós nos imaginamos num espaço esférico, como a tradição filosófica diz: a esfera pública, a esfera privada, a esfera onde a gente habita. O mundo é uma esfera, tudo bem? O mundo é uma esfera, não vamos derivar. Mas, a nossa experiência com outro não ser asférica, esférica, ela tem que trabalhar, vamos ver assim, com o espaço para falta, para representação da falta, para a hiância que separa e junta o sujeito do objeto. Para mais representações de las Meninas, de Velázquez, sigam a obra toda do sujeito, vão ver A Rendição de Brenda, que é um dos raros trabalhos sobre, vamos dizer assim, um trabalho da nossa época, uma fantasia do nosso momento, como a gente representa a reconciliação. Ou Inocêncio X, né, Velásquez é muito mais que As Meninas. E para quem quiser mais fragmentos fantasmáticos, clique em Acheronta e receba mais objetos da psicanálise.
Seminário 14
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao Oscar alho subir com lá que entre capas hoje abordando o seminário 14 desenvolvido entre 1966/67 intitulado a lógica do fantasma lá no Git na fan toma e um seminário onde lá que começa a dançar mais e mais o uso da loja e esse é a proposta explícita assinar deduzir uma lógica da do fantasma a partir do funcionamento do significante a partir das propriedades do significante é que representa o sujeito para outro significante e que portanto estava dependente aí dessa função triádica nessa significante sujeito outro significante o que vai receber nesse seminário um tratamento baseado numa releitura de certa forma Inesperada de kart penso logo existo e de um pecado cruzado com Aristóteles é um seminário ou de Lacan vai voltar de certa forma as estruturas existenciais do ser que era o título provisório do seminário 11 e vai voltar a importância da repetição e da negação ele precisa encontrar algo novo nesses dois conceitos para poder falar desse que talvez seja um conceito mais mais difícil porque ele é o mesmo tempo analítico e sintético ele é o mesmo tempo na borda da loja né ele necessita de uma semântica vamos ver assim eu não necessita de uma e não para noção de realidade de real uma tradução para a universo da percepção ou da sensibilidade fazer conceito de fantasma Não não pode ser estritamente deduzidos da transcendentalidade própria ou da forma formalidade própria do conceito de significante expressão grande problema plan ele vai então a interpolar as formas e móvel né como uma uma lógica da negação como uma propriedade específica da negação para conseguir passar da alienação para vamos assim ao que seria da Ordem da não alienação no seminário 11 isso é tava compreendido pelo conceito de separação mas aqui é coisa vai Ellen é um seminário intrincadas porque ele chega num determinado momento em que ele vai dizer não não essa lógica do fantasma não é uma lógica até 14 significante ou significante o sujeito e o resíduo dessa operação é nessa nessa operação que se repete um significante representa o sujeito para outro significante essa dica Pet isso e entre uma e outra volta vocês podem costurar volta da demanda aparece né de cai ali como excesso com o resto e esse outro elemento que é o objeto a qual é a relação então entre o objeto a e o outro né Qual é a relação entre objeto a e os sujeitos parece uma uma equação vamos assim que o Lacan tenta Balancear e ele acabar não não conseguindo muito bem a fórmula mais reconhecida e mais interessante desse seminário para falar da relação do sujeito com o objeto né vai ser trazida da matemática né do fibonattis a série de Fibonacci e o número áudio o ouro né que representa essa espécie proporção perfeito o que a soma dos elementos anteriores da série né vai se acumulando formando uma ser convergente ou Divergente e produzindo fazer se o resíduo do resíduo do resíduo do resíduo ele vai dizer baú o objeto ele não é o próximo a posição do resido ele é a lógica em que esse visível se aproxima ou se distancia do sujeito e para isso então ele vai mobilizar esse número o fim não é o número de ouro que já estava presente de certa forma na análise das meninas no seminário anterior que é 14 que é uma tela organizados em torno do de proporções áureas que que são proporções Alves né são proporções que podem ser definidas pela fórmula mulher nota lá um mais a . 1 sobre a o azinho de atuar no numerador grande outro no denominador igual a grande outro numerador objeto a mais grande outro que para o Ian vai ser o equivalente da seguinte forma falo atração menos fiz a mais a vi atuar mais grande outro castração se você aplica a castração dos dois lados se aplica a castração do lado do outro e do lado do objeto e você produz uma espécie de comensurabilidade que tem essa proporção que a proporção Áurea Você pode encontrar um número que reproduz o sabe que que traduza a proporção Áurea que se não me engano em raid-5 sobre dois né mas a esse esse modelo ele vai ser no então aplicado várias vezes o seminário e o seminário passa a os seus momentos finais a antecipar aquilo que a gente vai ter no seminário 15 que é assim o percurso gerativo de uma análise no começo a gente tem uma posição de alienação né marcada pelo União sou ou não penso de kart essa descompasso entre o seria existências é aí tá o sujeito mas o jeito se aliena ou não ser ou no pensamento essa alienação ela produz uma resposta em análise ela é tratada de uma forma né em análise a forçar o lado do não penso em não lado não sou ladrão penso é o lado no inconsciente e lá que eu penso onde não sou sou onde não penso subversão e tu cartesiano é o que a gente faz quando quando diante dos nossos pacientes que dizem não você não tava pensando nisso mas ele não foi minha intenção mas eu não estava querendo esses é algo e você pensou né pensou ali onde você não pensa essa força agem né o primeiro movimento da análise que vai levar o segundo movimento de competição passando pela repetição onde a gente vai extrair se esse menos fim de um lado né a castração e o objeto ar do outro é a terceira terceiro tempo né dor da análise e o último tempo seria a passagem né da Separação desse desse objeto em relação ao ser do sujeito ou na verdade ou não ser do sujeito ou isso aí a gente vai descrever para vocês não falando nisso é porque aqui a gente só vai discutir a em tentação genérica do seminário como eu tô fazendo mesmo atacado assim né dizendo envie por onde ele passa os conceitos mais ou menos principais mas nós temos que achar uma capa para esse negócio eles faltam um seminário com poucas referências literárias ele fala lá do paradoxo do Sono cê né assim será que é o antes e que isso aqui é uma borboleta a borboleta que sonhou que é o antes e não dá para saber mas é esse tipo de alternatividade e de negação alternativa que vai estar na lógica do fantasma na alienação ou olhando sujeito olhando o outro né ou fala que essas são sujeito ou objeto que ser é que esse que cai do bom não apareceu dada a exiguidade de alusões né no final tem uma alusão lá o mito da Verdade que poderia ser usada mas acho que nós poderíamos indicar e com capa para Esse seminário algo que é extremamente assim representativo né senão da teoria geral do fantasma no fantasma que originou a psicanálise um fantasma que certamente poderia incluir o frete e poderia incluir no Freud a partir do que ele falou Para gente e ele tinha medo de trens e um dia então ele está no trem vindo do Norte da Itália e ele tá conversando com o seu companheiro esse sal se você for hoje e tu você precisa ver a Catedral porque os afrescos são lindos e na hora que ele vai dizer assim não Azul os afrescos foram pintados pelo pelo e ela esquece o nome próprio não vai escrever sobre isso esqueci importância esquecimento dos nomes próprios ou lá que eu vai dizer já em seminários anteriores né o sujeito Inventa um nome próprio para é a castração para suturar a castração Portanto o nome próprio faz parte esse é o sentido do fantasma mas o frase diz assim puxa se eu se eu tivesse numa numa análise Eu falei uma sucessão de vida eu vou fazer eu uma associação isso me o meu esquecimento do pintor na Catedral de orvieto daí ele diz lá não Mas será que era pequeno homem que me vem bom trácio não não leva o tráfico Botticelli também não é você Kelly experiência interessante essa né para vocês verem aí pensa hoje nos ou sons não pensam como é que ele sabia que não era Botticelli nenhum o prato se ele não sabia qual era o pintor sabia todo mundo vem uma palavra e você Gruta aquela palavra e você sabe que não ela mas como é que você sabe se não é que tiram ela se você não não sabe naquele momento precisamente quem é que é o pintor uma coisa e ele segue Associação livre dizendo trofan bom trácio ultrafilm lembre a cidade na Boss I love na de transporte onde eu recebi uma notícia de que uma paciência que eu fiquei na dúvida ser um caso orgânico ou psíquico morreu e eu fiquei meio ocupado com essa pensamento Então acho que esse pensamento tá participando do meu esquecimento tá gente tem aí o que eu frase no seu desejo de analista se questionando do que que ele é feito Será que eu tô saindo de mim pensando coisas que não que não divido acha que eu tô prejudicando meus pacientes aqui obviamente o Fantasma não foi fazer aí é do Freud Aí ele disse assim não mas travou as cidades na bósnia-herzegovina que me lembra o que que me lembro os muçulmanos a vossa é um país muçulmano na Europa né e ele lembra que ele teve um paciente muçulmano que disse para ele olha sem isso a vida não vale a pena ser vivida ou seja impotente não vale a pena viver e ele disse Caramba então isso de novo tem a ver com a Sexualidade e será que eu tô exagerando Será que eu tô vendo coisa que eu tô vendo sexo demais aqui não não quis pacientes me dizem e ele prossegue Associação livre dele dizendo é o mas também os os muçulmanos Ele tem muito apreço para os médicos eles chamam os médicos de 100 ouro senhor eles senhor senhor se diz rar em alemão né h e r r e ele está justamente na bósnia-herzegovina o reta assistindo tem que morrer quer dizer porque que ele está voltando né nas minhas associações e daí ela se ilumina diz Claro porque Harry alemão a Senhor e o pintor da catedral de orvieto é o sinhorelli o senhor I em italiano é senhor é a minha mão assim ó ele tava esquecendo isso porque ele tava esquecendo do senhor para onde isso não vá para o fato de que fazer judeu é que é que respeitava Lei mosaica e o que o que significa enfim a dimensão do Pai Celestial e daí ou frases é óbvio que eu esqueci qual era o pintor da catedral de orvieto porque sobre o que vença o famoso afresco que o bullying vai pôr para vocês porque eu que estou propondo que esteja aqui na capa do seminário sobre a lógica do Fantástico né E essa sobre o juízo final ou seja e há vida após a morte o juízo dos juízos né e Eufrates e colocando nessa questão que então sexualidade morte essas coisas não derem andar junto e por isso eu esqueci senhor l por isso eu esqueci o Senhor por isso eu esqueci a a junção entre as coisas ao paciente que morreu e é a Sexualidade e tudo isso que estava esquecido tá referido a um juízo juízo né que a gente se fazia antes do Senhor mas esse quadro ele não padrão é o conjunto de afrescos né então tem lá reencarnação o juízo final e tem uma parte dos afrescos que e peculiarmente representa a pregação para os seguidores do anticristo e nessa parte é a gente tem a assinatura do afresco é sou muito interessante Porque nessa nesse momento os pintores não assinavam dizendo Botticelli Ou boltraffio eles assinaram SIP de dentro ou nesse caso se pintando dentro da preço só que a fresco não tinha sido começado pelo Lucas Senhor ele sempre começando pelo frangélico que o outro grande pintou começou a obra e abandonou e o o senhor L completou então o que que a gente já tem aqui o fato de que frase estava às voltas também com uma espécie de questão da autoria na Quem é o autor não é um só ele esqueceu o mas podia ter lembrar que eram dois isso nesse momento em que ele está publicando a interpretação do sonho se tornando ele mesmo o autor ou será que ele está copiando as ideias do feliz ou será que ele está pegando as ideias do broier ou será que ele está usando as ideias deixar coisa na escola de Paris bom froid e a questão de da autoria estão a escala aí colocado vamos lembrar que o próprio faz mudou o seu nome a assinatura é nessa chamava sigmunds e ela tira esse é assim vai para Simone você já alma questão de flor com o seu nome o nome aí baú será o nome próprio o nome que representa algo né E para ele na transmissão patrilinear caso do julgado já isso no qual ele se encontrava Então nada mais justo do que situação sorológica do fantasma esse nosso falando que essa loja que ela ela vão desse presídio desejo de autoria de invenção do que homenagear o seminário com essa imagem né que é uma imagem na finitude o Juízo Final que se presta a bom acolher inúmeras fantasias a uma parte desse seminário em que ela que aparece falar de algo parecido ele diz olha eu vou distribuir o meu cenário entre a versão aberta é chata eu vou tentar mudar vou manter o nome seminário mas nós estamos saindo né daí da Santana do do hospital de Santana da da Capela de Santana estamos vindo aqui para entrar no armário superior né então eu será que seminário continua a gente tem as datas então ele tá nesse momento em que ele quer passar a palavra para os alunos por isso aqui interessante ele quer que os alunos falem também é que os alunos inventem que trarão contribuições era ele parece né 66 que tá acontecendo 66 a publicação da e que o único livro já colocar o seja lá crianças tornando o autor ele está assinando um trabalho como frase assim não a Interpretação dos Sonhos como senhor L assim ou talvez a Catedral de orvieto se pintando ao lado do frangélico porque vocês vão ver o bule vai mostrar e você tenta ali um atrás do outro né a figura do pintor de um junto com o outro e Então vislan essa versão página 48 entretanto permanece exatamente alguma coisa que suspende essa nomeação desse seminário né E daí apelación é o termo que ele usa aqui entre o uso próprio de uma categoria um lugar onde algo se troca assim que ele define o seminar né Hoje é transmissão a disseminação de uma doutrina deve se manifestar como tal quer dizer em vias de vir vehicula são continuaram a ambiguidade entre os seus o próprio da eu não sei qual outro uso não para a falar para o presidente do nome próprio Olá Porque toda discussão sobre o nome próprio poderia conceder é isso Olha lá ele tá falando da Autonomia no seminário né de como quem é o autor e aqueles que me acompanham há anos o seminário na USP a gente a gente percebe né que isso difícil trazer para online agora porque eu uma criação conjunta é uma criação que depende ali as respostas colocar suas as pessoas na troca é diferente de você em casa escrevendo você seus livros né você e isso em seu fantasma né Aqui tem uma coisa que é que que é que é o autor de um seminário quando as pessoas começam a falar interpolar uma das coisas críticas levantadas contra o as edições dos seminários e que já que ela me leva amputou a uma a parte das intervenções aqueles que não eram Lacan então ele transformou o seminário que era uma coisa muito mais polifônica participativa aberta em algo assim que a palavra de uma cana e ele falava e ele falava outras coisas assim ele ele não deu muito espaço para essa circulação na palavra esses três ou quatro seminários são caracterizados muito por isso em comparação com os outros Lacan transmite a palavra dava palavra os seus alunos e eles iam inclusive me leva né que faz a sua intervenção sobre a cultura mas outros também e dizer que escreveu a nota azul que faleceu recentemente estamos aí no tema da Morte né e pediu também a Evocação os três tempos da além de elevar Alan de Eva olha só né já que Alan Miller Allan LD e vai Bob outros aqui né certo e Claire a ilustre ligar ai que fala nessa nessa versão do seminário mas veja só né então voltamos .Música. não sei qual o melhor para falar para mim isso não me próprio porque todas que são sobrou para poderia conseguir é isso como o nome é suporte de transmissão como lâminas suporte de passagem digamos de uma iluminação você já que não nos a palavra apelación mas não me nesse ou em francês né por Excelência cuja denominação por Excelência se tornaria uma nominação por ironia olha só que ela que seria a transmissão de fato por e vamos assim feudal né eu te passo o meu nome Então você vai lá e agora você eu eu filho unigênito que Vai representar ele transmissão né por Excelência se tornaria uma nominação por ironia ele tá falando com que com a modelo de transmissão da psicanálise originado né na Ipa em que Frost e transmitiu psicanálise e para sua família lá na frente né para a sua filha e que produziu vamos assim uma descendência uma transmissão de e poder saber em termos genealógicos que ele estava criticando Mas será que não acabou repetindo a lógica do fantasma nos toca a todos inclusive aos seguidores do nosso querido aqueronta movebo por hoje é só a suspensão isso na minha né então quando quando Alexandre Valle é uns que não está muito importante né a gente tem pessoas que trabalham com ele aqui no Brasil ele foi ou alguém trouxe levou a psicanálise para música para o Teatro ele tem tempo frequentou o Brasil né mas é o nome né dedier a hora que eu lembrei de de e me lembrei de de agir diante É também um psicanalista só que daí pa e que era filho de Margarete a Pantene que é a paciente de Lacan descrita na tese de 32 né da Psicose paranoica e suas relações com a personalidade é uma mulher que trabalhava nos correios e que atacam uma atriz Francesa e é levado para delegacia e na delegacia encontro Lan edailna Campo essa falar com ela eu tenho inscritos eu tenho inscritos preciosos que ninguém quer publicar nada já tô roubando as minhas ideias e o atacante pega esses escritos né lê e comenta usa na tese mas não devolve para ela tô a questão da autoria né ele a aí meia acaba sendo publicado e reconhecida pelos surrealistas ela ela é mencionada por Salvador Dalí foi para o quer ver né ela ela ela acaba virando vamos ver se uma espécie de personagem né para parar de usar os horários a nos 30 para surrealismo Mas ou Lacan comete essa questão que é assim fiz um você escreveu um caso clínico e e fiquei com os inscritos dela e tamos depois lá que vai visitar a casa do seu pai né Alfredo Lacan ou seu avô não tenho certeza e quem é que está trabalhando lá como funcionária é o caso aí mesmo né Marguerite trabalhando na casa e e ela viu oi e ela tem um filho que está sendo ameaçado no final Ela briga com a atriz Porque ela acha que o filho está em perigo e esse filho chama-se de Diego Azevedo bom então quando eu pensei em dividir e me veio Danielzinho e a não Alan villiers Vaio isso tem que ver com os Fantasmas a psicanálise os personagens que estamos subterrâneo do que a gente pode dizer E aí E aí .Música. .Música.
