Translate
Best Movies of 2024

Best Movies of 2024

Analyzing content...
Published:

Aquí tienes identificadores únicos para cada sección, combinando abreviaturas y numeración para mantener claridad y estructura:

Curso Ivan (CI)

  • CI-B4C3: Técnica Analítica

  • CI-B4C2: Superficies Topológicas

  • CI-B4C1: Símbolos y Matemas

  • CI-B3C3: Conjuntos y Topología

  • CI-B3C2: Álgebra y Lógica

  • CI-B3C1: Filosofía de Matemática y Física

  • CI-B2C3: Significante y Gozo

  • CI-B2C2: Lakatos y Koyré

  • CI-B2C1: Ontología y Epistemología

  • CI-B1C3: Generalidades en Lacan

  • CI-B1C2: Posfreudianos

  • CI-B1C1: Freud

Temas Principales (TP)

  • TP-T1: Introdução

  • TP-T2: Gender Theory, Undoing Gender

  • TP-T3: Esclarecimento em Schreber

  • TP-T4: Os nós do amor e do gozo

  • TP-T5: Transexualidade e Sexuação

  • TP-T6: A psicanálise na era Trans

  • TP-T7: Estructuras

Distopías (DS)

  • DS-01: Arcángel

  • DS-02: Vuelvo enseguida

  • DS-03: Museo Negro

  • DS-04: Cuelgue al DJ

  • DS-05: Odiado en la nación

  • DS-06: Intimidad, el amor y lo digital

  • DS-07: Salida fusionada

  • DS-08: Picado vertical

  • DS-09: Prueba de juego

  • DS-10: San Junípero

  • DS-11: Toda tu historia

  • DS-12: Navidad blanca

No Todo (NT)

  • NT-01: Introducción

  • NT-02: El psicoanálisis en la era trans

  • NT-03: Aclaración en Schreber

  • NT-04: Consistencia de reemplazo de estructuras

  • NT-05: La teoría del género deshaciendo el género

  • NT-06: Los nudos del amor y la alegría

  • NT-07: Transexualidad y sexuación

Figuras (FG)

  • FG-01: Introducción - Cifras en el análisis

  • FG-02: Aclaración sobre Melanie Klein

  • FG-03: Iluminación sobre la salud

  • FG-04: Aclaración en las neurosis

  • FG-05: Esquemas derivados

Psicosis (PS)

  • PS-01: Desde una pregunta preliminar hasta todos los posibles tratamientos de la psicosis

  • PS-02: Aclaración en Schreber

  • PS-03: Estructuras clínicas

  • PS-04: Consistencia de reemplazo de estructuras

  • PS-05: Teoría y práctica clínica de la psicosis

Esclarecimiento (ES)

  • ES-01: Adorno y Horkheimer - La dialéctica del esclarecimiento

  • ES-02: La fenomenología del espíritu

  • ES-03: Esquizofrenia, antiedipo y capitalismo

  • ES-04: Dialéctica de la Ilustración

  • ES-05: Esclarecimiento

  • ES-06: Esclarecimiento sobre la salud

  • ES-07: El esclarecimiento en la filosofía

  • ES-08: Máquinas deseantes, esquizofrenia y psicoanálisis

  • ES-09: Conozca la filosofía del conocimiento

Los identificadores son compactos y permiten referencia rápida a cada sección. ¿Te gustaría algún ajuste en la nomenclatura?

O Eu e o Outro

Se eu sou isso, o Outro é aquilo

Produzir uma garrafa de Klein completa

Os dois lados da banda de Moebius

Espanhol

Aquí está a versão em espanhol dos títulos:

  • El Yo y el Otro
  • Si yo soy esto, el Otro es aquello
  • Producir una botella de Klein completa
  • Los dos lados de la banda de Möbius

Análise Lacaniana disso

Responda En español

Desde una perspectiva lacaniana, estos títulos remiten a conceptos clave del psicoanálisis estructural.

  1. El Yo y el Otro
  • Remite a la dialéctica del estadio del espejo, donde el sujeto se constituye en relación con una imagen especular que le devuelve una forma unificada. En Lacan, el “yo” (je) es una construcción imaginaria, mientras que el “Otro” (Autre) es el lugar del significante y la falta.
  1. Si yo soy esto, el Otro es aquello
  • Esta afirmación parece jugar con la lógica de la alienación y la separación. El sujeto solo puede identificarse en relación con el Otro, pero nunca de manera absoluta. El Otro no es simplemente un reflejo, sino un lugar de significación que estructura al sujeto.
  1. Producir una botella de Klein completa
  • La botella de Klein es un objeto topológico sin interior ni exterior diferenciados. En términos lacanianos, podría leerse en relación con el objeto a, la falta estructurante o incluso la pulsión, que no tiene un recorrido lineal sino que siempre retorna sobre sí misma. También podría aludir a la imposibilidad de cerrar la estructura del deseo, que se sostiene en la falta.
  1. Los dos lados de la banda de Möbius
  • Aquí hay un juego de imposibilidad, ya que la banda de Möbius no tiene dos lados diferenciados en términos euclidianos. En Lacan, se usa para ilustrar la continuidad entre interior y exterior, consciente e inconsciente, goce y falta. Muestra cómo el sujeto se encuentra atrapado en una estructura que, aunque parezca ofrecer dos opciones, en realidad es un recorrido único.