Seminário 15
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso Lacan entre telas e hoje enfrentando o seminário o número 15 de 1967/68 saiu nessa edição já antiga né chamada o ato E se canalitico o ato do psicanalista eu seminário que abre uma nova sequência dentre os estudos da Carne antes a gente viu o seminário 11 ao 14 são seminários epistemológicos seminários de fundamentação seminários com altos teores assim de topologia Mas também de enfrentamento com a filosofia a partir do seminário 15 e até o seminário 19 a gente tem uma outra tarefa dentro aí dos envolvimentos lacanianos que é construção de uma teoria do fazer uma teoria do procedimento psicanalítico e de como ele pode ser entendido como um procedimento discursivo e contrastado com outros procedimentos de linguagem bom então é o que se convencionou chamar a teoria dos quatro discursos que começa precisamente no seminário 16 tomou seminário 17 18 e 19 porque o 15 faz parte desta sequência o 15 é um seminário anômalo né é um seminário que o declara no ano seguinte que não deu certo por mais de um motivo primeiro lugar ele é interrompido pelos acontecimentos de maio de 68 estão lá cansa ver assim às voltas com a a impossibilidade com as greves com os movimentos estudantis com com o desejo de transformar a institucionalidade Francesa e não sou ver vamos ver obrigado a suspender o seminário depois não é por isso que ele que ele que ele não a China bem ou porque ele conforme o dito do Lacan é um projeto que não será retomado por que fracasso a gente tem que pensar isso a luz da guinada que esse seminário representa em relação ao seminários anteriores hoje Lacan tá trabalhando com a lógica com a topologia mas que nesse seminário 15 aparece uma bruta virada de repente de locutor de Lacan passa a ser de kart é uma tentativa de ler o código cartesiano e se a primeira Evidence descrita e apresentada tanto no texto sobre as meditações quanto no texto sobre a direção sobre o regras para dirigir bem o espírito no sentido da ciência também conhecido como discurso do método um dois três uma dores aí da modernidade e eles vão narrar essas peças de de incursão de meditação do Decathlon em busca da sua primeira evidência essa primeira evidência é o Code to penso logo sou ou penso sou primeira evidência que fundo então um sujeito sujeito que diz o de kart ele é contemporâneo da sua própria e nunciação porque se a primeira existência a primeira evidência é o penso logo existo o que garante a existência no tempo o que garante que enquanto não estiverem anunciando penso existo eu penso existo importante eu tenho esse fragmento de verdade mal aí nós vamos para segunda evidência que é existência de Deus ou parece que Lacan se fixa nesse primeiro. Né esse primeiro movimento e da intercessão do outro nesse primeiro momento em que o de cartuchos vou me colocar um método um método da dúvida na dúvida que não se deterá diante de nada mais nada menos que não ideias Claras e distintas E que encontre algo que a de tenha algo indubitável e assim que o de kart vai duvidar da autoridade vai estabelecer uma uma moral provisória de Kate vai duvidar dos Sentidos é a lua tão maior que a minha mão ela parece a minha mão parece marca Luas no sentido engano vocês viram uma vez ele eles viram uma segunda e Eu Jamais saberei quando eles estão enganando então sentidos não servem como fundamento para o conhecimento assim ele vai fazer com a memória assim ele vai fazer o quê imaginação assim ele vai fazer inclusive com a sua própria existência fazer isso ou se Plano aqui ela pode ser assim simplesmente um um sonho ou uma loucura que são as duas cláusulas excluídas por de Kato dessa Março né que vai terminar em que né eu posso duvidar dos Sentidos posso me dar os afetos posso duvidar da percepção Só não posso duvidar que estou duvidando e não posso ligar que estou duvidando enquanto estou duvidando Esse eu não posso virar que estou duvidando enquanto estou viajando eu estou certo disso e sim duvidar a pensar eu posso dizer que estou certo de meu pensamento esse Isso serve meu pensamento penso existo essa processo a ele vai ser repensado pela cam nesse seminário sobre o ato psicanalítico ele vai dizer o ato psicanalítico O que que a gente deve entender por ele uma vez que eu frase começa a sua sua jornada com o inconsciente estudando o ato falho pelo do Lacan Olá tudo bem sucedido Pergunta lá que existe ato sexual é o início de uma de uma jornada que levar a assim é o questionamento da proporção netos entre o seu e pensamento e o ser de extensão ou para Olá cano de poesia assim o desejo e o gozo o ato psicanalítico ao seminário bastante ousado Por que ele vai tentar aplicar essa processo cartesiano a uma lógica de negações vamos lembrar uni-vos uni-vos tem Alemão é um A negação do verbo e vice vice né saber nervos ai né a consciência então UnB vos é a não consciência deslocar esteja né mas isso a sério né seja levar isso a sério Fróes estaria assim é radicalizando a coberta secar porque afinal coloca a consciência a consciência cujo centro a razão a nesse novo ponto de surgimento dos sujeitos da Kátia é o inventor do sujeito moderno também e que parado por alguns o sujeito da ciência então Olá que constrói nessa seminário o seu famoso quadrângulo né no fundo são duas monoides Bully vai tentar representar isso aí então que representaria o percurso de uma nariz em cima a direita a gente tem diagrama de venn né dois conjuntos que se intersectam a e que são nos Estados pela cam na formulação seguinte ou eu não penso ou eu não sou seja uma descrição cartesiana da divisão subjetiva lá onde eu não penso é lá onde eu não sou isso ilustra os cá do neurótico mais comum o estado neurótico de angústia o estado neurótico daquele que procura nariz começa primeiro tempo ele ele antecede um primeiro movimento para a posição à esquerda em cima onde a gente tem o que Lacan chama dia a a resposta é o escolha forçado um movimento importante alienação movimento produzido pelo analista que vai dizer assim olha nessa sua dúvida né entre não ser ali onde você não é é o que Alina nossos pulsões e onde você não pensa onde é que você não pensa lá não sei inconsciente nos seus desejos entre essa é uma e outra e nos na análise e escolhemos necessariamente o ali eu não penso escuta do inconsciente é escuta continuada progressiva insistente sobre o Opala e você não pensa com essa ali Alcides algo se sabe ali você não pensa nesse sonho você não pensa mas esse sonho pensa por você mas esse sintoma pensa por você mas esse ato falho pensa por você mas esse é xisto pensa por você você já a apresentação no inconsciente e no fundo uma radicalização explicitação de como nós estamos alienados ao inconsciente como os vamos ver assim achamos que dominamos o inconsciente mas é inconsciente quer fala e através de nós a terceira posição e aquela que vai operar como uma recuperação da intersecção não mais o ou não penso ou não sou mas a futura entre não pense não sou e essa juntura é representada pelo uma certa relação entre o objeto a e a castração e e o falo Negativo você pode ser isso é uma maneira de descrever o ponto de alienação máximo e um sujeito também conhecido como seu fantasma ali no seu Fantasma o objeto a e o falo se identificam objeto a e eu falo se recobre e isto para o quê para fazer assim comprimento da castração né um sistema vamos assim que em que duas negatividades se acasalam a surgir uma uma imagem cobradora o quarto tempo quando nós passamos disso para o tempo que ela quer definir no tempo na verdade o tempo na verdade o tempo não sou não é o deserto e que seria operação proibida passado um para o quatro passado ou não sou ou não penso para o não sou a esta operação ele dá o nome verdade é como se assim no começo análise a gente tivesse um risco de muito rápido para verdade e às vezes acontece por um é tinha alto uma passagem o ato por um vislumbre de que eu posso atravessar o seu varejo mente a fantasia e daí eu vou para eu não sou e esses quatro essas quatro posições elas são sustentados por uma diagonal que Lacan chama de a transferência e que portanto a responder a dividir com alguns comentadores que uma Graciela brodsky numa primeira fase da análise e numa segunda fase em que esse quadrângulo ele é revertido ele é invertido como no crosscar como a gente vê no esquema R lá da questão preliminar bom Lacan trabalha com esse com esse modelo mas no momento em que ele vai demonstrá-lo o momento em que ele ele entrou Dulce noção de sujeito que ele extrai do pyros que a gente apresentou aqui né o sujeito como como conjunto vazio no momento em que ele vai articular esse SUS Olá eu sou implicação material um ou seja um conceito da lógica aquelas necessário para que a gente possa entender essa combinatório combinatória dada por um por uma por uma regra lógica chamada lei de Morgan no momento em que ele vai finalmente explicar por que que o ato analítico é um ato que dissolve a transferência e separa a transferência do objeto ar um ato que ele compara então com a travessia do rubicão esse acontecimento histórico e que eu proponho aqui como a imagem capa para o seminário 15 uma vez que ele é um seminários não editados não estabelecidos e que e que poderia por exemplo receber aqui no seu no seu com capa né a tela de Alfonso e bom em 1893 justamente retratando Sérgio Júlio César oi Sandro bico detalhes desse momento histórico havia uma regra da República Romana de que nenhum General poderia entrar com as suas forças com seu exército dentro do perímetro de Roma e o perímetro de Roma era marcado por um pequeno Rio por um Riacho chamado rubicão Júlio César volta à guerra da galha ele tem um amplo apoio Popular PM se que ela vai virar um tirando o Imperador a uma pressão para que ele para que ele entre em Roma e ele então medita como a meditação cartesiana e diz a seguinte frase a Léia jaquetas teste a lei a sorte a se que para alguns é um tipo de areia é o acaso a fortuna o imponderável a Léia jaqueta o lançada esta a sorte está lançada e quando ele faz isso ele cruza o Riacho ele diz isso e cruza Riacho portanto a gente tem aqui a ideia de que o ato analítico é um ato de linguagem o proferimento do Júlio César mas o ato analítica também um gesto que adquiri uma potência simbólica uma potência de mudar as coordenadas simbólicas que organiza o real para um determinado sujeito ou segundo uma certa relação que a relação de transferência Depois de dizer o ato analítico é em dois sentidos primeiro ele é um ato do psicanalista que cabe exclusivamente ao ao psicanalista quando ele aceita um paciente quando ele intervém quando ele murmura quando ele dirige o tratamento quando ele o junto da sessões quando ele responde hein maneja a transferência lidando com angústia Enfim tudo isso que seriam as suas pinceladas de 14 né eu não se reúnem no momento em que o quadro termina então a gente pode dizer o ato e ao mesmo tempo o processo fim e os meios pelo qual um acontecimento se produz Que acontecimento é esse gente pode então passar para o lado de lá né que é um ato do psicanálise anti do paciente de se tornar psicanalista Vejam só que interessante é um ato que transforma os envolvidos e reconstituído lado do analista para o seu horror né Olá que a pergunta nesse seminário Por que que alguém que passou por uma análise Quero repetir isso do outro lado né as pessoas deviam ter horror de fazer de novo essa e nada essa travessia uma palavra muito importante lá que vai falar em travessia das identificações Alguns vão a partir disso por por ele travessia do fantasma análise em uma travessia de diria como a terceira margem do rio João Guimarães Rosa é uma travessia travessia enigmática que Lacan tenta estabelecer aqui para a gente A partir dessa nesse estudo de formalização e de crítica porque não dizer da do entendimento clássico de ar em psicanálise porque até Esse seminário o ato era assim suspeito se o paciente está reagindo a gente mais da vida problema frases recomendável um toma e grandes decisões no começo o tratamento mas isso gente está agindo ele não está o mundo Jesus pensar Recordar repetir e elaborar né ação ela era vamos ver se um problema para o para os analistas como se a única ação tolerada fosse a recordação em transferência Olá que vai mudar isso é possível que ele esteja inspirado na teoria do host é quando dizer e fazer você já teoria dos atos de linguagem é possível que ele esteja aqui premido pela teoria da enunciação né que quando a gente usa a linguagem a gente não só descreve o expressa mas a gente também faz é possível que o atacante esteja às voltas com a guinada ou com uma uma tentativa assim de contornar problemas por um giro abacate por uma espécie retorno adequados foi isso também a cirurgia procurou com husserl e heidegger e Sartre O Retorno de cactos pode dizer que não Lacan esse retorno é bastante circunscritos ele vai ser tão abandonado como a gente disse ele vai ser provisório mas e essa é uma questão de pesquisa para gente Muitos dizem ao seminário do ato apenas um prolegômeno para o para a teoria dos quatro discursos no fundo tudo que você consegue com a noção de ato você consegue coração de discurso eles estão em continuidade eles estão assim fazendo parte de um de uma do mesmo desenvolvimento eu reputo que essa vai ter interpretação equivocado a teoria do atual teria a parte é uma teoria que não se consagrou nesse desenvolveu mas a elementos dela que são irredutíveis a teoria dos Patos discursos por isso decidi seminário incompleto e concluído é tão a gente é tão fascinante por hoje é só continuei com Lacan entre capas para acompanhar os próximos desenvolvimentos plásticos visuais clique em que não tomou Vivo e
Seminário 16
, Dunker E aí .Música. Olá bem-vindos a esse canal no YouTube com o lá que entre tapas hoje com uma abordagem do seminário 16 de 1968 1969 um seminário que tem como capa a proposta As Faces da Morte essa tela de Salvador Dalí pintada nos Estados Unidos 1940 e uma capa que fala de como uma Face em decomposição na caveira vindoura no lugar dos olhos contém outras caveiras em atitude de espanto e horror assim como dentro da boca a gente vai encontrar outras caveiras que estão de os outros caveiras apontando para a ideia de infinitos a face da guerra e uma faça que multiplica a serpentes que estão em volta do nessa Face nesse crânio no espaço desértico horror que dali como os outros surrealistas mantinham em relação à a guerra que você quer um uma capa bem escolhido por dois motivos né e primeiro a essa alusão ao infinito é um pouco como as bonecas russas né que tem uma boneca dentro da outra a gente tem uma caveira dentro da outra e que se tua né A Guerra Não como um acontecimento assim intermediário né de um estado de política para outro Estado de política a guerra como se política feita é brutos meios pelos bens da violência e da força mas essa ideia de uma política da guerra né da Guerra como Infinita da Guerra como total isso que traduziria em certa medida a experiência de destrutividade é elevada a condição assim de soberania como ajude podem algumas políticas contemporâneas detectar esse esse gosto pela morte né esse desdém pelo valor da vida esse rebaixamento da condição Vital e sua substituição pela pela Face de horror parece uma citação esse a gente olha de perto do da tela do mundo é que a gente já elencou aqui para um dos seminários Lacan chamado justamente o grito só que nessa tela o grito está impedido o grito Oi Edilma de uma boca que contém uma uma voz que está por sair né mas há uma obstrução é uma boca que contém um objeto uma boca que está cheia ela mesma de si mesmo e uma uma tela interessante para falar de um aspecto aqui importante do seminário que diz respeito à as séries infinitas as séries infinitas que vão ser mobilizados pelo Lacan a partir de um autor né cinema o seminário 15 de kart treinaram 16 Oi Gil outro o grande outro para um pequeno outro deixei no outro que você diz outra em francês né que Z A minúsculo objeto pequeno a começa sendo essa pequeno outro lá na cam do estágio espelho né o nesse fica no outro é o meu parceiro Imaginário esse pequeno outro é é o meu semelhante e veja que interessante ele tá dizendo assim se trata de extrair do grande outro e essa pequeno outro esse pequeno outros reduzido a uma função que a função do objeto lá senão seminário 15 a gente já tem de kart aqui a gente tem aquele que assim o concorrente natural o inimigo se vocês quiserem no século 17 de de Castro que Blaise Pascal de kart Jesuíta Pascal jansenismo Pascal e contrito Pascal que pertence Essa ordem religiosa que se caracteriza pela crença na graça ou seja você não é salvo pelas suas obras você não essa altura que você tudo que você faça o que você deixou de fazer outra vez não só por isso mas pela intenção inexplicável pela aparição em ponderável de Deus que escolhe e um Deus que vêm de fora da razão humana e que escolhe assim como de cá tu vai estabelecer um método né o método da dúvida tornando-a hiperbólica a depois resolvida na primeira evidência Pascal vai propor uma outra abordagem né ele vai dizer assim ao o espírito de geométrica O que é aquele que cabe as coisas estudadas pelo pelo de kart mas é um espírito e finura espírito e se aplica a a Graça a o ser humano espírito finura é aquilo que se aplica todas as condições finitas diante do infinito não é de outro essa fala tão conhecida né o silêncio dessas espaços infinitos me apavora Pascal oração tem azuis que a própria razão desconhece Pascal Pascal é o Veloso trágico você lembra que o Lacan no seminário sucesso e defende uma ética trágica para você canalhice então agora ele ele volta Pascal para extraído esse desse autor uma ideia é que de certa maneira se liga com a tonalitico que dele aposta Pascal conhecido pela sua pela sua maneira de tratar o problema da existência de Deus congequiturando a existência de uma aposta seja se você e se Deus existe ou não esse não é o já te conhecimentos eu já tenho aposto ou seja se você postar que ele não existe e levar uma vida libertina devassa cheio dos Prazeres Enchendo os pecados e chegar lá em cima e encontrar com Deus você vai ter então perdido a aposta você já fiquei que que essa pequena vida essa vida finita perto de um infinito de glória e de atitude entendeu E se a situação fosse o contrário esse eu apostasse em uma vida infinita dentro da vida finito ou seja uma vida de todos os histórica uma vida de regramento mais uma vida de recolhimento e introspecção de procure contato com Deus A hora que você chegar lá em cima e se Você apostou que Deus vezes bom você venceu porque o mais disso lhe será dado portanto concluir Pascal a escolha bem feita aposta necessária é pela existência de Deus não como uma suposição não como uma dedução não como uma crença mas como uma aposta assim como lá que vai usar de Kart para pensar o sujeito o sujeito dividido entre o pensamento e existência agora ele vai usar Pascal para pensar o outro ou seja quem é este que pode ser um enganador segundo de kart né o Deus maligno gênio maligno enganador e que para Pascal é justamente aquele que a gente tem que enfrentar né Será ele maligno ou não serei eu louco ou estou eu sonhando diante de ser desse desse outro Cristão para o local e para de kart bom massa Esse seminário ele anuncia também o início de uma montagem montagem de uma de uma nova formalização chamada então o discurso do psicanalista ou os quatro discursos e essa vantagem curiosamente começa com uma uma aproximação um igualmente assim entrevista na obra de Lacan que é de considerar assim este objeto esse objeto que saiu do outro grande outro e que cima e aparece como semelhante mas que mais à frente vai aparecer como a da Alma objeto que que causa o amor como objeto que causa o desejo mas também objeto online que causa angústia você já temos várias sobreposições desse objeto como causa mas aqui ele vai tratar esse objeto como uma função dizer o lado enquanto uma função esse objeto ele fala de um conjunto de experiências subjetivas experiências como por exemplo a daquilo que não se pode trocar a gente eu vou trocar a palavra gente pode trocar bens mas há algo que não se troca aquele que que ele não na troca permanece sem intocado ele mas é esse objeto ao os atuar é também definido e aqui é uma referência habatai esse amigo do Salvador Dalí também antropólogo com o pé no surrealismo depois crítico de Aragão Breton ele vai dizer assim uma civilização de tudo tem função onde tu tem causa tu te regra ou de tudo se aproveita hoje tu tem utilidade que lugar damos ao que não serve para nada esse lugar do ponto acho melanésio seu lugar do hino e esse é o lugar função que uma cama e dar para o objeto a objeto a e ao mesmo tempo um excesso e uma falta objeto ar é aquilo que não tem utilidade mas que se infiltra como os passe catalisador do mais além do princípio do prazer ou da satisfação e satisfatória da insatisfação satisfatório aproximação inédita e surpreendente feita por Lacan nesse seminário é dizer assim a função deste objeto é semelhante a função da mais-valia em Marx seja lembrar né mas valia é uma acréscimo que ocorre a forma mercadoria porque ela é produzida nessa formato era produzido que para a troca ela é produzir como excedente né em que o valor de uso vai de cair essa substituído completamente pelo em troca e portanto mercadoria e dentro da troca de mercadorias a gente vai ter uma mercadoria específica que é a mão de obra daqueles que não tem mais meios de produção e que só podem então venderá seu a sua força de trabalho e nesta troca o que vai acontecer uma esfoliação a esfoliação de valor um valor é retirado do processo e se transforma em capital uma parte é novos meios de produção outra parte paga os salários outra parte paga as instalações outra parte paga os meios mas se você somar tudo tem uma mais esse a mais seu capital e esse é mais é também o objeto A então causa de desejo da que vai tentar e mostrar como essa função do do mais-valia da meia-luz pensando Luz como prazer né ela pode ser escrita a partir e séries matemáticas séries matemáticas descritas pelo Pascal mas também pelo fio monat série em que o terceiro é definido pelos pela soma dos dois anteriores A gente pode imaginar uma série de ver gente uma série convergente fazer a relação do sujeito com o objeto à é uma relação filtrada organizada por esta série de uma coisa que já vinha lá do seminário sobre a lógica do fantasma mas que adquire aqui uma demonstração muito mais elegante para isso ele vai precisar renovar a noção do significante que aqui vai ser associada com a noção matemática de para ordenados ele vai voltar noção de tracionar e vai propor também uma uma nova leitura da dialética de saberem verdade e nessa dialética a gente tem então de um lado saber o que compreende a relação saber a verdade né todos os saberes todos os saberes incluem o verdadeiro ainda que eu não saiba qual ele é do outro lado eu tenho que a divisão em cima verdade em baixo saber fazer esta relação é uma relação em Estrutura né fibonattis em que eu posso substituir na posição do saber uma nova dúvida hiância saber a verdade hoje e na próxima posição do saber a verdade eu posso substituir uma nova posição do sabe a verdade e que portanto a gente tem o quê na relação com o objeto ar uma relação com o Infinito infinito pascale ano e não cartesiano infinito do grande outro e não do sujeito infinito que vai ser pensado a partir de duas vezes consequences a primeira é necessidade de que as experiências que o objeto ar ultrapasse as três dimensões importantes Já pensaram partir de uma superfície topológica conhecida como garrafa de Klein a segunda consequência e que o lá que vai procura Ou vai tentar enfrentar aqui um tema que não Carol seu mais mas tem uma mais abundante que eu terminar sublimação e ele vai dizer a sublimação pode ser pensada a partir de um vácuo e interior na cócega interior é uma cócega de dentro que aparece como sendo produzida desde fora então essa evisceração do outro né que que corrompe completamente essa nossa mítica intuitiva de que somos esferas somos esferas emersos em outras esferas também esfera pública EA esfera privada o bolo é uma esfera Como desenrolar nisso mamona da ele tem um centro eu sou trans fera cada um é um indivíduo porque cada um é uma esferóide ele vai dizer não isso isso ignora completamente a existência do objeto a na sua função de mais-de-gozar então ele vai dar mais valia para o mais-de-gozar Plus jejue e Mas é isso é um traço das relações humanas e relações de trocas comportam e se a mais e ao mesmo tempo ahm e de gozo é um seminário que tem como o seu tema fundamental seu conceito fundamental que vai sendo repensado reformulado a cada vez e Como que você se junção o gozo em francês Argos e um seminário denso bem concluído com demonstrações assim fortes com o uso ponderado a matematização o hipóteses topológicas tudo isso vamos assim costurado por esse maravilhoso autor do século 17 Blaise Pascal que além de matemático filósofo né E foi lá que explora muito isso que o que aposta dele ele é feita com bilhetes que ele costurava dentro do seu casaco e daí ela tirava no do do seu casaco as formulações que envolviam então as decisões do seu cotidiano tá aí a 16 Lacan entre capas quem quiser mais meia luz nos Ijuí mais valia mais capas clica aqui no queiram da morreu por hoje é só não é .Música. .Música.
Seminário 17
, Dunker E aí .Música. e assim dizer esse canal no YouTube com o Lacan entre capa hoje apresentando o seminário livro 17 o avesso da psicanálise Lan vestem na psicanálise de 1969/1970 seminário que ocorre em meio as reformulações em voltas que seguiram-se a maio de 68 ele tem uma capa diferente de todas as outras né eu marcar para que é uma foto para começar uma foto dele com a ROM e uma foto de um personagem muito conhecido das revoltas 68 que Daniel cohn-bendit que Dani ruso uma agitador alemão né que está em Paris e que está sendo assim confrontado por um policial francês o que tem um capacete que lembra muito capacete alemão na Segunda Guerra né então a gente tem aqui uma inversão de relações dessa vez né e com o Danilo e rugi ainda se sentir ameaçado em vezes você tira secuado ele ri ele sardonicamente ele vive ironicamente ele ergue os olhos as sobrancelhas para o guarda que tenta coçá-lo e que essa cena se você não sobre impotência a impotência da do Poder então potência da violência impotência policial em conter a revolta que toma conta da França termina com deposição do seguro Esse é um seminário que que envolve passagens muito engraçadas onde o ar quente pelado né pelos estudantes e não as estruturas das eram as ruas ou não estruturalismo é ao que permite engajamento político ou não Qual é a sua relação com Marx Afinal e de fato é um seminário que começa assim diretamente de chofre com as é Max e aos desenvolvimentos em torno do objeto ar mais de Gonzaga gente viu lá no seminário 16 mas agora já né no contexto da produção dos discursos a gente tem um vídeo sobre isso então recomendo que vocês investiga esse vídeo onde tá lá detalhado né os quatro lugares que compõem o discurso é então uma e contando da esquerda para a direita o lugar o semblante o lugar da Verdade né semblante ele é suportado pela verdade do outro lado um lugar do outro esse outro que ele do qual só pode um pequeno outro embaixo lugar da produção para novidade aqui né pensar o discurso como laço social no discurso definido por uma produção que que eu discurso produz né pode os indivíduos para produzir sujeitos para poder mais gozo quando você tem ali nessa lugar objeto a mais de gozar nesse caso o juiz está diante do discurso do mestre né E quando é que o objeto alugar na produção e o sujeito barrado no lugar na verdade entre eles um triângulo entre eles uma o impedimento de circulação uma punção Talvez né como um fantasma em que o sujeito não consegue se relacionar não consegue assimilar não consegue se proporcionalizar ao objeto de fatos os cursos compreendem Duas circulações né da Verdade ao semblante do semblante ao outro do outro a produção e de volta para o semblante que vai para o outro que vai para a produção e que vai de novo para o semblante a pequena circulação da Verdade né para o posição dos emblemas lant em algumas formações a verdade que também toca diretamente assim ao campo do outro a gente tem aqui uma novidade psicopatológica muito interessante né que é tem que operação da histeria a histeria que tinha sido analisada lá atrasa como um grande quadro definidor da neurose a partir da hipótese né da ligação dialética no recalcamento aqui Volta à Cena como um discurso a histeria é um laço social não só portanto uma forma de desejo desejo histérico Nenhuma forma de negar de defesa defesa histérica mas uma maneira de produzir uma maneira de produzir mais de gozar uma maneira de produzir né Vamos passar né nos discursos da a histeria comuns que tem um sujeito dividido no seu lugar de a gente o semblante né e no outro lado um significado de mestre Então mas se a histeria que a demanda o mestre e que produz saber como é que faz o mestre trabalhar então é uma nova versão do que a gente chama de teria no momento em que a histeria começa a ficar sem confusa são muitos quadros é um só tenho histeria que se infantiles atriz teria que psicossomática teria bordas lá então histeria depressiva seria aparece assim crescendo e mais uma cama lá e disse olha a histeria É também um discurso por isso que ela tá tão dispersa assim na nossa cultura é seria o discurso da crítica seria dos cursos da incompletude mas também os custos da impotência e aqui tem uma segunda novidade de ser patológica que em introduzir sofrimento baseado em decorrentes dos cursos é dividido entre o sofrimento causado no campo da impotência que o que você a gente vai ter no discurso Universitário e no discurso histérico e o sofrimento no campo da impossibilidade vai lembrar que possível real né então aqui a gente tem os cursos mestre e outros cursos do psicanalista bom do ponto de vista Clínico a gente eu tenho aqui uma revisão da teoria da interpretação lá que vai ser o olhar além da pontuação na edição descansam do do manejo do significante a gente tem interpretações que tem estrutura de citação Ou seja você pega o enunciado e devolve para o paciente e convida aquele ponha naquele anunciado uma enunciação pode ser a sua pode ser de outro e também como para é desse tipo de intervenção a gente vai ter um enigma um muro sentido onde acontece o contrário a gente pega uma e nunciação interjeição uma a atividade uma interatividade e pede Qual é o enunciado que lhe corresponde Então a gente tem é a estrutura dos discursos que definida a rotação entre os discursos como é que você sai do discurso do mestre então progressivamente ele gira e daí a gente vai para o discurso da histeria ou então regressivamente ela ele se se inverte discurso do da universidade tem uma definição muito interessante aqui do Lacan sobre o que que é colonização né hoje está aí às voltas com discurso pós-colonial de Colonial Lacan diz olha a colonização empreendimento do discurso de mestre com um acoplagem regressiva com o discurso Universitário mandar ali onde não se educa educar ali onde não se manda e as coisas vão operando né por um processo em que o o a falar da minha língua em que o outro se torna então uma reedição da relação e aqui a gente vai ter né no 15 de Kart no 16 Pascal e agora volta rio a estrutura do dos discursos é inserida da estrutura do Senhor e do escravo ou do mestre eu dos Cravos e aqui a gente tem todos os todos os desenvolvimentos é que vou introduzir no coração baterias Canario que essa figura da escravidão para o reino isso era o que era o momento em que a gente estava saindo da idade média entrando na modalidade a modalidade se caracteriza mulher dos cidadãos não tem mais escravos mas o que que ela que que astúcia dele indica não tem mais escravos como a gente tinha no Senhor antigo que o aqueles é o filósofo por que que ele faz o final do Sol classes do plano Aristóteles e Platão que é e não saber que expropriado do escravo que sabe fazer sabe fazer música sabe fazer medicina sabe fazer a arte sabe duplicar a área de hum hum hum quadrângulo só que ele não sabe então mestre ou senhor né vai lá e subida o saber ele leva se saber uma segunda potência não é mais um saber-fazer mas eu não saber sobre o saber e de tal maneira que então vocês polia os Cravos aquilo que ela sabe e daí os Cravos é o senhor da natureza assim como o senhor é o senhor do escravo aquele que comanda o escravo mas aqui há uma dobradura mais Olá que eu vai voltar lá na firma energia do Espírito no quarto capítulo e vai notar que ali está escrito em ti e nesse momento o senhor se embrutece no seu gozo se você já nesse momento em que ele ele Dobra o escravo e ela se embrutece com isso porque porque ele não pode ser e não quero ser reconhecido por alguém que que não é um como ele que não mestre mas é apenas e tão somente mostrar E eu lá que vai dizer dentro de cada um de nós ao Senhor eo escravo e portanto as nossas relações intersubjetivas era são simétricas as nossas relações intra subjetivas e portanto a escravidão é um problema obrigaçao Por que diz respeito à fracasso do indivíduo fracasso dessa passagem fracasso na relação de um lado com a liberdade do outro com a morte senhor escolhe a coragem desse porque o mortal porque ele ele pode ser atingido pelos cravos e enquanto o escravo que o d-fine angústia diante da Morte essas essas essa dialética ela está acontecendo em 1807 depois da são francesa mas mais ou menos assim ele forma contemporânea e aquela que boa a gente pode dizer talvez seja a primeira revolução né que evolução e São Domingos revolução haitiana função dos negros que decretam no fim da escravidão no Haiti que cantam a Marselhesa e com esse canto e imobilizou o Batalhão polonês e de Napoleão e que cê toma Então a primeira colônia livre e que são encontrados e levados ao Desastre por pela pela pela impiedade de Napoleão e seu herói morto na França quando esperávamos assim ser tratado como um igual eu retorno ao Senhor e escravo mas é o retorno que agora tem E as novidades que vai falar do de uma certa sobreposição de Jacareí histórica dos discursos primeiro discurso do mestre depois de construída citario depois do discurso histérico e em seguida os cursos da psicanálise né ou do psicanalista mais rigorosamente falando aqui vai aparecer a ideia da verdade como irmã de gozo e o saber como meio de rosto aqui vai aparecer a ideia de que o gozo ele ele é um efeito da repetição seja a circulação como em Marx né das trocas mas aí das trocas dentro dos cursos que pode operar a regressivamente ou progressivamente então a gente tem aqui uma uma reedição do problema do percurso de uma análise quando a gente recebe um paciente muito frequente o discurso do mestre ouro tá dando aula sobre si mesmo pessoalmente por um instante tecnologia diante disso Qual é a operação que a gente faça isso ter esse zahram sujeitos não tem análise Essência primeiro passo quer colocar o sujeito dividido em primeiro plano lugar semblante e a partir da essa esterilização ou seja se convite ao questionar se a questionar o outro a se inicia um processo que culminará numa um quarto de volta mais é a passagem de analisante discurso histérico a analista é a passagem que conclui A análise então é um seminário que que que na sua do segundo sua segunda parte para o fim vai recuperar um outro autor em suma importância é no ensino a Caminhando não só no começo como muitos argumentam mas no final e a partir de Então o que quilômetros trouxe e já que começa uma ajuste de contas que já estava ali dado no seminário de uma aula só de 1963 Lenovo de pé os nomes do Pai onde ele lê pensamento selvagem deles trouxe que ele foi editado em 62 e 63 Venderam do pé e aqui há uma nova voltam parafuso ou seja além do ético O que significa Ir Além do ético O que significa retomar certas distinções que estavam lá no Freud por exemplo entre o mito de Édipo e o mito de Moisés se o mito de Édipo diz que o mesmo vem no mesmo é que é o mito dos mitos sobre a sobre a família e como a família se reproduzem endogâmica mente na verdade exogâmico amei demais Édipo é é o contra exemplo disso um exército froy vai aguentar ficar muito em contrário vai colocar na sua cúspide a figura do estrangeiro e vai dizer o nome vem do outro nome próprio vem do outro o nome de fundo uma genealogia vem do estrangeiro E para isso ele vai debater com eles troso e debater com o antigo testamento o livro de Oséias com a tradução de chegou aqui com o comentário de selim enfim de novo Lacan vai se debater com a teologia e assim como eu nem tinha feito no seminário sobre os nomes do pai no fundo um seminário compacto extremamente Poderoso Ele sintetiza teoria dos quatro discursos ele abre o diálogo com massa e em várias frentes e aqui que se dirá por exemplo que quem inventou o sintoma não foi Hipócrates não foi Pixar mas foi mas que significa Marques e inventado o sintoma né quem inventou a divisão divisão social do trabalho como eu falei divisão subjetiva que ele inventou a alienação né aleração trabalho assim como a gente fala de alienação no outro que ele inventou o mais-de-gozar é o o a mais-valia que ele inventou a forma mercadoria como fetiche o fetiche da mercadoria e todos os sintomas neurótico e fim avesso da Contém uma fantasia perversas e o Max inventou sintoma todos esses pode ser realmente o seminário em meio à Revolução em meio a Chamas onde Olá que tá na sua melhor forma retomando coisas de outro seminários de maneira sintética tá aqui a lógica do fantasma daqui a Libonati daqui a releitura né do inconsciente como discurso né do contexto da solução para os quatro impossíveis é governar a educar fazer desejar e analisar que definem o mal-estar Para muitos é um seminário de psicologia social lacaniana de psicanálise social lacaniana no meu entenderam seminários extremamente Clínico a gente já tem manejos a gente tem escutas a gente tem modalidades de interpretação a gente tem revisões e problemas por exemplo relação entre discurso e transferência um pequeno livro que eu recomendo vocês para mais frequentes vermelhos marxistas estruturais clique aqui e aqui outro momento por hoje é só e .Música.