En conjunto, estas frases evocan la imposibilidad de una identidad fija, la estructura del deseo y el juego entre lo simbólico, lo imaginario y lo real.

A imagem inconsciente do corpo, Françoise Dolto

/la-imagen-del-cuerpo-en-el-arte-historia-y-teoria

História da arte de transformar o corpo

Esses temas apontam para uma interseção entre psicanálise, arte e teoria do corpo.

  1. La imagen inconsciente del cuerpo – Françoise Dolto
  • Dolto desenvolveu a ideia de que a imagem do corpo é estruturada antes mesmo da consciência do sujeito sobre si. Essa imagem inconsciente regula o desejo, a relação com o Outro e os sintomas psíquicos.
  1. La imagen del cuerpo en el arte: historia y teoría
  • A arte sempre trabalhou com representações do corpo, transformando-o segundo paradigmas históricos e culturais. Desde a idealização clássica até as desconstruções contemporâneas, o corpo na arte reflete mudanças no imaginário social.
  1. Historia del arte de transformar el cuerpo
  • O corpo, longe de ser uma essência fixa, é um campo de inscrição simbólica e política. Podemos pensar na tatuagem, nas modificações corporais, na moda, na performance e até mesmo na cirurgia estética como parte dessa história. No nível psicanalítico, isso remete à plasticidade da imagem do corpo e à tentativa de dar-lhe um contorno.

Se pensarmos em Lacan, essa transformação do corpo pode ser lida como um jogo entre o registro imaginário (a forma do corpo), o simbólico (as significações que lhe são atribuídas) e o real (aquilo que escapa à representação e retorna como gozo).

Referências e ideias

Aqui estão algumas referências e ideias para aprofundar esses temas:

1. Françoise Dolto e a Imagem Inconsciente do Corpo

  • Dolto, Françoise. A Imagem Inconsciente do Corpo (1984).

    • Dolto desenvolve a ideia de que a imagem do corpo não é apenas um reflexo biológico, mas uma estrutura inconsciente moldada pela linguagem e pelo desejo.

    • Relaciona a constituição psíquica do sujeito com a maneira como ele vivencia seu corpo.

    • Influência na psicanálise infantil e na compreensão dos sintomas corporais na clínica.

  • Lacan, Jacques. Seminário 11 – Os Quatro Conceitos Fundamentais da Psicanálise (1964).

    • Noções de Esquema ótico, estádio do espelho e constituição da imagem do corpo no imaginário.

    • O corpo é um efeito da linguagem e não um dado biológico puro.

  • Anzieu, Didier. O Eu-Pele (1985).

    • O corpo é pensado como uma superfície de inscrição psíquica, essencial para a constituição do eu.

    • Desenvolve a ideia da pele como uma metáfora do limite psíquico.

2. A Imagem do Corpo na Arte: História e Teoria

  • Belting, Hans. An Anthropology of Images (2011).

    • O corpo como meio e suporte das imagens, desde as pinturas rupestres até o digital.

    • A arte como forma de dar materialidade ao invisível do corpo.

  • Didi-Huberman, Georges. O que vemos, o que nos olha (1992).

    • A relação entre o olhar e o corpo na arte, o corpo como superfície de desejo e angústia.
  • Foucault, Michel. O Nascimento da Clínica (1963).

    • O corpo na medicina e na arte como objeto de saber e controle.

    • Corpo como campo de inscrição do poder e da normatividade.

  • Bataille, Georges. O Erotismo (1957).

    • O corpo e sua transgressão na arte, a violência da representação.
  • Preciado, Paul B. Testo Junkie (2008).

    • O corpo como construção tecnopolítica, a transformação através de hormônios, próteses e biotecnologia.

3. História da Arte de Transformar o Corpo

  • A antiguidade e o ideal clássico

    • Representação do corpo como perfeição (escultura grega, renascimento).

    • Platão e a teoria das ideias: o corpo como cópia imperfeita do ideal.

  • O corpo na Idade Média e no Barroco

    • O corpo como lugar da paixão e do martírio (Cristo, santos, êxtase místico).

    • O corpo como ilusão e teatralidade (Caravaggio, Bernini).

  • O corpo no século XIX e no Modernismo

    • Impressionismo: captura da materialidade do corpo na luz.

    • Picasso e o cubismo: desconstrução da forma corporal.

    • Egon Schiele e o expressionismo: corpo como angústia e desejo.

  • O corpo contemporâneo

    • Arte performática (Marina Abramović, ORLAN).

    • O corpo expandido pelas tecnologias (Stelarc, Donna Haraway).

    • O corpo queer e trans como resistência (Preciado, Cindy Sherman).

4. Ideias e Relações Psicanalíticas

  • O corpo como significante: Lacan fala do corpo como algo que se estrutura no simbólico, não como dado biológico puro.
  • Gozo e transformação corporal: A arte e a clínica mostram como o corpo pode ser reconfigurado pelo gozo, seja na automutilação, na performance ou na cirurgia estética.
  • A dissolução da identidade corporal: A banda de Möbius e a garrafa de Klein como modelos de um corpo que não tem um interior fixo, mas que se estrutura no movimento entre interior e exterior.

Essa abordagem cruza psicanálise, filosofia, arte e teoria do corpo. Algum desses caminhos te interessa mais?

O caminho topológico com a Garrafa de Klein

A Garrafa de Klein é um objeto matemático que desafia a noção tradicional de interior e exterior. Na psicanálise lacaniana, esse modelo pode ser utilizado para pensar o corpo e o sujeito de maneira não linear, indo além da lógica binária da identidade fixa.


1. O Modelo Topológico da Garrafa de Klein

  • Diferente de uma esfera ou um cilindro, a Garrafa de Klein não tem um “lado de dentro” e um “lado de fora” claramente definidos.
  • Ela pode ser vista como uma versão tridimensional da banda de Möbius , onde um caminho contínuo faz com que o sujeito retorne a si mesmo sem passar por uma fronteira visível.
  • Isso desafia a clássica distinção entre interioridade e exterioridade , algo essencial para pensar o sujeito na psicanálise.

2. A Garrafa de Klein e o Corpo na Psicanálise

  • Para Lacan, o corpo não é simplesmente um organismo biológico, mas uma construção simbólica e imaginária.
  • A imagem do corpo se estrutura em torno de uma falta que o sujeito tenta preencher. A Garrafa de Klein ilustra bem essa falta, pois nunca se fecha completamente em uma superfície delimitada.

  • O corpo, assim, não é um espaço fechado, mas um campo onde o desejo circula incessantemente.


3. Relação com a Estrutura do Sujeito

  • Se pensarmos no sujeito como uma Garrafa de Klein, podemos ver que ele nunca se encontra “do lado de dentro” ou “do lado de fora”, pois esses polos se confundem.

  • Isso remete à forma como o inconsciente está sempre estruturando a experiência do sujeito, sem que ele possa simplesmente se separar dele.

  • O desejo segue um trajeto semelhante ao da Garrafa de Klein: nunca chega a um ponto final, mas continua girando em torno do objeto a.


4. A Garrafa de Klein e a Transexualidade

  • Na teoria lacaniana, a sexuação não é um dado natural, mas um efeito da linguagem e do gozo.
  • Se o corpo trans é visto como um espaço de transformação, a Garrafa de Klein ajuda a pensar um corpo sem fechamento , onde identidade e gozo não se fixam definitivamente.
  • Em vez de buscar um lugar fixo no binarismo homem/mulher, essa topologia sugere que a identidade de gênero é um caminho contínuo, sem um “dentro” ou “fora” estático .

5. Implicações para a Clínica e a Arte

  • No campo clínico, entender o sujeito como uma Garrafa de Klein pode ajudar a trabalhar com formas de gozo que não seguem uma lógica tradicional de falta e satisfação.
  • Na arte, esse modelo pode inspirar representações do corpo que escapam da lógica anatômica convencional , abrindo espaço para experiências fluidas e mutáveis.

A Garrafa de Klein, portanto, não é apenas um modelo matemático, mas uma metáfora potente para pensar o desejo, a sexuação e o corpo como um campo de passagem e não um espaço fixo .

Você gostaria de explorar mais alguma dessas direções?

MÓDULO 1 - Creatividad como solución

Creatividad como solución

CLASE 1: B1 / C3 + B1 / C1 + NT-02

CI-B1C3: Generalidades en Lacan

CI-B1C2: Posfreudianos

NT-02: El psicoanálisis en la era trans

Objetivo: mostrar cómo la creatividad es central en el análisis, desde la creatividad en la intervención en el significante, hasta la creación o reinvención del cuerpo

lo artístico y la creatividad en la obra de Lacan y en la sexuacion de cuerpo

Este módulo articula la creatividad como una dimensión esencial en la práctica psicoanalítica y en la constitución del cuerpo sexuado. Aquí algunos puntos clave para estructurarlo:


1. Creatividad en el análisis

  • El análisis como espacio de invención : el sujeto no encuentra un sentido preexistente, sino que construye nuevas significaciones a partir del trabajo con el significante.
  • Intervención en el significante : cómo un corte, un equívoco o un juego de palabras pueden producir un desplazamiento en la estructura del deseo.