Seminário 18
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso canal YouTube com o falando entre capas Lacan entre capa e hoje abordando o seminário livro 18 traduzido por juntos curso que não fosse do semblante um seminário de 1971 um seminário que ele é mais curto que os outros e ele consegue assim começar três momentos da obra de Lacan o primeiro e o que a gente poder chamar assim o encerramento da teoria dos quatro discursos então a vários capítulos envolvendo a noção de semblante que até dar título para Esse seminário como como está esse programa com os pés e desafio existiria algum discurso que não fosse desde o semblante Eu lembro que o semblante é uma é um lugares que compõem os discursos é o lugar que um visualiza o discurso que diz assim Olha esses curso Vem de um juiz esses cursos vem de uma pessoa esses curso vende um homem esse o curso vende Jéssica ou de Bully esse lugar nos curso ele se relaciona com o lugar de endereçamento né o outro aqui nesse discurso se se refere os discursos produz algo pode produzir trazer pode produzir desse trazer pode de produzir exploração para pode produzir mais-valia enfim e o lugar na verdade o gás na verdade aquilo onde um fim o semblante está é suposto e aquilo que escola o semblante Então qual é a pergunta não existe nenhum discurso que que não fosse do semblante que não se portasse no laço social o outro como um indivíduo e pergunta muito interessante é uma pergunta é desafiadora porque coloca não só psicanálise mas o lugar do analista a luz da crítica da sua própria individualização E isso tem que ver como lá desde o seminário 7 né o Lacan dizendo assim olha o analista uma função analista uma vosso analista como couro da série tragédias antigas o analista é um objeto lá um objeto um semblante de objeto o analista é uma um suporte para uma função que é da transferência portanto um suposto saber um sujeito suposto saber são todas as variações em torno na mesma questão vê o que que faz de um analista algo mais ou menos do que um indivíduo falante cor em qualquer outro vocês escolherem as variantes EA ao desafio da do Lacan nesse nesse seminário começa por isso né E aí a gente tem um segundo momento em que essa questão a questão dos discursos ela vai sofrer uma espécie assim de descompensação pela entrada pela realização mais clara da diferença e dentro da linguagem entre o escrito e falar tu entre o o discurso o sentido antigo né daquilo que é a língua assumida por aquele que fala olha é um processo de individualização e e do outro lado a língua enquanto algo que se escreve a linguagem enquanto posta no outro suporte que escrita que até então estava meio longínquas para você canaliza a gente não a gente não trabalha com cartas e mal nossas vezes troca mensagens mas é a estrutura E aí é a fala nesse segundo momento no seminário Olá cama dizer assim mais a fala também comporta uma certa relação com a escrita é como se ele dissesse assim os falantes que sabem escrever elas falam diferente daqueles que não sabem escrever veja até onde isso vai né eu fique nós vamos chamar de escrita né então tem sistemas alfabéticos né Fenício demótico grego a de escrita e tem outras formas escritas por exemplo as tatuagens por exemplo as as escarificações por exemplo a as cicatrizes por exemplo aqui luquinhas inscreve na historicidade de um de um corpo né dos seus Encontros com outros essas mudanças de forma né os resíduos do outro tudo isso vai então se metabolizado no outro registo de linguagem que é a letra é nada é conhecido pela entrada né de uma diferença brutal entre o significante está no simbólico a letra está no real e segundo movimento do seminário né entrada da letra terceiro movimento do seminário a uma espécie de disparidade de incongruência de tensão entre esses registros né real e simbólico mas letra significante e essa atenção vai levar a retomada de uma coisa bem antiga no Lacan máscara que ficar então decisivamente claro que são as línguas orientais e interesse no acamp no Oriente porque justamente seria uma forma da gente entender que que essa diferencie alidade do oral para escrito então ele ele é um seminário atravessado por uma viagem que ele faz ao Japão e que hoje ele discute com o bar O que é a coisa japonesa e que retorna todo uma todo um passado vamos esse lá caminhando e debate com os antropólogos que já anunciavam desde Michel le he mal roubar Thai ou tava no Ninja o Paulo todos elas é que te deu trouxeram ao longo do tempo a experiência do outro né no Oriente também na África mas principalmente no Oriente então um na cama vai começar a mobilizar a escrita chinesa como um paradigma o paradigma de que em que a gente pode ter todo o universo comunicação né baseado na escrita e que ele não é comensurável com a fala então gente pode escrever mandarem mais não falar Lu ele pode falar não entender nada na escrita são esses temas completamente diferentes não é que eles não não não se tocam mas eles não tem uma e como as línguas dos o laricas línguas do ocidente em geral onde você tem né ah o fonema que se escreve assim outro fonema não é uma letra que se escreve assim não é assim um chinês e o na cama então se interessar pela filosofia do Messenger que é um filósofo confucionista né mas vai se interessar pelo lá altos e então várias várias leituras aqui do grande poema um poema do caminho né o falta King e várias leituras de um teórico da estética chamado um monge abóbora amarga que era alguém que estudava caligrafia chinesa e furacão vai trazer aqui para toda a discussão junto com o antigas questões de antropologia na linguagem do tipo assim qual que é a relação afetiva entre a língua e os sistemas simbólicos que que que são decalque da língua quando a gente tem língua escrita e língua o José mas isso tu vai estar interessando lacão por quê Porque a noção de semblante justamente um compósito né língua escrita fala dispositivos marcas traços corporais aparência alidade vamos chamar assim né aparecer idade que faz um ele acontecendo e fazer o quê que fala que escreve tudo junto e aí tem um tem um equívoco e interno laço social que tá falando com esse umas esse um repente é múltiplo então certas propriedades da língua chinesa e depois da japonesa vão ser privatizadas aqui por exemplo é isso é muito importante para quem viu o vídeo aí da ontologia negativa a ideia que não chinês você não tem exatamente o sujeito verbo e predicado a função da cópula né do verbo ser Ela é completamente diferente no chinês e envolve operações Portanto o que ser eu jurava com a lógica do Aristóteles segundo. É o que ele entende por letra é tanto ali caligrafia chinesa que vou propor aqui né que que faça parte do do do nosso seminário uma uma certa revisão da capa porque acho que essa capa não faz muito jus aos autores que Lacan discutir em termos de cultura oriental né eu vou para o porque se a gente a gente tome como capa Bully vai para o povo vai colocar aí né sobre um tratado chinês de pintura Não é digital 1641 1710 ou de ali sim você tem paisagens né Isso não é uma pintura de uma paisagem ou retrato de alguém fazendo a caligrafia chinesa né paisagens onde você tem a escrita implantada onde você tem toda economia de relações entre a montanha não vem a água bom e como essas coisas se se escrevem também ou seja lá canta na borda né linguagem escrita linguagem oral linguagem desenho linguagem pintura linguagem imagem linguagem escrita linguagem sistema code e na terceira fronteira que ele vai explorar e justamente da linguagem falada com a lógica com a lógica do Aristóteles e a gente tem terceiro movimento de seminário que a primeira vez onde ele vai introduzir as fórmulas da sexuação a gente vai ver lá o celular de novo cenário vídeo Qual é a temática básica dessas formas não há relação sexual semblante homem não se relaciona o sentido de fazer uma proporção perfeita com o semblante mulher porque não são dois tipos diferentes de gozo ter que envolvem dois tipos de relação entre Universal e existencial a coisa complica né você e avança com com inúmeras referências Mas ele é muito conhecido essa seminário por um capítulo que é um capítulo que ela profere quando ele volta do Japão né chamado leitura a terra uma uma brincadeira com literatura né e ele tuneli Ita pedra e terra terra faz uma alusão ao que ele é uma imagem é uma imagem que ele tem quando ele tá voando de avião provavelmente assim pela cor pela Costa da União Soviética ou aquela crosta gelada do ártico assim e ele ver montanhas e ele vê um fenômeno chamado ravinamento nas montanhas que é a água cai na montanha e ela cria sucos e esse sucos descem Até formar então poças Lagoas pequenos mares e tal e essa imagem já só espero que o Burle acho uma mãe imagem parecida com com essa né inspiram lá que é tudo uma nova teoria da do que que é literatura né O que que esse capítulo ocidental né da da escrita da leitura do romance do literário que ele vai dizer assim é como é que eu entrego né as descobertas que eu tenho desde o SUS ir com o com que o experimentei aqui no Japão né que quer que é uma cultura por exemplo que começa por valorizar o escuro e não claro o acidentes tudo que é bom é o que é iluminista a razão clareia a razão mostra o que é visível é o que eu chega o espírito a razão e por exemplo recomenda-se livro do junichiro tanizaki louvor da sombra 1933 ele fala não é nada disso pois já vão que interessa é um escuro é o que não se vê é aquilo que a que que torna o Claro mais mas furante mas mais vale E desde a textura do papel da uso das Tintas até até o uso da linguagem até o uso uso da linguagem que o na cama dizer assim o japonês ainda não analisar porque porque a quantidade de circunstâncias que povoam a escolha da dos termos e das partículas por exemplo se uma mulher fala com um homem se o homem falou com um adolescência adolescentes fala com uma avó a quantidade de relações entre o contexto ao específico e a maneira como se usa a linguagem é tão grande ele vai dizer assim os japoneses têm aquilo que para nós é um equívoco né é um acontecimento dentro da língua como se fosse o céu estrelado esses lembro que o céu estrelado é referência do cante para ética ocidental é é a imagem que a gente pode ter da Liberdade do uso ético da razão então coloca volta dessa experiência olha essa imagem diz assim eu me e as nuvens as nuvens os seus filho já tinha definido elas são os dois lados da folha de papel né o significante do significado do valor e da significação e as nuvens estão assim numa relação com o a superfície semelhante àquela descrita no na Bíblia né o espírito de Deus andava sobre as águas e Olá cantam começa a ter matizar uma coisa que nunca tinha feito o conceito de nuvem né de nuvem em nuvem de significantes me chame de nuvem Como algo assim que que que não é diacrítico que não é um ou dois que não é 01 a nuvem simboliza a transmissão Então como modelo de leitura até a gente tem essa essa essa sublimação né A Lu vem que é no fundo a o que vira água que vira água e e que pode cair até na forma sólida né mas que sim trem ela não tem esse treinamento da água na montanha esse ravinamento ele vai chamar de rasura ele vai dizer assim a rasura é o trabalho da letra isso aqui é como a escrita no couro e aí chegamos a definição da letra como o litoral na letra como litoral de saber e gozo né a letra como essa fronteira que vai operando aí então mais além do inconsciente ou redefinindo o inconsciente então a as formações de água que somos precipitados né nessa nessa imagem elas são as formações significação elas são as bacias é hoje a gente consegue contar unidades né A partir daquilo que é disperso como a chuva daquilo que é é gasoso né como a nuvem vocês terem uma ideia é o doce lacaniano aqui em leitura até eu vou ler um pedaço para vocês né E foi assim que apareceu e irresistivelmente numa circunstância se ele guardava na memória Isto é entre as nuvens o escoamento das águas único traço aparecer por operar a linha ainda mais do que indicado o relevo dessa latitude naquilo que é chamado de planície siberiana uma planície realmente desolada no sentido próprio de qualquer vegetação a nascer por reflexos reflexos desse escoamento que empurram para sombra aquilo que não renuncia ao escoamento é um BO que compõem o buquê com o que distingue no outro lugar pelo traço primário por aquilo que ele apaga Eu disse na época mas as pessoas sempre esquecem uma parte da coisa eu disse a propósito o traço unário é pelo apagamento do traço que o sujeito é designado isto é marcado em dois tempos é preciso portanto que se existirem aí a rasura a fritura lituraterre asura de traço algum que seja anterior é isso que faz do litoral Terra leitura pura é o literal produzir Essa rasura é reproduzir a metade do que o sujeito subsist seja lá cano Cervantes mais impenetráveis o que que ele tá fazendo aqui uma mistura de teoria com literatura é uma mistura de poesia com a transmissão retomada de conceitos essa heterogeneidade Caracterize seminário que é vamos assim uma síntese desse momento e que vale muito a pena ser percorrido recomendo a capa que tenha pelo menos né uma montanha um lago a chuva a escrita chinesa que naquele tá estudando aqui Recomendo vocês sobre o Tratado chinesa e pintura do hospital por hoje é só para mais fragmentos do Lacan o obscuro cliquem aqueronta movendo aliás em baixo as coisas dizem são escuras e .Música. .Música.
Seminário 19
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso marquei entre capas nesse canal no YouTube hoje com um desafio complexo seminário 19 em francês… Tupia não seja x sabe-se lá o que ou pior umas lendário cujo título já é um enigma o que que o sujeito quer dizer com uma compir várias leituras várias brincadeiras com essa expressão né do pai é o pior e a mais mais conhecida mas no fundo é uma cama aludindo assim a a crise da civilização a a problemática do mal-estar do gozo as maneiras pelas quais a existência é o a não existência da relação sexual pode é usado então ao final a não há relação sexual ou Pier o pior ou seja as formas pelas quais nós nos inventamos para idades proporcionalidades milhões harmonias fechamentos e totalidades estariam assim sendo diagnosticado pelo aqui como a origem de muitos males a origem de uma problemática ética seja para alguns Aqui começa uma reescritura o seminário 7 outra ou um suplemento para a ética da psicanálise o que fazer e como pensar a relação com o desejo e com o gozo a partir desse novo axioma Dessa descoberta lacaniana né daquele que a relação aos então não existe eu vou começar pela capa que tenta traduzir essa crítica da dualismo sexual e a partir de uma tela de Adão e e eu não sinceramente acho o título a capa mal posta no no fundo não é bem isso que lá que ele está questionando a existência de Mitos populares mitos de congruência indiana e Sol e Lua o céu EA terra é mais do que o questionamento sobre a mítica Adami por isso eu proporia em alternativa a capa estabelecida do seminário de 9 é que a gente trabalhasse com uma afirmação no losa do Lacan no seminário ou pior onde ir diz não ele tá justamente discutindo por um da ontologia não tem como o problema dele é que a ontologia e mesmo ser ficam atravessados na sua garganta por causa disso que é ontologia é simplesmente a careta do um na mitologia é o que a deformação do um é o espelho do um é a tentativa grotesca de fazer um isso sim né ataca Mais especificamente a o objeto de concessão crítico lan e continua a careta de um ambiente mente que tudo o que faz por imposição comandos é realmente suspenso num e meu Deus isso o aborrece sentada batendo com uma aversário sobre a ontologia Então o que ele queria realmente em suma que a estrutura estivesse ausente parece ser Umberto Eco que você vem um livro muito interessante sobre como o estruturalismo estaria assim numa espécie de deriva Odontológica de que aquilo que tinha sido um método né Para a gente organizar sistemas simbólicos método de descrição é portanto de conjectura é passou ao longo do tempo ao longo do seu desenvolvimento admitir em mais categorias ontológicas e tal maneira que é o estrutura não é mais uma hipótese a estrutura real um pouco é isso que ele tá fazendo aqui por isso ele tá brigando com Umberto Eco seria mais cômodo para o passe de mágica se queria é que os cá monteamento escamoteamento que acontece e que é a obra de arte é que escamoteamento não tem necessidade de igual omeletes é um tipo de LED e copo que que engana massa que vocês olhem isso a um quadro de drugan um artista que estava muito acima disso ele não simula como como se faz isto é a captura nos bobos um quadro do Google que não disse mula que não engana como ele Está capturando os lobos Isso vai ser objeto de um seminário mais à frente não do ímpar aula que eles dão bobos não todos erram mas aqui coloca um problema para gente que é com a qual quadro do Google e esse ribeirinhos a gente aqui de Mateus se poderia ser a parábola dos Cegos é um cego guiando outro para o Abismo pintado por brilho se ela tela sobre sobre a forca se é uma tela sobre bom os caçadores Bruno Jovem do Mundo Velho de quem ela crê taria falando aqui que chegamos num numa proposição anda que uma capa mais congruente com o conjunto do seminário 19 especialmente nesta edição e a tela do Bruno eu sobre a torre de babel conhecimento bíblico sobre o quê sobre a um das línguas todas as línguas lembro né E se levantar uma torre tão alta que leve até o céu a gente vai descobrir qual é qual é a língua de todas as línguas flamê tá língua com a metalinguagem e daí o sentido se não o que será revelado completamente exeque vocações vamos aparecer Então esse é uma versão do mito de um que ela está questionando aqui em que é um grande temos um tema transversal no seminário 19 aliás que permitiria fazer uma uma conversa entre o seminário 18 semana 19 dizer que o 18 está impregnado pela discussão com a pintura chinesa ou escrita chinesa e a gente viu passa por publitur até portanto esse esse diálogo até montanha o céu a chuva água os lagos EA Torre de Babel ela ela no Bruno ele tá não de simula que ela é uma enganação não de simula não uma escondida que não vai dar errado justamente pela presença né das nuvens que estão ali é prestes a destruir essa essa Engenho humano da unidade uma considera Oi gente é de que um ano de 1971/72 e ele foi confuso do ponto de vista da das intervenções lacanianas uma parte do seminário continuo na cola do pantheon da escola direito outra parte do seminário foi para a Capela do Rio Célia é um Hospital Psiquiátrico de lá que eu tinha tinha trabalhado durante a sua formação e que deu deu origem a um conjunto de conferências conhecidos como um saber do psicanalista e reconhecimento em dois seminários dois lugares diferentes nem Paris e que usaram intercalados Então essa edição e ela fez uma uma contração né do pir na escola Panteão junto com e o saber do psicanalista quem quisesse sem nenhum dois desenvolvimentos assim diferente Além disso aquilo que nem desceu em português leitura Terra aparece no seminário 18 aqui nessa edição aparecendo na 19 Então a gente tem um ano 71 dedicado a o juntos cuscuz não seria do semblante e do ano 7172 dedicados a o PIS um saber não está na lista é uma parte ainda do que em português a gente conhece como o seminário 18 discurso que não seja semblante mas sai de São francesas lá resolve muito bem isso estou propondo que a capa seja a torre de babel não é dobro Gun mencionada pela cam eu não seminários mais interessantes mais ousados mas criativos latam porque aí a gente tem essa conjunto todo operando na escova de referência das coisas vou os desenvolvimentos para que vocês entendam assim a riqueza mas não vou fazer propriamente o resumo mesmo porque dada a variedade de públicos as conversas ficaram muito trançadas Então a gente tem por exemplo todo um ajuste de contas com a psicopatologia lá no Henry Lucélia estou falando com as paredes onde ele inventa noção de La Manga que é uma derivação de la Langue La Land é o dicionário de filosofia ou seja um novo registro de linguagem se por um lado ele está desenvolvendo a letra é como a linguagem na escrita lá lan e na língua a linguagem antes escrita a linguagem respiração a linguagem afeto a linguagem é que cria um som de um Leto para aquela sujei o seu banho originário de linguagem outra outra ideia muito interessante que aparece Qual é a definição o redefinição de demanda Passa então a ser pensada como um circuito de peço que recuses o que eu te ofereço porque não é isso e essa movimento em quatro tempos né pedir pedir que me recuso você já demanda ela contém já uma antecipação no seu fracasso ela contém já uma ação certo saber que ela é uma demanda sobre algo que não se sabe o que que é que que eu estou pedindo aquilo que eu peço isso é um eu por onde entra inconsciente no neurótico pelo menos dez que recuse o que eu te ofereço embaixo da Barra ou seja te ofereço no meu fantasma que oferece como objeto no inconsciente para o outro porque não é isso né que a demanda é um circuito que não que não se fecha perfeitamente é uma reescritura ou na verdade uma reformulação naquilo que a gente viu aqui Lacan tematizou com a teoria a cruz com a parcelamento dos touros com o cross up com o o a garrafa de Claro mas agora e essa é novidade esse esse touro ele vai ser desdobrado em três anéis anel uma não sou ligado a linguist 3 Anéis que vão passar a definir a relação entre o real ou simbólico e Imaginário como uma relação burro mesmo como ou seja em homenagem à família dos movimentos que deteve a teste na Italia que tem esse brasão no seu brasão muito pequenininho um um desenho né dessa nova ruminando caracterizado pelo fato de que se você corta um os três se separam Qual é a grande questão aqui no seminário o píer um que significa um para psicanálise a 1 para os ganeses quais são as versões o que nós temos em psicanálise esse será um desafio que é difícil não vê-lo como uma conversa uma discussão com esse tema odontológico tão clássico que é o tema da unidade e da pluralidade antes eu ser é um ser múltiplo para Menezes ou Heráclito e ao longo desse seminário por exemplo lá que ele vai voltar ao Geraldo Platão faz para eles dizer olha insisto com você fizer nenhum diário para meses e ali ao método das divisões presentes do pai neles outra outros envolvimento muito muito interessante aqui é que ele começa a repensar a lógica na sua diferença entre o que pode ser escrito e o que não pode ser inscritos pode ser falado não tá claro mas a grande grande grande tensão é escrever ou não escrever escrever e aquele que resiste e se inscrever e ele vai viver uma categoria lógica muito o estoque eles né a lógica modal que é composta por quatro termos né necessário impossível possível contingente não sei lá uma coisa interessante né que diz respeito a palavra necessário nesses Air Olha a palavra necessário tá ligado ao que é ontologia da presença do ser é-o ser é o que é é o que é necessariamente e eu palavra necessário comporta um periquito Tuim em francês ele negativo nem e disso ele faz uma definição né da Necessidade como aquilo que não sessa de se inscrever necesaire me vocês é de se inscrever não sessa não cesse e se inscrever Isso parece interessante é porque é traduz uma um conceito Lógico que inicialmente ele é aplicado ou que a classes a categorias a gênero usar conjuntos só que ele tá usando isso para falar de algo que é vamos assim de outra textura é não na textura do pensamento mas dessa da textura da linguagem e da linguagem quando é escrita você já comportando rasuras comportando a continuidade comportando uma série de propriedades que talvez não sejam transplantadas para o conjunto E para o conceito no sentido tradicional de conceito Depois sua reta tá fazendo O que tá fazendo uma crítica do conceito de conceito do Conselho que você ele tem uma ele tem uma versão lógica ele tem uma versão na escrita ele tem uma versão aqueci da em um descompasso entre a lógica EA linguagem e aí ela vai então refrasear os outros rodada E se ele vai dizer ou quem não sessa de não se inscrever isso é impossível essas aqui por Lacan o impossível real ele vai também dizer que há coisas que cessam de se inscrever é escrita ela comporta vaco os vazios e atos intervalos Você já parou de escrever não escreve fazer isso é possível né o que cesse de se inscrever e eu quis essa de não se inscrever o quê para de não se inscrever de não deixar de acontecer portanto algo que cês essa de não acontecer algo que em alguma medida acontece mas acontece nessa dupla série nessa dupla ligação não sessa ele se inscrever de ous essa de não se inscrever considerando que a ideia de cessar o nome de negativa já entrou sem duas ligações produzindo algo um novo conceito que ele tá trazendo aí de de contingência muito importante a partir dessa dessa inquietude toda ele vai se perguntar sobre as diferentes modalidades um em psicanálise ele vai dizer ah ah ah um a um se diz de várias maneiras né e a ligação disso é um esse não encontro negação da unidade eu vou chamar de a relação sexual né a relação que não há você pode dizer também e no outro sentido minha pa né não há não há não há um não há um que escape não há um quê que esteja de fora você pode dizer também um é em Oposição a um não é que que ele tá fazendo ele tá percebendo que preocupar neles dizer que é o e dizer um é são coisas iguais mas para Lacan são coisas diferentes que são significantes são letras em posições distintas né então nós temos esses dois tipos né de 11 que é e o é que é um o ser que é um e um que é isso temos um niapa aquela que não é e o quarto um é o que ele vai dizer assim eu do um do H1 E ladan você já algo difícil de traduzir mas que vai remeter a um problema legado pela lógica não estou feliz lá no órgão nos primeiros tópicos lá no analíticos onde ele vai observar um problema né na passagem do necessário para o possível todos os Homens São Mortais Sócrates é homem só quer dizer mortal todos os homens são e faz o possível que só crescer seja mortal ou todos os Homens São Mortais a um homem que não é mortal e se a um seria o que uma exceção ao conjunto uma exceção ou necessário se ela é mortal se é homem necessariamente mortal que vai lá escravo Aristóteles com a ajuda de um comentador chamado Leão Bruce e o bruxo e que diz Para Ele olha essa particular mínima ela pode ser também linda com o particular máximo Ou seja é sempre necessário que exista uma exceção para que o conjunto esses para que o conjunto seja completo consistente um a gente pode dizer que a esse um pode ser assim pelo menos um pelo menos um existentes Edu então a particular como mínima ou então esse um pode não ser contado não pode nenhum sempre contável esse um pode ser 10 esse um pode ser é inscrito com o vazio e nesse caso há necessidade criar um problema ontológico o que é a existência do conceito presume a existência do objeto se existe um jeito eu vou ter que necessariamente existir um objeto isso sou uma perturbação para ligação entre lógica e odontologia essa perturbação se dá na relação entre o Universal do conceito e o existencial do objeto acabou de chegar isso portanto uma crítica do conceito de unidade e formular então uma uma nova maneira de entender o gosto nesse canales para fazer o gozo é algo que passa pelo semblante então de mobiliza a teoria dos dos quatro discursos já viu aqui homem e mulher o gozo envolve uma certa relação do sujeito ao objeto você já fantasia envolve uma certa relação do objeto fala É mas o gold é o que se passa entre essas duas instâncias entre o semblante e e a fantasia entre o semblante e o objeto lá entre o significante e o falo isso então vai estar concernido ao registro da escrita que ele vinha preparando lá mesmo seminário 18 e aí pela primeira vez aparece aqui no seminário 19 essa essa Torre de Babel lacaniana que são as fórmulas da sexuação eu já tinha ensaiado no 18 mas aqui de fato a ele tenta escrever elas com todas tensão e o guri vai por aí a gente vai analisar em seguida né No próximo lá canta e capuz onde ele vai dizer assim olha o que caracteriza o gozo masculino o grosso lá do homem é que não existe nenhum que não seja castrados exposto a função fálica veja lá não existe nenhum Olha eu sou E aí isso ocorre ao mesmo tempo com a hipótese de existe um que escapa a castração e existe um ele vai buscar lá no totem e Tabu e vai dizer são muito neurótico seu mito de que tem alguém que tá fora da além tem alguém que tá fora da lei que fale que tem alguém que tenha fora lá além da intenção do insucesso que é o pai da Horda primitiva horror fato fazer isso é o lado com pão na caminha trabalhando nesse sempre então é exceção conjunto a ré a lei EA a o caso a Lei e a essas são ao caso nessa relação a gente eu tinha então ser o falo ter o falo nessa relação a gente entra um sujeito dividido dividido entre o que entre universalidade da linguagem EA resistência da Fala Ah tudo bem então isso for uma Lisa um tipo deloso que é inteiramente a internet com semente a relação entre o conjunto e seus elementos a novidade aqui é que criticando Aristóteles dessa maneira ela vai Ituí que não necessariamente a mesma coisa você passa no lado no outro se é que existe o lado do outro gozo se é que existe sempre com essa pontuação assim perturbadora vai enchendo a paciência porque você não sabe se ele tá brincando com você se ele tá se ele tá se ele não sabe está explorando a hipótese que que tá acontecendo mas sempre esse outro gozo se aquele a por quê Porque ele vai retomar a tradição psicanalítica disso tudo sobre o gozo feminino e dizer assim olha e as mulheres falam muito pouco sobre isso Será que existe mesmo Será que é uma suposição eventualmente existe mas não sabem nada sobre isso com Então é só sabem quando isso acontece o a e sabem isso nos coloca como sujeito O Ali onde ela sabe Eles não sabem dizer uma série de hipóteses parar por quê que o gozo feminino desde as mamas entiresys desde as míticas da dualidade dominar lismo Enfim uma série de motivos para pensar que nesse outro lado você tem algo que desse proporcional não é simétrico ao lado homem e daí ele vai escrever isso logicamente dizendo ó não existe nenhuma que não esteja submetido a função fálica eu mesmo tempo não toda mulher está submetida ao gozo fálico E aí ele inventa ou ele desdobra essa função lógica nova que eu não todo na verdade são quatro funções lógicas para todo né Universal a um álbum que a gente já viu né exceção e não é exceção dupla negação e não todo fale não todo é inscrito na função fálica que é uma ideia um pouco perturbadora para lógica porque ele tá aplicando A negação ao quantificador e não ao chici ou a função isso codificador vem do freio isso no é o uso anômalo da lotação mas é o que ele quer é o que ele quer para dizer que esse gozo ele ele está certa forma não diria fora de Eduardo dentro da linguagem mas no campo assim daquilo que que fracasse ser dito em inglês referência narrativa que ele mobiliza para isso são agora já passando próximo seminário as místicas no século 12 Mas então a gente tem essa arte de produzir um discurso é a definição que vai vir aqui dos escuros nem como discurso em a cidade e como necessidade a gente tem um uma atenção com os cursos no sentido de que os cursos não são sexuados né é uma intenção do discurso com a sexuação né um um um movimento aí dentro da teoria lacaniana por hoje é só penso assim difícil complexo vale a pena consulte aqueronta movebo em caso de dúvida para mais fragmentos de lacre capas aqueronta e Babel neles há
Seminário 20
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso lá que ele ficava de hoje e abordando um dos seminários mais traduzidos mais discutidos mais importantes de todo Lacan e também mais controversos chamado o cenário 20 né De novo título a entender a a um título oracular né… Rancor quer dizer uncle tradução mais ainda ainda mais a dó Mas ainda é uma tradução literal porque reduza um pouco a sonância com rancor no coração e vamos ao Coração Falar de Amor esse é o seminário ficou conhecido sobre com por sua formalização da teoria da sexuação e do gozo mas no fundo Ela fica falando de amor de novo lá que eu voltando a sua teoria do amor é aliás lá campeonato Esse seminário ele acontece depois que Lacan vai Itália É como com a sua amante que atende Milon escrever um livro recente relatando esse episódio e ele volta a profunda nesse encantado com isso e se dedica então a capa do seminário é a teresa D’ávila numa uma igreja que que tá lá em Roma e Teresa Davina e tendo o seu corpo transpassado pela pão de um anjo e o relato que ela faz e é muito interessante porque ela diz assim e o arpão entra e ele arde como fogo EA carne e dói e essa essa experiência de dor Sublime Divina maravilhosa e se você duvida eu vou falar para o Anjo mandar um arpão desse em você para você ver é uma é uma santa portanto que tinha um uma discussão A descolar com a Don Juan dela Cruz dos Poetas dos literatos então a gente continua na linha assim da poesia na literatura mas é também o seminário em que o na cama hein vai tomar para o referência não o amor Cortês a amor trovadoresco também não o amor romântico também não o amor enquanto vamos ver assim dialética com o desejo e não é o amor do dar ao outro aquilo que não se tem é dar ao outro aquilo que não se tem que ele não pediu dar ao outro aquilo que não se tem ele não pediu e ele não é tão as declinações do amor na dialética do Dom mas é o amor Místico meu amor que eu tenho por referência a um conjunto de mulheres entre o século 11 o século 13 na fronteira entre a França EA Alemanha chamadas e conhecidas como as místicas Canas Rio da From Bing Margareth porrete é bom anunciando um pouco teresa D’ávila que vem depois né Catarina de Siena que eram mulheres que tinham uma condição social muito interessante a gente olhando para essa escolha do Lacan Ele parece ter sido é porque esse é também um seminário de debate diálogo cruzado com as feministas vocês filmes franceses Elenice quis urso Michele muitos elétrons irigaray que frequentavam o seminário e ficou o carro por Lacan questões como bom e experiência trans como fica e ele é a orientação sexual como é que fica e aquilo que o Freud e seus continuadores sincero no ponto de vista da da subordinação dos Sexos e dos gêneros como é que fica na canta a crivado por esse conjunto de perguntas e ele vai ir para a Mística no século 11 e vai observar o seguinte quem eram essas mulheres eram mulheres que criaram um novo lugar novo laço social porque ela se recusavam tanto a permanecer como filhas a filhas e seus pais como como crianças dentro de uma família até também não Oi tá ruim sair das mãos do pai ir para as mãos de um marido e portanto ficarem subordinadas ao marido e elas também se recusavam a alternativa na época que era ir para um convento para uma Abadia aí então se tornar noiva de Cristo consagraram a sua vida a uma experiência monástica onde você ia ser o que é governado no fundo por um por um sistema clerical por confessores e etc o que queriam e como viviam essas místicas e simplesmente suas casas elas queriam e demandavam isso e demandavam o direito de viverem Olá meus tiverem uma relação Direta com Deus e para isso testemunhavam as experiências e serem alimentadas por Cristo de serem tocadas e viverem as Chagas as extinguimos que Cristo viveu de se confrontarem com os espelhos das Almas maravilhosas que falavam de outros mundos e outras formas de amor olha só o que que elas estão falando mundos virão em que o amor não vai ser reduzir essas três ou quatro alternativas que eu tenho aqui beleza de Siena que que vivia e comia luz e passava então mesmo sem se alimentar porque e nem uma bala estava comendo luz mulheres que falavam da relação com seus corpos né e com esse outro vamos chamar esse outro Divino de uma maneira completamente é uma maneira poética de mulher maneira alusiva de uma maneira metafórica e que o que eu vou dizer o tudo que se trata aqui a se trata da experiência de um outro gozo o outro gozo que é aquele que talvez que uma mulher não consegue articular enquanto discurso porque porque quando eu transforma isso no discurso quando ela fala sobre isso por lá ela faz uma narrativa quando a compara isso com o gozo do outro o que acontece ela se inscreveu na linguagem ela nasce visou aquilo que experienciou ela transformou aquilo que eles presenciou em algum comparável com outros experiências atenção a graça do Gol feminino aquele resistir essa a entrar no sistema de comparações então Lê vai pegar por exemplo um exemplo que também vem da da idade média né da Mística Judaica nesse caso que são Zinho como se sucos é são o que aparece em sonhos e que copulam com mulheres e que fazem com que as mulheres esqueçam da do que elas viveram os seus sonhos e que a gente só tem no dia seguinte alguém que está assim muito lânguida muito cansada muito enfim perturbada como se tivesse esquecido nessa ideia de um gozo um gozo a mais ou um gozo com um ser Sobrenatural que é esse Incubus e sucubus dependendo bom são homens e uma mulher Então já está parecendo e respondendo à questão do gozo né Sabe quando ela Cruz goza como uma mulher não mas ele é um homem mas ela é definitivamente um homem não mas o que ele faz não só poesia como ela se coloca na na vida da maneira como não entendi a as regras monásticas uma camiseta está do lado mulher tão é uma corrupção e da ideia de que eu tenho um corpo masculino Então esse goza como o homem aqui eu tenho um corpo feminino essa goza com uma mulher não aqui ele está enfrentando um e voltando a um paradinha eu nunca esqueci muito esquecido na psicanálise é um paradigma que Freud tomando feliz todos os seres são bissexuais nascemos nessa posição o que acontece é que é bom recalque incide de uma forma que que que é a feminilidade em um permanece recalcada masculinidade o outro permanecem calcado mas por isso eu não tenho complexo de Electra né por isso que o Edson o basta porque ele é sempre vivido na chave positiva né amo minha mãe e que eu brigo com meu pai e na chave negativa amo o meu pai e brigo com o brigo com a minha mãe para pensar o ponto de vista assim do menino a câmera vai só muito sério e vai então e colocar uma questão Clínica Nova Você tem uma pessoa bom e é pelo que ela fala e param pela conta do seu gozo que a gente vai ser tô diante de um homem ou de uma mulher e não diante do semblante Claro Que o semblante sou representar um problema para quem goza de um jeito ou para quem gosta dos dois se essa seria assim uma maneira de interpretar aqui as fórmulas da sexuação que a gente já apresentou no senado 19 vou reproduzir aqui todos os X estão inscritos na função fálica Ou seja todos os homens são castrados mas há um que escapa a castração é se é o pai da Horda primitiva isso explicaria Por que não os homens mas quando se trata de gozo masculino e ele é um gozo que bisa umas peças de comparação hierárquica quem tem mais quem tem o maior quem quem tem a sua o acesso mais amplo por isso que é e eu usasse uma ocorrência cultural para dar presente ficar isso há uma tendência os homens se vestirem iguais não tem nenhum problema se você é uma festa e você tá exatamente vestido como o seu amigo porque pensar identidade de base permita que vocês estão pitão para permitir que vocês então mas o meu carro vermelho o meu tem três lâmpadas o meu apita e assim bom essa rivalidade tosca e banal que vocês conhecem e que dá vazão ao dito Universal os homens são todos iguais por eles são todos Vocês só pensam isso e ela só pensa nisso a mesma maneira ou seja referido usar uma hipótese mítica que Como Se existisse um super-homem aliás outra intenção desse universo é que seria aquele a quem nós nos submetemos e tomamos como referência identificatória quando se trata de gozo Então essa essa maneira de engendrar não só uma fantasia mas parece bonito uma e não é à toa que ele vai pensar nessa nessa nesse seminário mito de Don Juan Nec seduz toda se ela diz todas as bandeirinhas Mas você duas muitas mulheres e lacrar interpreta ele seduz muitas mulheres porque ele é jamais é toma uma mulher em comparação com outra Ele toma cada uma no seu absoluta diferença é não interessa e elas capa a loja que a masculina dizendo não essa aqui é melhor que a outra só que é mais interessante essa aqui e não ele ele ele trata assim cada uma seus pretendentes uma a uma tão do lado da mulher a gente poderia fazer o gozo feminino a gente poderia fazer uma comparação dizendo assim e como se não não existisse uma identificação semelhante a com o super-homem e sua como a sessão a Mera a equivalência geral dos homens não existe essa identificação porque não confundir essa identificação identificação com a mãe a mãe não é simétrico do pai nesse caso eu amei e vou muito fale amanhã que ela que tu é criança o homem tem o pênis amor à mãe que a gente resolveu profissões são exatamente a mesma coisa não tem diferença eu sei a um gozo feminino ele tem que vir além vamos acender uma terno além do do fálico e por isso ele não pode confortar nenhuma figura de unificação do conjunto de su Lacan em tu e o seguinte e se não existir o conjunto A mulher como existe o conjunto o homem a assustar posto nessa fórmula então não existe nenhuma que não esteja escrita na função fálica Essa dupla negação indica o que o conjunto A mulher é um conjunto falecendo gente é um conjunto desse é inconsistente é um conjunto descompleto é um conjunto que que que só existe do ponto de vista da mítica masculina que olha para as mulheres e dizer assim relação como o nosso elas fazem um conjunto nos fazem um grupo e seguindo a pista de Don Juan cada mulher conta por uma cada mulher é toda por umas