Referencias:

  • Lacan, Seminario 23, El Sinthome: la escritura y el arte como modos de anudar el goce.
  • Freud, El chiste y su relación con el inconsciente: la creatividad en el uso del lenguaje.

2. Creatividad y cuerpo sexuado

  • La sexuación como proceso creativo : no hay un destino biológico fijo, sino que cada sujeto se posiciona en la estructura de la sexuation a partir de los significantes que lo atraviesan.
  • El cuerpo como construcción simbólica : más allá del organismo, el cuerpo es una creación del sujeto, como se ve en experiencias trans, performativas o artísticas.

Referencias:

  • Lacan, Seminario 20, Aún: el goce fuera del sentido y la invención en la sexuación.
  • Paul B. Preciado, Testo Junkie: el cuerpo como campo de experimentación tecnopolítica.

3. Arte, creación y psicoanálisis

  • La obra de arte como modelo del síntoma : el arte como un modo de hacer con el goce, de darle una forma sin resolverlo completamente.
  • El artista como un caso límite de invención subjetiva : Joyce en el Seminario 23, la escritura como forma de anudar el RSI.

Referencias:

  • Lacan, Seminario 7, La ética del psicoanálisis: el arte y la sublimación como solución al deseo.
  • Didi-Huberman, Lo que vemos, lo que nos mira: la imagen como un espacio de deseo y falta.

Este módulo se puede desarrollar combinando teoría, clínica y arte, mostrando cómo la creatividad es una vía para producir nuevas formas de existencia. ¿Quieres que profundicemos en algún aspecto en particular?

CLASE 2: B2 / C1 +T7

CI-B2C1: Ontología y Epistemología

NT-07: Transexualidad y sexuación

Objetivo: Explicar el uso de los tres registros por medio de la historicidad del arte y la producción del cuerpo

RSI: Campo de posibilidades entrelazado con un campo de estructuras, límites, resistencias

Diversidad de signos, instrumentos, cuerpos, géneros, textualidades, autorías, Judith Butler

CLASE 3

Historia del cuerpo y su moldeamiento por la cultura, de lo prehispánico a la modernidad

Aquí tienes una posible estructura para CLASE 2 y CLASE 3 , integrando la topología de los tres registros (RSI) con la historicidad del arte y la producción del cuerpo.


CLASE 2: Ontología, Epistemología y Sexuación Objetivo: Explicar el uso de los tres registros por medio de la historicidad del arte y la producción del cuerpo.1. RSI como campo de posibilidades y resistencias

  • Real : El goce como exceso irreductible, lo imposible de simbolizar en la experiencia del cuerpo.
  • Simbólico : La estructura del lenguaje y las normas que inscriben el cuerpo en el orden social.
  • Imaginario : La imagen del cuerpo y las identificaciones que lo moldean.

Ejemplo: La representación del cuerpo en diferentes épocas: del ideal clásico al cuerpo fragmentado en la modernidad.


2. Historicidad del arte y la producción del cuerpo

  • Cuerpos en el arte sacro y religioso : Inscripción del goce en lo divino (ídolos prehispánicos, cuerpos sagrados).
  • El cuerpo anatómico y su medicalización : Del Renacimiento a la Ilustración, el cuerpo como objeto de conocimiento.
  • Cuerpo trans y performatividad : Desafíos al binarismo a través del arte y la teoría queer.

Referencias:

  • Judith Butler, El género en disputa: el género como performance.
  • Paul B. Preciado, Testo Junkie: biopolítica y cuerpos trans.
  • Lacan, Seminario 20, Aún: lo fálico y el goce más allá del binario.

CLASE 3: Historia del cuerpo y su moldeamiento por la cultura Objetivo: Analizar la transformación del cuerpo en la cultura, desde lo prehispánico hasta la modernidad.1. Lo prehispánico: el cuerpo como signo de lo sagrado

  • Esculturas y códices que muestran cuerpos híbridos, animales y humanos.

  • Rituales de transformación corporal: escarificaciones, mutilaciones, sacrificios.

  • El cuerpo como medio de comunicación con lo divino.

Ejemplo: Los códices mexicas y mayas como textualidad del cuerpo.


2. La colonización y la medicalización del cuerpo

  • El cuerpo como territorio de disciplina y control: El paso de una concepción simbólica del cuerpo a una biologización moderna.
  • Censura y normatividad: La imposición del cristianismo y la persecución de prácticas corporales “desviadas”.