igrejas não fazem grupo ela não fazem o conjunto o que não falta que eles não fazem conjunto vamos escrever né então não existe nenhuma que ele não esteja acontece algo muito particular e contingente lá vamos passar né aqui do lado ao E você tem o necessário e o possível a é possível que existam um super pai é possível que existam gozador máximo aqui você tem o impossível não existe nenhuma que não seja e o contingente que é justamente o lugar em que uma mulher goza de forma com O que significa não necessário não possível mas em acordo com a definição de contingência né aquilo que essa de não se inscrever então todo encontro você tem um um faltoso você tem um que manca Você tem uma resto né objeto a que cai Você tem uma falha no caso do gozo com pingente esse isso que cês essa sempre não se inscreve não se escreve sessa e não se inscrever isso significa ele se escreve Dragon Ball controverses se escreve como né De que maneira eles escreveria na linguagem e esse gordo então está do lado do real esse gozo está assinalando e o lacão vai dizer assim algo que culturalmente o lado o homem usa para escrever para dar conjunto para forçar é isso que não é próprio do campo do gozo feminino que é a loucura então os homens a você está louca você você não não não age com a razão ou você no seu amor possui uma paixão que é bom completamente fora dos logos na cama dizer sim só que esse caráter deficitário de Logos Só existe porque o lado masculino Pensa a partir de uma obsessão conceito seu fechamento ele não consegue admitir à loucura no sentido de e dar nome a algo a capa a mensuração que escapa a escrita que escapa a linguagem que não é transcendente né que não é um anjo que é uma experiência é uma experiência no corpo e na carne a própria noção de carne ou são medieval presente nessas autoras né que vão dizer e a experiência do gozo Místico não é uma experiência no corpo tal como a gente conhece ele a experiência do corpo como carne como um corpo que seria assim também exterior assim mesmo um corpo que implicaria numa superação das oposições entre prazer e desprazer entre satisfação e insatisfação um corpo que muito frequentemente uma mudança dos veios patológicos dessa experiência vai ser Justamente a gravar né a devastação ou então o O Rapto né o pagamento enfim vários estados que a gente pode se são os casos de loucos essa Estados Unidos ticos Mas nada de fatores patologizar nada de tornar isso algo vamos dizer assim anômalo mas tem que seria capaz de representar o gozo da mulher no fundo que temos aqui uns esse limite tropológico Qual é a narrativa que caberia para o lado feminino já que a narrativa o lado masculino e essa que a gente conhece que é narrativa bíblica é nativa da Teologia da de Deus significado e a narrativa do conjunto exceção uma característica desse seminário é que ele foi editado muito recente muito muito no início dos trabalhos de edição e de compilação né os primeiros seminários a serem transcritos né do da forma oral para a forma escrita o seminário o seminário 13 o seminário 20 isso tornou essas seminário Um Desafio porque naquele momento sem ter o conjunto da obra é é muito difícil traduzir a cama Isso é uma tarefa inglória e isso é uma tarefa Muitos dizem quando você faz esse perde completamente Lacan que é um autor poético atordoa ambiguidade da ironia o comemorando a psicanálise viram aqui tem tem passagens incompreensíveis inclusive bom jogando com várias línguas e daí você traduz para o português e o português tem certos limites e e tem outros pontos em que ele é que ele funciona bem mas mas é uma tradução né isso então implica que que de certa maneira é o que a gente tem no Lacan traduzido um lá carro inventado é um Lacan que está fora de si daquela ambiência o disso tudo foi possível hoje e culturais a mais ou menos partilhados né E que é que fizeram da tradução no seminário 20 muito antiga contém Assim muitos equívocos muitas muitas muitas coisas problemáticas mas também a gente pode dizer que isso se deve o seu pioneirismo por isso insisto com vocês ele ela que configura e sempre vai e convidar a gente a pegar a edição disponível em português e espanhol e com te já lá com o texto em francês que tá disponível gratuito aí no site da staferla Coloca ela está celular podem baixar de graça todos os minérios em francês em PDF em Word com fome você se vocês queiram então no fundo a gente tava falando de gozo massa mas é o governo uma em relação com amor né como aparece nessa essa passagem da página 2083 a gente rico recalca o tal gozo Por que não convém que ele seja dito isso justamente pela razão de que o dizer não pode ser senão isso como gozo ele não convém já jantei isso a pouco pelo viés e que ele e ele não ser aquele que é preciso mais o que não é preciso tá aqui um exemplo da do estilo lacaniano nesse seminário né o estilo cada vez mais ser torcido vamos lembrar que essa estátua é uma estátua Barroca né vamos lembrar que o Barroco está às voltas com esse jogo de luz em contraste luz escuro o Barroco está às voltas com o limite do conceito uma das tendências do Barroco é o é o conceptismo né é o uso do conceito até o limite o Barroco é ainda uma confrontação com a religião e os limites da razão e os limites da crença no espaço Vamos ver se agora submetido mais violentamente as exigências da razão então é isso gente nos escuro dessa vez não foi Japão e China mas foi o Barroco a idade média e o gozo feminino para mais somos qualidades para mais os elementos místicos para lá esses elementos que liga o amor com o gozo clique aqui e a Carol tá morrer mas não fala nada para ninguém conhece tu sabe de tudo mais como as mulheres não entregam o ouro por hoje é só e E aí
Seminário 21
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso canal no YouTube e se hoje analisando o seminário número 21 Os não tolos vagueiam nessa tradução feita pelo espaço moebius lá de Salvador na Bahia começa aqui uma sequência seminários que mataria Então essa essa etapa conhecida como o último lá Campos onde os títulos elas são já um trabalho assim e hermenêutico para o destinatário em francês se diz então não de pé leilão de os não Patos cueca ou também os não todos é esse aqui é uma figura é tão conhecida da filosofia ética da antiguidade também presente na Bíblia aqueles que têm uma certa relação ou com saber o que os qualifica como como institutos como desorientados sem nenhuma tradução como do Bus como facilmente enganava Então os não tolos quem seriam os não tolos os espertos e os sabidões aqueles que se acreditam não estarem sendo enganados Pode ser né leilão de é terra e rápido em duas conotações importância ambas exploradas aqui nesse seminário uma e a conotação de contrário do verdadeiro contrato verdadeiro na acepção mais mais ético moral né então você fazer uma coisa errada né a gente disso também foi uma conta errada para o que estar falso então leilão de pé nós não estamos os sabichões R segunda acepção de erro errante aquele que como touro já sugere né que ela que como eu não sabe para onde ele vai todos os ventos e parecem encontrados ele não tem destino não de orientação então ele ele ele vai Hut de um lado para o outro um pouco assim como um barco que não tem Leme que fica à Deriva mas também a gente tem esse tema como Moisés que permaneceu quarenta anos errando no deserto e ramo em que sentido procurando sem achar pegando assim fazendo algo errado ou então Ante à espera de um encontro a expressão ela remete ainda aquele seminário que a gente comentou aqui de 60 é sobre os nomes do pai ou de Lacan se vê interrompido no seu programa de pesquisa e e deixa aquele seminário tem apenas um encontro uma sessão e diz nunca mais vou falar do nome do pai Agora escuta e mais uma vez o título lê nome do pé nome do pai leilão de pé os dão Patos se enganam não Patos é ruim é uma maneira de lhe provocasse o público é dele a dizer assim olha não estou falando não do pai mas como a gente sabe frequentemente a delegação ela ela é uma forma de admitir de insistir de revelar algo que não pode ser dito a não ser através dessa mediação da negação E o seminário muito interessante muito elegante do Lacan em que ele a começa a tratar o fato aqui de maneira mais metódica e com os nossos ele aborda os nós ele se pergunta como é que eu posso diferenciar o Real simbólico Imaginário pensados como nós porque esse é o Real porque que ele é uma ajudar porque isso simbólico e sobretudo Qual é a ordem entre eles né como é que eu conto e ele se percebe que junto com o modelo dos nossos em duas questões como eles fazem um e como um se desfaz E como eu ordeno como eu conto como é o organismo Qual é a ordem que Eu presumo entre os registros isso já tava lá numa conferência antiga né 53 chamado s.r simbólico e Imaginário irreal a gente pode dizer mas poderia ter então real simbólico Imaginário Imaginário real e simbólico são seis combinações possíveis ele está introduzindo aqui e esses dois problemas a gente estaria também às voltas com modalidades o que de leitura de operações clínicas que tem que ver com a leitura do RS Como como é que isso pode operar na clínica como é que isso pode operar a partir de um uma nova redistribuição assim dos conceitos então é um um trabalho onde ele vai começar pelo Capítulo muito interessante discutindo o conceito mesmo em relação O que que é uma relação e não serve no Fróes têm duas palavras para relação né é abc um ficou um chistes e sua relação com o inconsciente então a entre si se o inconsciente tem uma bebezinho e a Ferrari nesse é que é um outro tipo de relação é uma relação Onde vamos ver assim as duas individualidades elas e elas não se comunicam elas estão concluídas cada qual do seu lado e daí ela elas elas trocam coisas entre si mas não formam uma mesma coisa como caso do shift key no fundo é uma manifestação do inconsciente como por exemplo né a da Psicose paranóica em sua relação com a personalidade relação aí é dois que fazem um né e personalidade ou é uma coisa só como ele vai virar concluir né num seminário subsequente analisando Exatamente esse exemplo aqui todo um trabalho então de tenta classificar os Nossa algo que para matemática da época não estava claro qual era o método para fazer isso a gente tinha o desenvolvimento do Listen né mas a gente ainda não tinha os polinômios vai ficar Alexsandra que quer que são uma uma uma regra para a gente poder é a melhor a combinatória entre os nossos um caminho mas mais seguro para isso você minério ele aborda também em vários momentos e a relação e entre o que ele chama de identificação sexuada seria 114 tipo de identificação se gente tá lendo seminário anterior sobre a lógica da sexuação e dizendo Olha eu pensava que tinha três identificações com Freud né a identificação com pra sua identificação regressiva e ele fica sua histérica não mas tem uma quarta que essa identificação que da sexuação que localiza alguém né em relação ao gozo e relação à fantasia em relação ao semblante formando uma unidade estão aqui ele vai ele vai abordar essa problema né E como é que eu posso colocar dentro do dos três anéis no home É a lógica da da secção de que então não há relação sexual Mas por outro lado a um que um é esse que existe que não é o da relação sexual e como ela é se escreve ou melhor dizendo como ela fracassa em se escrever então aqui entra essa ideia fundamental do erro ou seja quando a gente vai juntar real simbólico Imaginário e ela traz aqui um método para isso que o mestre da trança né ô Beto dos meios como ele chama é que você tem é seis fios e elas vão se cruzando por uma operação dois para o lado um para o outro combinando né é esse não a 6 a 6 anos não dá lidades possíveis vocês chegarem lá os três a nessas ruas são seis pontos em que ele assim Inter conecto numa lógica que alterna um por cima outro por baixo um por cima outro por baixo né mas Eu tenho um erro tem um erro e tem um erro aquele que não é um tema muito explicado aquele cocô a natureza desse erro isso constitui um modelo distinto do que a gente tinha até então não é para pensar o sujeito que é o sujeito por constituição não conseguisse Ele eles pele a aula para poder dar um passo à frente se algo volta sua frente às vezes com uma mudança de registro das vezes não são modelo assinar 5 cm na sexta aqui ele parece que ela está estudando uma outra uma outra ideia quer dizer assim que o sujeito vocês se escreve é o sucedâneo para constitui né esse tecelão como as vezes ela fala é por cruzamentos né simbólico Imaginário Imaginário eo real Imaginário simbólico e nesta escritura acontecem erros e erros estrutura a forma um posições de design lamento possível na vida por exemplo uma Psicose é uma Psicose e lá pode pode aparecer com os anéis sobrepostos mas eles não estão propriamente articulados e tal maneira que sob determinadas condições ele se solta ele tem desencadeamento Psicótico mas levando adiante uma hipótese que a gente desenvolveu aí no trabalho sobre o golo de poder falar os encadeamentos neurótico também poder falar desencadeamento de sintomas gente poder falar se dica de Abreu de inibições E com isso e pensando essas diferentes esses diferentes cruzamentos e as correções como é que a gente corrigir quando um cruzamento Não foi bem a escrito aqui a gente tem duas versões para o uso do Norte né se firmando um nó ele aparece como tridimensional e aparece no espaço né mas ele pode ser planificado e quando a gente planificam onocko nossos é uma superfície bidimensional ele perde propriedades liguei aprovações e pernas pro verdade também então lacão opera com essa passagem do sensível né Nós tridimensional para o bidimensional é o diagramatico aquilo que seria assim na ordem mais própria da escrita então tem coisa que você pode escrever e tem que você pode mostrar isso do ponto do Real simbólico Imaginário outro vista e também das operações internas aos nossos é que são as operações de ordem as operações de modalização e as operações edito e dizer é ou de escrita ou de letra que que é o lá que eu vai elaborar em seminários subsequentes Então nesse seminário seminário conhecido como pela pela famosa declaração né e eu Realty é uma brincadeira propriamente já falava do Real antes mas aquele tá querendo chamar atenção de novo para o Real como a né como real como algo que tem a acesso pela nomeação pela escrita é também o seminário conhecido pela famosa declaração de que dá analista não se atualiza se não for si mesmo mas também se autoriza em relação sua sexualidade relação só a sexuação tornando então o processo de autorização como na lista homólogo em alguma medida alguma maneira o processo de autorização da própria situação isso é muito importante porque vai propor então para o desejo do psicanalista que ele conforte de modo intrínseco esse saber sobre Ah não relação sexual tem uma identificação a quarta identificação é que tá sendo ou apresentada e ela faz uma condição né que que é o aí você consegue experienciar ela precisar atravessar isso em si para na formação no seu desejo de analisar uma das provas que ele propõe aqui talvez não sejam a uma prova muito bem sucedida né Para pensar o ordenamento do RS é assim cada ordenamento que a gente escreve né seria com o relato de uma forma de amor seria com o relato de uma de uma maneira de operar trança subjetivamente o amor muito legal porque daí é serve como esquema meio classificatório né a gente pode pensar um amor cortesia a gente pode pensar o amor de transferência a gente pode pensar o amor que faz unificação né Felipe hide a gente pode passar o amor Eros essas pode passar a águia já pode passar enfim a complexidade né histórica das modalidades de amor está ali um aqui bem representado então por isso me parece legal a gente procura aqui e como capa para Esse seminário justamente home to no amor nem o mito do amor que ele comenta lá no seminário sobre a transferência massa a capa tem nada transferência é ou a escola os filósofos porque não dedicar esse a esse mito tão bonito né esse vídeo que tem que ver com Eros e psiquê e a capa desse desse nosso seminário sobre os não todos os não tolos são aqueles que ignoram o amor né que desconhecem a potência do amor porque o amor envolvido é uma coisa para o produto né o o amor nos coloca na posição de Patos de no vídeo de Pato Zé do patológico para o McQueen os patos que nós viramos quando quando amamos Mas também quando nos Arena vamos assim a sermos amados tá posto aí então uma viagem pequena sobre sobre Esse seminário muito muito legal muito acessível e que convido todos vocês além por hoje é não de pé e até o próximo lacre capas para essa é mesmo clique aqui no aquele Conta Movimento é
Seminário 22
, Dunker e .Música. não avisou a sua quente capas nesse canal no YouTube hoje com um celular simpático Lacan chamado rsi os seminários 1974/75 cantarei a seleção clássica com o olho hard estão logo fazendo essa sinal assim na sua capa né eu entro seu muito conhecida bilíngue e ninguém sabe direito quem fez a onde veio maçãs que quase todo mundo acabou lendo e tendo acesso a Esse seminário por esse por esse trabalho né E o seminário muito interessante porque é um ajuste de contas então com a questão do nome do pai Agora sim né declarando que é preciso poder ser vírus se do nome do pai é o nó é um anelador entre outros porque no fundo e aí vem essa tese importante do seminário né é existem vários nomes do pai né E essa pluralidade ela vai ser muito importante para a gente pensar amarração entre os registros né mas há também pra gente pensar um uma uma realocação do lugar na prevenção na obra de Lacan né então lê nome do pé vai originar A pé versión a versão do pai e a versão do pai pode ser então diferente múltipla ela pode como comportar inclusive uma mulher como como versão do pai pode comportar uma atividade pode comportar Enfim tudo aquilo que que faz nomeação e organização em ó de gozo né como eles aqui no seminário e eu um seminário que tem uma dose alta de matemática né bastante Freire A Teoria da dos sucessores aqui tá também introduzido um conceito que não se espalha muito mas ele ele é bastante útil para alguns problemas pesquisas que eu consigo de gozo débil né e debilidade do gozo eventualmente apure por Impacto dos trabalhos de Moni né com a criança e como a gente pode assim de utilizar o outro colocar o o outro numa numa posição em que o seu gozo é debilitante né É É um tipo de montagem um tipo de rsi é o tipo de uma assim que pai é esse aqui versão de pai que manca quando a gente tem então esse esse gozo débil outra proposta aqui do a beleza com a noção de real simbólico Imaginário é isso não é o novidade Você é um retorno na obra de Lacan e atriz e Freud Anna do angústia real sintoma simbólico Imaginário inibição então tem barra páginas muito importantes aqui sombra de urina da inibição né tão importante para a gente entender a depressão é tão importante a gente entender uma outra recuperação que vem vindo aqui vai continuar o seminário subsequente que recuperação do tema do eu né que que é o eu mais além da dimensão vamos assim de alienação da da dimensão de desconhecimento né o aqui vai começar a se dar conta que que existe uma importância assim no Imaginário é que são as seriam assim aquelas patton e aquelas condições de sofrimento e que Imaginário aparece como ônibus e defeituoso é mas é como não exercendo a sua função importante que é de dar consistência a gente sempre imagina que o neurótico sofre porque ele dá muita consistência para o outro na muita consistência para a verdade dá muita consistência para o nome do pai para sua filiação e dá muita consistência para sua identidade em verdade tem muitas muitas pessoas sofrem nessa direção mas tem muitas outras onde o sofrimento vai ser assim por falta de consistência por errância se a gente volta né no seminário passado né o 21 Lembrando que é se a gente pensa na no bolso débil no gozo da indeterminação são no gozo da isenção que não é produtivo é daí eu nunca falta de determinação em certo sentido porque que esse problema se abre no por Lacan porque o nome do pai ela decai um pouco em força de terminativa e força de vamos assim convergência simbólica e como como um grande a anelador é de todo de toda significação Por que que essa função ela ela vai se vamos ver assim que eu entendo um pouco da sua força que o máquina tá descobrindo aqui o o registro a quase eu tô meu amor diferencial cada vez mais diferencial da letra em relação ao significante tudo aquilo que trabalha mais além dos centímetro Mas além da significação daquele que se escreve como Enigma daquilo que envolve o suporte daquilo que vai marcar o encerramento desse desse seminário esse pequeno seminário O que é sua teoria da nominação Ele vai tentar dizer o seguinte existe um jeito de nomear que é um jeito real o jeito outro denominar que é o jeito simbólico o