Ejemplo: La figura de la “mujer salvaje” en la colonia y la domesticación de los cuerpos.


3. La modernidad: del cuerpo mecánico al cuerpo mutante

  • Siglo XIX-XX: La industrialización y el cuerpo como máquina de producción.
  • Siglo XX-XXI: Ciberfeminismo y biotecnología: cuerpos expandidos, prótesis, hormonas, cyborgs.

Ejemplo: Orlan y el arte performático como reinscripción del cuerpo.


Ambas clases muestran cómo el cuerpo no es un dato fijo, sino un campo en constante transformación. ¿Te gustaría profundizar en algún punto o integrar más referencias?

Más referências

Aquí tienes más referencias que pueden enriquecer las clases, organizadas según los ejes que ya propusimos:


1. RSI y la producción del cuerpo

  • Lacan, Seminario 22, RSI – Explica cómo los tres registros se anudan y se tensionan, afectando la constitución del cuerpo y la subjetividad.
  • Éric Laurent, La batalla del autismo – Analiza la relación entre lo simbólico, lo imaginario y lo real en la clínica contemporánea.
  • Michel Foucault, Historia de la sexualidad – Examina cómo las tecnologías de poder producen cuerpos y subjetividades.

2. Arte e historicidad del cuerpo

  • Georges Didi-Huberman, Lo que vemos, lo que nos mira – Analiza cómo el arte no solo representa el cuerpo, sino que lo produce y lo deforma.
  • Hans Belting, Antropología de la imagen – Reflexiona sobre cómo el cuerpo y la imagen están entrelazados en la historia del arte.
  • Donna Haraway, Manifiesto Cyborg – Introduce la idea del cuerpo híbrido, tecnológico y en constante redefinición.

3. Cuerpo trans, performatividad y biopolítica

  • Judith Butler, Deshacer el género – Explora cómo la performatividad del género abre nuevas posibilidades para la subjetividad.
  • Paul B. Preciado, Pornotopía – Muestra cómo la arquitectura y los medios moldean la percepción del cuerpo y del deseo.
  • Beatriz Preciado, Testo Junkie – Reflexiona sobre el cuerpo trans como una experiencia de laboratorio biopolítico.

4. Historia del cuerpo y cultura

  • David Le Breton, Antropología del cuerpo y modernidad – Examina cómo distintas sociedades han concebido el cuerpo y su transformación.
  • Silvia Federici, Calibán y la bruja – Analiza la caza de brujas como un proceso de disciplinamiento del cuerpo femenino.
  • Maurice Merleau-Ponty, Fenomenología de la percepción – Explora el cuerpo como el punto de anclaje de la subjetividad en el mundo.

5. Cuerpo y resistencia en el arte contemporáneo

  • Orlan, Carnal Art – Manifiesto donde la artista explora cómo la cirugía y la modificación corporal pueden ser formas de arte.
  • Leo Bersani, El recto como lugar privilegiado – Reflexiona sobre cómo la sexualidad puede desestabilizar la noción de identidad.
  • Marilouise Kroker & Arthur Kroker, Body Invaders – Analiza cómo la tecnología está transformando la percepción del cuerpo.

Esta selección te permite conectar la psicoanálisis lacaniano con la historia del arte, la teoría queer y la biopolítica, enriqueciendo la discusión sobre el cuerpo como un campo de invención. ¿Quieres referencias más específicas en algún punto?

MÓDULO 2 - Vidas Precarias (Transexualidades/Sexualidades en el Cine)

Vidas Precarias

CLASE 1: doltó y el espejo, https://libros.uaem.mx/producto/la-imagen-del-cuerpo-en-el-arte-historia-y-teoria/ (investigacion sobre el cuerpo en el arte)

breve recorrido por la historia del arte, sus instrumentos, el cuerpo en el centro de la construcción

Diversidad de signos, instrumentos, cuerpos, Semiótica

NT-04: Consistencia de reemplazo de estructuras

CLASE 2 DS? + Schreber + CGI

https://libros.uam.es/uam/catalog/book/104

NT-03: Aclaración en Schreber

creaciones cinematográficas y sus representaciones

CLASE 3 CI-B3C3 + NT-07

CI-B3C3: Conjuntos y Topología

NT-07: Transexualidad y sexuación

los registros anudados a las expresiones del arte

Aquí tienes una estructura más detallada para el MÓDULO 2 - Vidas Precarias , integrando referencias, conceptos clave y líneas de análisis para cada clase.


MÓDULO 2 - Vidas Precarias (Transexualidades/Sexualidades en el Cine) Objetivo general:

Explorar la representación de las transexualidades y sexualidades en el cine, articulando las nociones de precariedad, imagen del cuerpo y consistencia de estructuras a partir del psicoanálisis, la historia del arte y la topología.