terceiro jeito que eu o sinto imaginário de nome a Então aí nesse pra indo meu dilatando a funcionando numeração que até então não fusão exclusivamente nesse mole é o nome do pai é essa organizador do do sentido a partir da localização do falo no campo do outro né mas aqui começa a importante é referência a escritura o dito dito de amor vale como carta Vale como como aquilo que se escreve o genitivo objetivo e genitivo subjetivo são modalidades escritura ele tá aí muito interessado por essa relação entre o número e a letra e o número e o nome em relação que se a gente for lê de novo seminário de em 63 né o do sobre o pai Ela jamais tá lá como como o grande problema legado porque eu não lembro isso trouxe para o Lacan né aqui a gente tem ainda pouco pouco uso do de categorias vamos ver assim mais demonstrativas né em termos dos nossos é Como disse assim no seminário 21 Os nossa tem uma função mais mais clara do que no seminário 22 onde ele então onde ele faz uma série de esquema onde ele ele inclusive em Itabuna aquele esquema tão importante né que vai aparecer na terceira né onde ele vai isolar o gozo o outro entre o Imaginário eo real o gozo fálico entre o real eo simbólico e o sentindo o gozo do sentido entre Imaginário e o simbólico é Olá eu sou esse é o meu ganho desse seminário mas é um ganho meio geográfico né um um ganho de vamos assim partição e colocação dos conceitos dentro dos Anéis então angústia entre o Imaginário eo real sintoma entre o real e simbólico ainda edição entre o simbólico e Imaginário na são as são combinatórias lacanianas que são ver tidas que são experimentados né a partir da das combinatórias que ele vai fazendo a partir do 93 e daí com o Note 4 com o note 5 e com 96 inclusive com as a hipótese de que cada nós seria formado por um conjunto de nós imagens nosso chinelo linguagem como um é feito de Colares Entrelaçados entre si tá aqui então ele ele explora Isso ele projeta isso nos diedros né da geografia geometria projetiva e ele explora quantas combinações poderiam perder poderiam ser possíveis né de nós mas não tá claro vamos ver assim essa estabilização da relação entre entre o Nó e o conceito ao final do trabalho que ele voltando a nova básico Teodoro né então todos Entrelaçados e ele já vai levantar essa discussão sobre como a gente diferencia né o furo do vazio né ou falso furo do verdadeiro furo a questão colocada e pelo RS então isso gente quem quiser receber mais informações sobre esse momento terminal aí da obra do Lacan e das Capas dos seminários para o qual nós vamos então propor né gosto do gordo eo magro mas eu ia valorizar o fato de que nesse seminário Lacan faz uma alusão ao nosso querido Barqueiro né aquela que navega pelo rio estige aquela que transporta as almas é que eram podem Hero né para para para o céu Então ela se deslocam parou para o inferno parar para uma verno e que tem que cruzar a ser esse rio que que é protegido pelo pelo cão de três cabeças o sério mesmo né mas essa bom dia aqui é uma analogia da travessia da análise né E que a gente para o inferno depois tira a gente de lá e essa é que ontem aquele ontem o Barqueiro e não estar tão citado ou mencionado não é recibo e só propõe o que ela seja Então umas capa possível pode ser do Gustavo do Rei pode ser do Johnny roda não pode ser do Michelangelo que elas não tem uma pintura linda sobre o caronte né E vamos ver o que que a produção decide né qual deles será o vencedor mais certamente é uma representação do Barqueiro caronte Eu quero onde por hoje é só e .Música. E aí
Seminário 23
, Dunker E aí .Música. Olá bem-vindo nosso canal no YouTube .Música. e hoje analisando e apresentando muito sucintamente o seminário 23 o sintoma reparem que sintomas está escrito com th nesse sintoma que é uma grafia antiga existiu em francês no século 16 15 que o Lacan retoma para introduzir portanto esse novo conter e conceito é na página 55 ele ele define as coisas assim o que prevalece é o fato que as três rodinhas participam do Imaginário como consistência no simbólico Como furo e do Real como lhe sendo existentes ao simbólico Imaginário portanto as três rodinhas sim MT e com a ressalva de que elas não simplesmente se imitam como também por causa do dito compõe-se em 193 ou na triplo daí minha preocupação após ter feito o achado de que 39 13 no amor Homer na mente com ele mandamento de quatro desses nós e 33 nós de três se juntam borra humanamente ou seja se você cortar um todos se soltam com em andamento de quatro desses nós de três Você pode ter que cantar sendo para os últimos dito aqui né Você pode ter arranjos vou me anos com quatro nós 15 nós não seis nós constatei que seus três nós não tiver nesse Livres entre eles o nosso triplo toma parte uma plena aplicação sua textura existe este é efetivamente o quarto E ele se chama o sintoma sintoma com th então sinta-se do seminário Lacan tem aqui diante de si uma coisa que não seminários anteriores não apareciam que é uma especificação de objeto esse objeto e a obra do escritor irlandês James Joyce particularmente um retrato do artista enquanto jovem finnegans wake policies a pergunta que Lacan se faz é por que que o Joice não enlouqueceu Já faz um um deslocamento em toda assim psicopatologia lacaniana e não tá perguntando porquê que o Joice não Sim Card ou uma Psicose mas porque ele não teria agido assim outras formações de desorganização simbólico real e Imaginário sintoma Inicial e angústia que a semente foram então .Música. impedidas ou no vieram à luz pela relação né que os olhos tinha com escrita com a linguagem no sentido mais geral mas com escrita a função disso na vida do Joice então eu é um pouco surpreendente porque não é o Lacan do seminário 76 C8 em que ele trabalha nesse vídeo com o texto o texto da tragédia o texto o texto como vamos assim como a narrativa tá aqui ele está um pouco como ele faz com Didi e Juventude de Didi mesclando elementos da obra com a relação à biográfica que o autor tem com o que ele faz então não é exatamente uma psicografia que quer a vida do Joyce e a relação a problemática particular que ele tem com o pai dele que era coloca ele no colégio Jesuíta depois é levar para o treino esse colas ela se forma para ser assim uma espécie de católico mas ele está na Irlanda Irlanda é uma colônia inglesa eu sim maior da resistência e os católicos contra os protestantes Joyce vai se em que Tando com aquele parque que lhe dá isso né mas que eu um ou um bêbado que lapidaram tolo que que quer que joga fora o dinheiro da família quer que violento e que que Joice está nos pés assim de confronto com esse pai que não está no seu lugar então voltamos a ideia né do pedras onde o pai não tá lugar que que tá no lugar do pai que não tá no seu lugar a obra arr é uma obra isso faz então o primeiro mas talvez um dos ou únicos que efetivos né e modelos clínicos propostos por Lacan em cima dos nossos né que é que a gente se encontra abaixo a 148 onde ele então demonstra lendo SUS textos do Joice aqui que existe uma uma desconexão entre o real eo simbólico nessa recolher nessa desconexão o Joyce interpõe a escrita como sintoma no quarto no É como essa sutura que ganha mais corrigir o erro de montagem é isso que ele já vinha pensando um outro modelo de Constituição sujeito né ou não mais o sujeito com o significante em relação a ligação com o É mas o sujeito na sua errância o sujeito na trança o sujeito como fala ser né mano que Alerta o sujeito que aparece algumas e supreendentemente ligado com o mundo da vida o sujeito que aparece marcado Assis Pela expressão o ser do sujeito o hypokeimenon Noah algo aqui que parece estar inquieto no lacrar com uma categoria de sujeito não é que ele tá jogando ela fora mas ele tá de sugerindo que há nisto neste um mais o que o sujeito a gente pensar no fundo e responsabilidade né ligado eu só vou fera e você precisa de de mais do que o sujeito estritamente falando como o aquilo que é o significado representa para outro outro significante o sujeito da divisão o sujeito o retorno por negação que até o dia da Defesa que Ela estudou no começo da sua obra aqui a gente tem um outro sujeito ou sujeito uma uma outra um outro Estância né de subjetivação que justamente convoca noções pré-clínicas né de loucura não é pergunta Joice seria louco comunhão me diz para a filha não Joice Como já foi consultado porque eu ainda tá esquizofrênica mal você nada onde ela se a folga né algo vamos ver assim ele ficou nexo entre ele EA filha ele não consegue perceber que a filha tem assim uma dificuldade maior porque ela ele Visa ela é como eu ela inventa palavras ela tá constantemente assim sei que a gente sabe saiba o que que ela quer efetivamente dizer numa ambiguação Sem Fim ela é como eu ela fala ali e esse ano né E daí Yuri faz esse comentário O que que a gente tem aqui a gente tem um formas e sofrimento novas estão sendo reconhecidas pelo Lacan nas bordas da psicopatologia da Estrutural então por isso ele ele vai consagrar o Noah três planificado né na figura dodói em Trevo e Mas é isso aí em três quando acontece sem erro isso é paranoia já para não é de cada um de nós a parada é universal para nós que a gente chama de personalidade olha só que ele tá fazendo Tá voltando lá em outra categoria bem no início da do Seu ensino e encontrando um lugar para isso a leitura desse seminário é muito desafiantes porque a gente tem os nós e a gente tem as peculiaridades do inglês o Joice o Império da da olimpíadas da língua e ele quer Reinventar o Universal na pequena Dublin ele quer que foi contar a história de Ulisses na chave dele está fazendo a luz brigando com o pai e nas pequenas pequenas agruras né de uma vida provinciana você vai encontrar ali então Universal da língua da linguagem e do e da translinguistica podemos dizer assim porque a obra do Joice faz é torcer o conceito de língua ele fala uma língua que tem palavras em italiano soveno espanhol que chinês e francês é é uma é uma parasitagem constante então muito conta coragem é uma Modernista as voltas que criam paradigma para gente sair da língua essa confiança que a gente tem na nossa língua é o português ou inglês e eu não talvez não não não dá para o mundo que está vindo e não dá para a gente entender o sofrimento desse mundo que está vindo aí então as inúmeros trocadilhos né São Toma combina com Saint Thomas d’aquin a São Tomás de Aquino quero um grande era um grande herói intelectual para o Joyce os cabelos essa pequeno banquinho que essa põe na praça lá em do lado do da lembrem aí pode falar qualquer coisa e se não que de uma falsa Liberdade né óculos temos classe aqui você sobe num aqui com a cada um pode falar o que bem entender e que tanto os comentadores como Collection né Vamos pegar até olhar aí tem uma o novo entendimento de narcisismo não é mais nesses mudou do espelho mas é o doce cabana né dou fazer se Belo fases quem sabe eu fazer ser bonito né para se lhe uma relação vamos assim menos intersubjetiva né do que a gente tinha no estádio do espelho aqui então inúmeros trocadilhos do Joice que eu Lacan vai vai pegando e vai assimilando na sua linguagem no seu jeito de falar o Joyce marquei lá que vai ficando mais mais joyciano nesse seminário e nos e nos pesquisar Dias entes né conferência em Genebra Joice assim touro que estão aqui também nesse seminário O bom que que eu mandei a questão é o furo no real que que eu fui no real com a diferença entre o furo e eu falo que você ama viu o seu problema de um simples e antigo né mas agora ninguém é uma uma nova configuração né da experiência psicanalítica poder pensar nessa pensada como como experiência dei contornos e bordas e como a construção de um futuro é uma reta infinita como falo mas eu não dê uma de um furo como como buraco no tronco é com o buraco do tatu batismo né do traumatismo de cada um para o qual Nossa recriamos e no damentos tem criamos futuras grampos para refazer os os registros aí como comunidade achou o momento interessante bonito porque no fundo é é uma luta com o do lá cana é com a descoberta assim de uma de uma lógica da desintegração uma lógica do como é que agente faz para fazer um quando um está se perdendo acho que você tá E aí o momento de vida Dona câmera está já o seminário e de 1975/76 então aqui eu já tá com 174 anos que perdeu uma filha recentemente foi abandonado pensar pela amante está às voltas assim como crises dentro da sua escola de psicanálise está sendo Claro muito reconhecido fora da França e Paris mas é um momento também de Talvez o canto do cisne’ a na obra de Lacan seja o seminário de sintoma sintoma que então se diferenciando sintoma né uma análise é não é só reversão abandono do sintoma era ele é possível a conversão da fobia ela também uma identificação Olha que interessante identificação pela cam e com o sintoma com th uma atividade como a escrita atividade que a gente pode pensar assim pode ser o trabalho pode ser o amor pode ser algo que que mantenha uma identificação para o sujeito ele tá reconhecendo a importância de junto com a importância do Imaginário junto com a importância do eu junto com a importância da personalidade e da loucura qual para de loucura mais fragmentos numa quente capas clica que o nosso louco de plantão Sempre disponível para vocês que é o aqueronta momento para assim ó
Seminário 24
, Dunker A precariedade do saber. Na composição do RSI acontece um lapso. O insucesso do inconsciente é o amor. E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso Lacan e isso é para o final Vamos enfrentar Então os três últimos seminários de Lacan a começar pelo seminário e o número 24 desenvolvido entre nós e 76 1977 cujo título já é uma questão assim naquele ano não é um título e eu Figure na figura e é uma expressão é feita intencionalmente para ambiguara expressão para indeterminar o seu sentido e que eu tenho sentido provocativo porque a medida que você pega de um jeito a verdade está em outro lugar se você pegar no outro lugar a verdade está lá ainda no terceiro isso tem uma relação bastante Direta com o conteúdo mesmo de seminários não eram muito interessante para para esse momento por que combina eu de maneira bastante equilibrada cinco recursos o que devia trabalhando os Nossa é burro Me anos a trança o rico Só poesia então aqui tão presença as famosas definições né não sou poeta sou poema não sou poeta é o busco a politização e também é uma espécie de balanço de ajuste de contas com algumas questões ligadas pelo pelo conjunto do ensino da Camila eu diria que nós temos aqui três envolvimentos muito importantes um sobre a identificação é um ele vai pensar três ou quatro modalidades de identificação e tentar dar alguma organização para isso a partir do Real simbólico Imaginário e do quarto não há uns envolvimento muito interessante sobre o corpo ele chegar a falar do corpo com uma estrutura do corpo no Imaginário mais além disso o corpo não só que e como captação mede uma imagem o corpo como narcísico mas é um outro uma outra corporeidade aqui nesse seminário é muito interessante aí daquela não tenha se se concluído é uma é um dos programas que Lacan deixou assim aberto o estudo né do corpo e o terceiro tópico fundamental é uma espécie de entendimento do inconsciente entre a verdade e o Real Então esse Rei entendimento ele começa com uma com uma problemática já no título que ele diz né a meta língua em questão E aí é um debate entre a língua histeria a língua la Langue lá língua que vai passando por todo esse seminário e é muito outra nós assim contemporâneo né Ele é tá pondo em questão no fundo que ele que aterrorizado bastante sobre a linguagem Universal da linguagem consciên é uma linguagem mas aqui ele tá reconhecendo que a linguagem é uma abstração que a gente tem assim no comum na experiência do Comum inclusive evocada por ele aqui elas são as línguas é o português em inglês ao latim o grego para ele dizer nameta língua em questão está às voltas com o francês é e como francês vai poder traduzir parasitar o alemão que nós coberta para o Franco e limão ela vem em francês consiste em traduzir uma wulst por onde devo ali sou remete a própria palavra Quando devo se em alemão né é composta por um radical de negação um e por uma verbo substantivado obvos é uma gente pode de Uber vos seria a consciência mas também o tornar Consciente e prossegue no zero visse quem alemão quiser saber o que consciente é um saber ainda que negar um ver um busto né o rosto eu participo passado service é uma ideia que agora ele tá filmando o a mão dizendo é assim que eu entendo o inconsciente como um saber né como um bem viu só que eu vivi esse essa recuperação né no francês e do que em alemão é o saber é uma recuperação muito curiosa porque quer dizer bem viu me príncipe rocelin né quiser equívoco grosseria e ignorância e nada Estância ignorância inadvertida um bitsy que é bobagem milagre e hum e Tube Olha tem lá o famoso texto contemporâneo né que 73l tudo então liturgia se você ficar atordoado bem viu então é isso eu te he atordoação foi o Mara desce minha princesa tem o texto né não é preciso os sujeitos vão saber é um equívoco o impacto do sujeito suposto saber então todas elas formas é tô repetindo aqui de precariedade do saber do Saber de dia sim de uma espécie patologia do saber do Saber mal feito né é enganador ignorante na divertido bobo tonto enganado ignorante então um um saber não saber ou uma atrapalhada um tropeço como alguns Então já num segundo nível Vão buscar então o inconsciente é outro peço inconsciente é o lapso fato Ele tá pensando assim quando ele e coloca os três se os três touros simbólico Imaginário é real e entre esses olha na composição acontece o lapso né quando eles vão ser se trançar acontece num lapso um vive né E isso gera então a gente faz a gente entender as diferentes formas de sintoma não se embora e com angústia no real e emissão no Imaginário tão Ambev que sete na que como é que a gente poderia traduzido isso né que sabe né então o yin sabido que sabe dois saberes um capenha o outro mais afirmativo no sucesso ou insucesso ou a ignorância vence o não sabido que sabe do equívoco glamour combina com o amor primeiro Ah tá e parece que o Aqui tá dizendo assim o insucesso do inconsciente é o amor mas eu não senti dor na medida que o amor ela faz uma suplência e ele ele altura o outro e ele estabiliza transferências e ele ele faz com que muitas vezes nós deixamos nos inquietar com o gozo e com o com o desejo o amor vamos ver ser um santo remédio então o insucesso do inconsciente é o amor faz a outra leitura que vai dizer nesse lá no né séria burro é uma alusão ao jogo de burra ou o nosso porrinha ou o nosso já tem pouco ou seja o insucesso do inconsciente do do inconsciente como não deve é ou aposta o jogo é o indeterminado é o contingente vão passando então e pelo pelo pelo título possível é tem várias tradições Ainda nenhuma muito bem estabelecida tem que a tradição do Jairo gerbase da Bahia que parece a melhor português tem essa aqui da heresia né tem outras traduções vamos assim de trabalho mas elas não conseguem assim estabeleceu certo consenso sobre isso e qual é o título de seminário né o sucesso do inconsciente é o amor ou não sabido que sabe do insucesso ou insabido que sabe de um equívoco por causa do jogo há várias tradições e isso reflete então assim que vocações que Lacan entendi seu Nossa forma de enfrentar o sintoma né apenas a interpretação no sentido de equivocação que vai ter por Horizonte né 22 efeitos são os Lan ou sem e faziam sentido branco e ou não sentido Então essa essa distinção Sutil né entre entre a ausência propriamente de sentido e o sentido Branco sentido vazio é vão ser coligados com o outro tema que muito importante nesse seminário que é o falso furo e o furo verdadeiro é sendo o falso furo o furo central do touro notem que ele volta aqui altoro a banda de moebius ele volta a topologia das superfícies ele volta ao tema das reversões do touro como modalidades diferentes de identificação e consequentemente de separação em relação ao inconsciente outras traduções possíveis seriam isso que serve o inconsciente a morte isso que sei lá o inconsciente é o amor isso que cela inconsciente é o que fecho inconsciente é o amor beijo a cada uma dessas tradições parece que meteu um jeito entendeu Lacan né valorizando aí o seminário 11 valorizando o seminário 10 valorizando seminário três dependendo de como você Você caminha pela obra lá criando é você interpreta E esse título vamos também encontrar aqui um desenvolvimento muito sequencialmente muito interessante sobre o corpo ele vai dizer por exemplo era preciso falar do corpo que é um corpo do imaginar um corpo do simbólico que ela língua e o corpo do real que não se sabe como ele aparece um corpo agora eu vou pegar outros elementos e seminário é um corpo fundo a ideia de uma outra ideia de espaço né