CLASE 1 - Dolto y el espejo: Historia del arte y el cuerpo 📌 Referencias clave:

  • Françoise Dolto, La imagen inconsciente del cuerpo
  • Jacques Lacan, El estadio del espejo

📌 Conceptos principales:

  • El cuerpo como construcción histórica y cultural : Desde la escultura clásica hasta el CGI (Computer-Generated Imagery).
  • El espejo y la imagen del cuerpo : La constitución del yo a través de la identificación imaginaria.
  • Diversidad de signos e instrumentos : ¿Cómo los cambios en la técnica han reconfigurado la representación del cuerpo?

🔎 Ejemplo cinematográfico:

  • Orlando (1992, Sally Potter): Una figura andrógina que atraviesa siglos de historia y cambia de género.
  • La piel que habito (2011, Pedro Almodóvar): La transformación del cuerpo como imposición y resistencia.

CLASE 2 - Schreber, CGI y la mutabilidad del cuerpo 📌 Referencias clave:

  • Memorias de un neurópata, Daniel Paul Schreber
  • Jacques Lacan, Seminario 3, Las psicosis

📌 Conceptos principales:

  • Precariedad y desmoronamiento del cuerpo : Schreber y la transformación del cuerpo en su delirio.
  • El CGI como estructura de reemplazo : ¿Hasta qué punto la virtualidad permite pensar nuevas consistencias del cuerpo?
  • El cuerpo en la psicosis vs. el cuerpo en la ficción : Cuando el cuerpo deja de ser unívoco y se vuelve una superficie de inscripción.

🔎 Ejemplo cinematográfico:

  • Under the Skin (2013, Jonathan Glazer): Un cuerpo alienígena en transformación.
  • Ghost in the Shell (1995, Mamoru Oshii): ¿Hasta qué punto la identidad depende del cuerpo biológico?

CLASE 3 - Conjuntos, topología y expresiones del arte 📌 Referencias clave:

  • Jacques Lacan, Seminario 9, La identificación (noción de la botella de Klein).

  • CI-B3C3: Conjuntos y Topología

  • NT-07: Transexualidad y sexuación

📌 Conceptos principales:

  • Cuerpos y espacios topológicos : El cine como un campo donde se exploran nuevas lógicas del cuerpo.
  • Los registros RSI en el arte : ¿Cómo se anuda lo real, lo simbólico y lo imaginario en el cine?
  • Identidad y transformación en la imagen fílmica : La topología del género en la pantalla.

🔎 Ejemplo cinematográfico:

  • Tomboy (2011, Céline Sciamma): La fluidez del género en la infancia.
  • The Matrix (1999, Wachowski): El cambio de identidad como pasaje de un espacio topológico a otro.

Preguntas para la discusión general del módulo:

  1. ¿Cómo las imágenes cinematográficas producen nuevas formas de corporeidad y sexualidad?

  2. ¿Qué tipo de topologías del cuerpo aparecen en el cine de CGI y en las narrativas trans?

  3. ¿Podemos pensar en una “consistencia” del cuerpo más allá del binarismo?


Este módulo articula psicoanálisis, historia del arte, cine y topología, conectando la precariedad del cuerpo con sus representaciones visuales. ¿Quieres agregar más referencias o desarrollar algún aspecto en particular?

MÓDULO 3 - límites del arte y otras posibles soluciones

límites del arte y otras posibles soluciones

Sobre el reconocimiento, instituciones y sujetos a través del arte, problema de la alienación y separación

CLASE 1: CI-B3C3 +CI-B4C2+CI-B2C3

CI-B3C3: Conjuntos y Topología

CI-B4C2: Superficies Topológicas

CI-B2C3: Significante y Gozo

Objetivo: estructuras en el lenguaje y sofistica, alienación y separación, de la demanda al deseo

CLASE 2: ES-02, NT-06

ES-02: La fenomenología del espíritu, Hegel

NT-06: Los nudos del amor y el goce

CLASE 3: mito de salud mental y sujeto y lo criminal

Foucault, El nacimiento de la clínica, Vigiar e punir

Aquí tienes un desarrollo detallado para el MÓDULO 3 - Límites del arte y otras posibles soluciones , integrando referencias clave y líneas de análisis.


MÓDULO 3 - Límites del arte y otras posibles soluciones Objetivo general:

Explorar cómo el arte pone en crisis los límites de la subjetividad, las instituciones y el reconocimiento. Se abordará la problemática de la alienación y la separación en el lenguaje, el deseo y la política del cuerpo.


CLASE 1 - Lenguaje, topología y deseo 📌 Referencias clave:

  • Jacques Lacan, Seminario 11, Los cuatro conceptos fundamentales del psicoanálisis (alienación y separación).

  • CI-B3C3: Conjuntos y Topología.

  • CI-B4C2: Superficies Topológicas (bandas de Moebius y botella de Klein como modelos de subjetividad).

  • CI-B2C3: Significante y Gozo.

📌 Conceptos principales:

  • La estructura del lenguaje y el deseo : Del significante a la topología del goce.
  • Alienación y separación : El sujeto como atrapado en una estructura que lo precede.
  • El arte como solución topológica : ¿Cómo el cine y la literatura logran formalizar el goce y el deseo?

🔎 Ejemplo cinematográfico y artístico:

  • Eraserhead (1977, David Lynch): Alienación y lo informe en el cuerpo y el deseo.
  • Francis Bacon : Pintura como deformación del cuerpo más allá del esquema figurativo.

CLASE 2 - Reconocimiento, amor y goce 📌 Referencias clave:

  • ES-02: La fenomenología del espíritu, Hegel (la dialéctica del amo y el esclavo).
  • NT-06: Los nudos del amor y el goce.
  • Jacques Lacan, Seminario 20, Aún (relación entre amor y goce).

📌 Conceptos principales:

  • El problema del reconocimiento : ¿Cómo el arte interviene en la dialéctica del amo y el esclavo?
  • Los nudos entre amor, goce y lenguaje : Lo imposible del amor y sus límites.
  • ¿Qué quiere el Otro? : Del deseo al goce como horizonte del arte y la subjetividad.

🔎 Ejemplo cinematográfico y literario:

  • Her (2013, Spike Jonze): El amor como experiencia de separación y mutación del sujeto.
  • Simone Weil, La gravedad y la gracia : El amor como desapego radical.

CLASE 3 - El mito de la salud mental, el sujeto y lo criminal 📌 Referencias clave:

  • Michel Foucault, El nacimiento de la clínica.
  • Michel Foucault, Vigilar y castigar.
  • Thomas Szasz, El mito de la enfermedad mental.
  • Jacques Lacan, Seminario 17, El reverso del psicoanálisis (el discurso del amo y el lazo social).

📌 Conceptos principales:

  • La salud mental como construcción política : ¿Qué cuerpos y deseos se patologizan?
  • El crimen y la locura : La institución psiquiátrica y el poder sobre el sujeto.
  • El arte como forma de resistencia : Creación, transgresión y subjetivación.

🔎 Ejemplo cinematográfico y cultural:

  • A Clockwork Orange (1971, Stanley Kubrick): La violencia institucionalizada y el control del deseo.
  • La obra de Antonin Artaud : Cuerpo, delirio y creación en la frontera de la locura.

Preguntas para la discusión general del módulo:

  1. ¿Cómo el arte enfrenta los límites del reconocimiento y de la subjetividad?

  2. ¿De qué manera el goce y el deseo se organizan en el lenguaje y en la topología del sujeto?

  3. ¿Qué lugar ocupa el arte en la resistencia contra la normalización psiquiátrica y social?


Este módulo articula psicoanálisis, filosofía, arte y política, explorando los límites del sujeto y las soluciones posibles a través del arte. ¿Quieres ajustar o ampliar algún punto?

MÓDULO 4 final - Ontología del cuerpo, sexualidad y psicoanálisis

Ontología del cuerpo, sexualidad y psicoanálisis

CLASE 1: CI-B2C1 + CI-B4C2+ mito de la salud mental + NT-07

CI-B2C1: Ontología y Epistemología

CI-B4C2: Superficies Topológicas

NT-07: Transexualidad y sexuación

Objetivo: Transmitir la filosofía de la ciencia en psicoanálisis que permite un análisis del cuerpo como acontecimiento y producción de discursos

CLASE 2: CI-B4C2: Superficies Topológicas +CI-B4C3: Técnica Analítica

Uso de la topología para mostrar la ontología inmanente y la lógica no clásica

El fantasma y su atravesamiento, la lógica del análisis

CLASE 3: ES-08, NT-07 +CI-B4C2: Superficies Topológicas

ES-08: Máquinas deseantes, esquizofrenia y psicoanálisis, Deleuze y Guattari

NT-07: Transexualidad y sexuación

El ejercicio del deseo

Aquí tienes el desarrollo detallado del MÓDULO 4 - Ontología del cuerpo, sexualidad y psicoanálisis , con referencias y líneas de análisis estructuradas.


MÓDULO 4 - Ontología del cuerpo, sexualidad y psicoanálisis Objetivo general:

Examinar el cuerpo desde una perspectiva ontológica y psicoanalítica, abordando la producción discursiva del cuerpo, la sexualidad y el deseo a través de la topología, la epistemología y la lógica del análisis.