ele tá indo da topologia e voltando para o corpo como como origem da reflexão dele sobre a topologia o corpo é o signo do todos né então ele aponta né pela projeção imaginária totalidade o corpo o bastão a histérica sustentada por essa bastão citric né conduzido pelo amor ao pai né os corpos são apêndices da vida são a mais em relação à continuidade da vida com os corpos de giselly mais para o fim né é a partir dos corpos que nos nossos interessamos pelo Orvalho do arco-íris porque aquele volta na força da poética na força da poesia quer dizer a poesia é ressonância do corpo a poesia é a linguagem no corpo é a língua falando e ressoando no corpo disso para bom será que entre significante e significado forma e estrutura natureza do conteúdo e do continente Será que isso se refere duplica perfeitamente a não simetria entre o significante eo significado E aí aberta a discussão que vai ao longo do seminário evoluindo para a tensão entre o real e o verdadeiro tá chegando a interpolar o Finn essa ideia do Valente é da mistura na verdade com a variedade criando aí uma uma composição intermediária e que no fundo é o que o que o neurótico faz como o seu sintoma né Ele acha que ele vai vai verificar sua verdade né no seu sintoma por isso seu sintoma Interroga o link at ele vai atrás o sentido o seu sintoma mas o que declina nesse nessa investigação não é a verdade a sua verdade a verdade do desejo mas é essa variedade essa esses modos e declinação que o sintoma impõe a própria enunciação do desejo então jeito o seminário 24 um cenário muito interessante a um seminário de fechamento Talvez seja a última grande síntese que Lacan Faz senão da sua obra do Seu ensino né desse desse grande momento do Seu ensino um momento muito inovador então aqui várias declarações né sobre ciência sobre as estruturas elementares ajuste de contas é cortei os discursos com significante de se ele fala vamos assim de uma maneira bem abrangente do conjunto do que foi né ele tava aí com 76 75 anos o que foi a sua experiência com a psicanálise e a sua leitura né e francês no ônibus rosto inconsciência do Fred aí em consideração ao título né Lance um sucesso que cê que sabe que eu nunca vi que o o inconsciente tropeços é l’amour vamos de dica o que a consideração de qual capa Esse seminário merece tanta complexidade do título acho que temos que fazer valer aqui e essa ideia do murro é no mundo que pode rimar com muro no que pode ligar ligar com o amor pode ligar com morte dependendo da tradução mas que originariamente um jogo era um jogo que a gente vê representado muito bem representado os afrescos da Villa farnesina em Roma Roma essa cidade que lá quer Gostava Tanto que fez e três grandes intervenções e em Roma e que me aparece muito apropriado para descrever aqui o que tá se passando nesse seminário porque o jogo de mur é o jogo que funcionava assim desde a Roma Antiga né quer dar uma esconde a mão e Podia colocar um dos cinco dedos os quatro meses e os dois dedos e o outro fazia isso também e dizia-se o número isso é aquele que você tava no tipo de par ou ímpar aquele que acertasse o número da soma dos dedos a ganhava a partida então o jogo uma posta né o jogo como trabalho do fazer com as mãos o jogo como contingência o jogo como o corpo é isso que esse seminário aqui vai enfatizar tão profundamente Então essa capa que a gente propõe para receber mais Lacan entre cá posso clique aqui não queiram tá morrendo e vamos em frente só faltam dois vamos em frente ou tropeço na linguagem
Seminário 25
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso e bordando hoje o seminário número 25 momento de concluir para Furacão estava consciente de que eram os últimos momentos do seu ensino E propõe essa seminário com grande adensamento aí na teoria dos nós os seus problemas recorrentes né sobrepor real simbólico Imaginário ou então sobrepor o simbólico o Imaginário eo real ou então sobrepor o simbólico real e Imaginário na cama fiquei explorando essas possibilidades para PC para dançar o nó encontrar então o que que seria o nó bom não o pepete o neurótico que ele acaba desig Nando né então como como uma uma das soluções e os achados últimos aqui desse dessa empreitada dele com os nossos mas é o seminário que começa de é muito curiosa para enfim o debate aí contemporâneo eles assim né A primeira frase o que tenho a dizer é que a psicanálise deve ser levado a sério embora não seja uma ciência o problema como Coupe mostrou com insistência é que ela não é absolutamente uma ciência porque a irrefutável é uma prática uma prática que durará o que durar é uma prática da tagarelice ou na prática ele a babá da Gi Oh seja da associação livre da fala inconsequente da fala livre que nos conduz a descoberta de muitas coisas sobre os sintomas sobre o inconsciente não é aquela que ela não tenha consequências a que eu li logo em seguida diz né esse o seminário também conhecido por essa afirmação de que o psicanalista é um retórico para continuar a equivocar nem aquele reture fica Recife e a gente fica né em português e o que implica que ele Retífica Retífica erectus a palavra latina equivoca com a reitor if retorica são repente retificaçaõ tentamos dizer a verdade mas não é fácil porque a grande obstáculos a verdade tem que ver com o Real o real é duplicado por se possa assim dizer pelo simbólico Então como se a gente tivesse aí dois reais o Real dentro do nó dentro da sua relação com os outros nós e o Real como o conjunto assim produzido o Real como um né ele ardan vão Porque que o psicanalista seria um retórico é porque certa forma ele e sou se refere a as originais their mas também na confiança que os psicanalistas tem na história na proximidade de é a de reconstituir uma vida partir da recontagem dessa vida em uma relação no contexto vamos desse reconhecimento das seus os seus buracos da sua censuras dos seus capítulos vamos assim censurados misuraca nesse seminário a vida não é trágica ela é cômica é muito importante no contexto em que ele tá associando né eu simbólico com a morte o Real com o a vida e Imaginário com o corpo dá uma ao reconhecimento aí tanto do Imaginário enquanto uma instância é que vai ter agora uma outra força o outro sentido né É quanto o Real associado com a vida essa é uma ideia muito muito poética né Muito bem vindo aí para para um lá que está próximo né do seu fim ele trabalha então com muitos e com muitas versões os seus problemas de clássicos e chega aqui há três ou quatro maneiras de proceder o corte corte no touro é que vai ser então transportado para o corte no universo rubiano onde a gente vai ter duas operações essenciais né a ruptura do Sono andamento corte EA sutura ou a suplência ou a reconstrução de uma relação mal escrita ou interrompido Então a gente tem o corte perpendicular a gente tem o corte circular a gente tem o corte longitudinal e o corte e em cima do touro aquele que faz o seu produto o seu rei virar menos nossa modalização dos cortes você é muito importante para a gente entender né as operações do psicanalista e dentro do desse novo modelo baseado nos três anéis e na uma a música de fundo que é Como reconhecer cada um é o corte que define e esse é o Imaginário aquele ao simbólico aqui está o real não tem uma primazia à posteriori os 3 estão no mesmo nível e aliás o primeiro estão no mesmo nível que o problema é reconhecer qualquer Qual qual é o método que a gente poderia mobilizar para isso é possível definir o fim da análise se daqui outra passagem bacana de seminário o fim da análise quando se deu duas voltas Isto é quando você achou aquilo que você está Prisioneiro e começar duas vezes a volta em círculo certamente não é necessário basta que se veja que já se está cativo ou se está cativo e consciente é isso é a face de real talvez se tenha uma ideia do que chamo de real depois de ter me escutado inúmeras vezes a qual se está a p a t Então é isso esse tipo de comentário de origem O que que a gente poderia falar em dois inconsciente né inconsciente da linguagem consciente estudar estruturado né pelo significante e outro inconsciente ser inconsciente real a e ter cevasco nesse livro que eu recomendo vocês passo a passo para Clínica burro Yana ela ela chega falar né não dois tipos de castração castração angústia de castração do lado do homem e aquilo que seria a angústia do Abismo a música do Senhor minha angústia do outro lado feminina pensando aí na secção mas também pensando nessa diversidade de cortes e de furos né vou lá que começa até definiu o ser humano como letra homem referência um buraco e trauma o homem S ser capaz de a Dirce e vazios negatividades ausências né massa também de tematizar incorporar essas esses encontros uma dicas como com o simbólico propomos então para a capa desse último seminário E lembrando que alguns consideram que o último seminário teria sido o seminário de Caracas né ocorrido depois desse desse ano de 77 mas me parece que não só um pouco injusto porque o seminário de Caracas é apenas ser um encontro né é o Lacan fala fala pouco nesse dia e parece que o último seminário de fato deveria ser pensado como eu topologia o tempo seminário 26 mas pensando nessa nessa vinda do lá que para a América Latina nos seus últimos momentos um animal usam muito interessante que ele faz as matemáticas que chuvas né do do provenientes da civilização Inca e que a gente pode ver indo a cuscuz os museus né onde onde se mostra uma espécie de cinto onde os nossos que se produziam nos fios que saem desse sinto é permitir um operações matemáticas é complexo envolvendo troca de cereais envolvendo o nome da sua certa contabilidade no interprétation né interprete um Inter preço é de onde vem o a noção de Interpretação da interpretação tem que ver com Comércio e que ver com línguas diferentes e como é que você torna comensurável coisas que Princípio São de universos diferentes então fica aí a sugestão de colocarmos a capa do seminário 25 o momento de concluir Olá eu sou essas Nossa two lá que volta a falar em Cadeia sem cabeça numéricas e explora a possibilidade de cabeça degenerados é para falar e em falsos nós e falar assim e falsas articulações né E que que teria um aspecto Bombinhas mas na prática não não confirmo isso é essa essa esse desenvolvimento né do corte como perfuração e como reviramento pode vamos assim abrir um universo de verificações de validades para o sintoma e para inibição e para angústia que de fato ele não não veio a explorar em todos os seus em todas as suas consequências mas está aqui registrado então o super último seminário basicamente o e torno do que que é o corte do que que é o furo do que como é que a gente pode reconhecer então perfurações cortes transformadores e perfurações cortes e reviramento não transformativos é isso para receber mais fragmentos do lacre capas clique aqui no aquele conta momento por hoje é só e E aí E aí tu achas que
Seminário 26
, Dunker E aí .Música. olá bem-vindos ao nosso as capas último sobre o seminário 26 1978/79 chamada topologia o tempo alguns consideram que algumas intervenções posteriores Lacan corresponderiam almoço seminário por exemplo em Caracas mas eu já jantei que que não vai entender topo longe o tempo é o último seminário em que a gente tem ainda a estrutura de um conjunto de falas e intervenções outras pessoas um tema recorrente retomado é um fio condutor tudo aquilo que define essa experiência tão tão pessoal tem uma assim Laboratorial que é um seminário digo Laboratorial porque é um espaço de invenção é o espaço em que as ideias afluem que as perguntas concorrem que aquele livro da é daquele mês aquele filme daquela semana faz parte da discussão às vezes coisas que parecem grandes viram Pan pequenas ideias outras ideias vamos bom fermentando ao longo do tempo É de fato é a última vez que a gente vê isso é em a topologia o tempo eu vou sugerir aqui a essa essa edição da editora Fi alguns conseguem comprar pela pela internet a topologia o tempo porque é longo dessa seminário a gente vê essa estrutura se dissolvendo isso é muito tocante triste né Lacan ele vai escrever um um rímel generalizado no e escreve errado e daí diz puxa acabou por hoje não não não não não consigo mais daí ele vai começar uma outra uma outra sessão e bom a contagem de combinatória II e aqui ela imagina também está equivocado ele ele aceita isso mas a gente vê que isso acaba perturbando mesmo desenvolvimento do seminário então eu seminário composto por nove aulas sendo que as últimas três e são aulas em que uma cama passa a palavra né para o Alane de Vai um caso para o násio do vapor ou em outro para alunos sei que é quero uma prática bacana do do seu seminário né de deixar seus alunos intervirem e e a intervenções memoráveis Só que nesse caso são intervenções em que Lacan tá passando tá passando a bola ele está assim doente já já tem um diagnóstico de câncer e a sua escola está assim é o ladeando entre os diferentes grupos mais à frente ele vai dissolver escola e fundar a escola da causa friend Ana para alguns ele não tava em pleno treino plenas faculdades mentais para fazer isso então seminário realmente despedida é esse onde a gente poderia destacar algumas frases né algumas frases que que às vezes ficou meio soltas mas que permitem algumas hipóteses isso é por exemplo essa essa frase que tá na primeira aula página 5 né Há contudo uma hiância entre psicanálise e topologia e meu esforço parece criança é preenchê-la a topologia exemplar ela permite na prática fazer um certo número de metáforas e existe uma equivalência entre estrutura e topologia é isso isso do qual se trata em groddeck é isso O que é isso por onde é que esse o conceito de ide e esse médico psiquiatra inovador que trouxe para dentro da instituição que ele dirigia a prática do teatro né então pacientes e médicos representavam os adoecimentos e ele percebe como nessas representações os adoecimentos eles eles melhoravam né as doenças orgânicas elas melhoravam e escrevendo que o Fróes É no livro disso né é o globo é que vai introduzir vai sugerir o Fred vai aceitar né a existência desse dessa dessa hipótese né sobre o combinação reunião das pulsões né o ide mas eu chamaria atenção de vocês para esse assim há contudo uma hiância eu tenho psicanálise e topologia e ânsia hiato hiato é que a gente faz a gente lembrar talvez da primeira publicação que o Bacana faça em 1929 ainda como como aluno de medicina como residente medicina do seu poema não seu poema saiu na revista surrealista e chamado justamente hiatus irracionales né o geralmente o nome era a planta rei né tudo é um mais na versão impressa apareceu como hiato Talvez seja essa palavra que melhor defina o conjunto do ensino essa essa aventura que a gente tentou refazer aqui brevemente nesses 26 mais um seminários contando com o seminário dos nomes do pai no vídeo de 63 nesse poema já se já se anunciava né como costuma acontecer com muitos autores quando eles vão assim terminando a obra a uma espécie de retorno às Origens né e retorno aos temas iniciais e Reconciliação com o passado de volta assim né para o hiato hiato e ser essa figura do da negatividade essa figura do vazio essa figura da negação e que lá em 29 deixava essa poesia coisas carrega em solução seiva no seu seio shows que comer vou lá sua e lá serve formas nascidas da Ford do sangue vossa torrent but não no meu devaneio não no meu sonho não cessando o desejo eu vou persegui-las atravesso sua água despenco na areia me atira aos pés desse demora eu pensante é só cai no duro chão o que do ser se eleva O Cego e surdo mal o Deus privado de sentidos mas se todos os verbos definham na na garganta coisas nascidas do sangue e da forja natureza me perco no fluxo de um elemento o que adormece em mim você de Chica e cheio formas carrega em suor ou sem ver no seu veio vosso Imortal amante no fogo é quem vota em motel e a mão será foi que me fé volta em Nutella é o fogo que me faz seu Imortal amante fogo que pro Heráclito era a princípio ar que fogo quer um símbolo da transformação e que a gente vê aqui o Lacan começando com o soneto né um soneto e o pela quantidade de contrastes não o sangue a forja assim vai e o suor é um autor no mundo contraste da contradição que termina sua obra né em luta aí da psicanálise com a topologia não é a mesma coisa tem um hiato tento preencher esse ato como juntar as coisas esse aqui é o ide ide essa figura tão metafísica tão uma especulativa no Freud no grude na segunda aula ele vai dizer não é nada mais fácil do que viraram o Romeu quer dizer desencadear perder a unidade nem nada mais fácil do que se transformar Rua o que né vou arrumar aquilo que é o impensável aquilo que é o indiscernível né aquele que a loucura que o recuperou para para nós do começo ao fim nasceu na sua dignidade de liberdade ele vai dizer a atriz a topologia Imaginário ela não toma seu desenvolvimento se não da Imaginação quem é que defendia isso não é uma ginásio radical maginário criadora força e importância de uma nova imaginação para Essa época que se abria eram surrealistas e esses que queriam fazer primeiro uma revolução na vida depois da revolução social depois voltamos são em todos os sentidos revolução ele surrealistas que vem essa duplicação do Real essa duplicação da realidade essa contraste a partir do qual algo pode ser incluído no seu entre no seu vão né no seu a pouco de realidade de Rio Breton na quarta aula ou acampar especular seria possível um terceiro sexo eu vou Key no forro de erva Lili veja só ele no seu último último momento ele tira da cartola Será que há um terceiro sexo não sei e não é conclusivo mas até o fim é alguém que se colocava perguntas que abre a sua própria obra que desmente seus próprios pressupostos a metáfora do novo home ano no estado mais sim simples em próprio um abuso da metáfora porque na realidade não há nenhuma coisa que suporta Imaginário simbólico real ou seja um abuso da metáfora quem ele falou a vida inteira que que abusavam na metáfora que tinha um conceito de metáfora é muito assim evasivo muito muito vamos ver múltiplo Porque qualquer palavra podia entrar numa relação metafórica com qualquer outra surrealistas e surrealistas que vem essa ideia de que o ato poético é o único ato capaz de produzir uma verdadeira transformação que a gente vai encontrando aqui no Lacan no final né a formalização da poesia partir do Joyce e agora aqui o que não haja relação sexual Esse é o essencial do que o ensino Ou seja a aí ânsia a não relação à não encontro é preciso um terceiro sexo ele volta na página 17 terceiro sexo não pode substituir a presença dos outros dois a uma forçar gen que se chama iniciação a psicanálise é uma anti iniciação A Iniciação é isso que uns eleva-se posso dizer ao falo toque de novo a gente pode encontrar essa esse espírito do Heráclito na na obra do Lacan né Z não se trata de sair do humano não se trata de levar se essa tornar ou se aproximar dos Deuses né mas de jogos e na areia e Dunas ensinamento da confronto é natureza mas sem ao mesmo tempo um sonho sem ao mesmo tempo entender que os Deuses Estão desprovidos e sentido buscar a razão na aula o o 7 Ele ainda diz né meu erro está sendo tentar essa burro meu generalizado tentar escrever escrever isso que bom ao longo de Toda obra resiste a escrita resistir à sinalização resistir ao pensamento e que voltava né começa a figura é isso soberana do Realce grande confronto do Lacan com os limites da escrita que são os limites da linguagem que seus limites a língua que são os limites aqui também da Matemática no caso né da teoria dos Anéis dos touros das cadeias do Home antes acho que cabe aqui agradecimento na O Legado Vila canção 26 mais um seminários e uma vida O Gi por alidade confronto e pensamento coletivo que é uma lição para todos nós é hoje a gente tem bate a democratização do Saber esse canal empreendimento que vai nessa direção e tornar as coisas mais acessíveis e traduzir de às vezes simplificar demais às vezes perderam ou ao rigor mas Tentarei recuperar isso bom isto Tá inspirado aí nesse imenso experimento de levado a cabo pela cam durante todos os seus seminários e também claro como não dizer no seus escritos nos seus outros escritos no no que ele é pode assim elaborar realmente com seu com seu trabalho né é de descrita massa compare né um livro contra 27 cm O que passa obra do ladrão ensino de Lacan Ele É principalmente oral é isso tem que ver com a recuperação dessa experiência da fala da fala em relação que é como a gente trata Escuta as pessoas Então está encerrada a nossa jornada Agradeço a todos e colocaria como capa para esse último seminário uma bonita foto do Nosso Herói do nosso autor Jacques Lacan para Enfim então uma Face também humana esse que foi um autor abraço gente semana que vem tem mais e outras coisas para mais e outras coisas clique aqui no a ter um conta mover bo