CLASE 1 - El cuerpo como acontecimiento y producción de discursos 📌 Referencias clave:

  • CI-B2C1: Ontología y Epistemología → Filosofía de la ciencia en psicoanálisis.
  • CI-B4C2: Superficies Topológicas → Modelos topológicos del cuerpo.
  • NT-07: Transexualidad y sexuación → La producción del cuerpo en el discurso.
  • Foucault, Historia de la sexualidad → Discurso, biopolítica y producción del cuerpo.

📌 Conceptos principales:

  • El cuerpo en la filosofía de la ciencia : Más allá del dualismo cartesiano, el cuerpo como un acontecimiento en el discurso.
  • Producción discursiva del cuerpo : Del discurso médico al psicoanalítico.
  • Topología y cuerpo : ¿Cómo las superficies topológicas ofrecen modelos para pensar la sexuación?

🔎 Ejemplo cinematográfico y cultural:

  • Orlando (1992, Sally Potter): El cuerpo transhistórico como acontecimiento.
  • Paul B. Preciado, Testo Yonqui : Producción de subjetividad y discursos biomédicos.

CLASE 2 - La lógica del análisis y el atravesamiento del fantasma 📌 Referencias clave:

  • CI-B4C2: Superficies Topológicas → Lógica de la inmanencia en la topología.
  • CI-B4C3: Técnica Analítica → La estructura del análisis y el deseo.
  • Jacques Lacan, Seminario 14, La lógica del fantasma → El fantasma como matriz del deseo.
  • Gilles Deleuze, Lógica del sentido → Lógica no clásica y multiplicidad del deseo.

📌 Conceptos principales:

  • La topología del deseo : ¿Cómo las superficies topológicas modelan la estructura del sujeto?
  • La lógica no clásica del análisis : Más allá de Aristóteles, la lógica modal y borromea.
  • El atravesamiento del fantasma : De la estructura a la contingencia del deseo.

🔎 Ejemplo cinematográfico y literario:

  • Mulholland Drive (2001, David Lynch): El fantasma y sus múltiples versiones.
  • Hélène Cixous, Risa de la medusa : Escritura y deseo femenino más allá de la lógica binaria.

CLASE 3 - Máquinas deseantes y el ejercicio del deseo 📌 Referencias clave:

  • ES-08: Máquinas deseantes, esquizofrenia y psicoanálisis, Deleuze y Guattari → El deseo como proceso de producción.
  • NT-07: Transexualidad y sexuación → La sexuación como ejercicio del deseo.
  • CI-B4C2: Superficies Topológicas → El deseo como campo no totalizable.
  • Jacques Lacan, Seminario 20, Aún → Goce femenino y lógicas de lo infinito.

📌 Conceptos principales:

  • El deseo como máquina productiva : Más allá de la falta, el deseo como proliferación.
  • Sexuación y topología : ¿Cómo los nudos y las superficies explican las posiciones sexuadas?
  • El goce fuera del falo : Lógicas infinitas en la subjetividad trans y femenina.

🔎 Ejemplo cinematográfico y cultural:

  • Titane (2021, Julia Ducournau): Cuerpos híbridos y deseo inorgánico.
  • Beatriz Preciado, Manifiesto contrasexual : Producción de nuevos regímenes de deseo.

Preguntas para la discusión final del módulo:

  1. ¿Cómo se construye ontológicamente el cuerpo en psicoanálisis?

  2. ¿Qué rol juegan las superficies topológicas en la comprensión de la sexualidad?

  3. ¿De qué manera la lógica del análisis permite repensar el deseo más allá de la falta?


Este módulo articula filosofía, psicoanálisis, topología y teoría del deseo, explorando cómo el cuerpo se produce y se transforma en el discurso. ¿Quieres ajustar o desarrollar algún punto en más detalle?

Mas referências

Aquí tienes más referencias clave para el MÓDULO 4 - Ontología del cuerpo, sexualidad y psicoanálisis , organizadas por área de enfoque:


1️⃣ Ontología del cuerpo y producción discursiva 📚 Referencias filosóficas y psicoanalíticas:

  • Michel Foucault, El nacimiento de la clínica → La construcción del cuerpo en el discurso médico.
  • Michel Foucault, Historia de la sexualidad, vol. 1 → Biopolítica, dispositivos de sexualidad y cuerpo.
  • Maurice Merleau-Ponty, Fenomenología de la percepción → El cuerpo como experiencia vivida, no solo objeto.
  • Judith Butler, Cuerpos que importan → La materialización del cuerpo en el lenguaje.
  • Jean-Luc Nancy, Corpus → Desarticulación de la unidad cuerpo-sujeto.
  • Paul B. Preciado, Testo Yonqui → Tecnologías farmacopornográficas y la construcción del cuerpo.
  • David Le Breton, Antropología del cuerpo y modernidad → Transformaciones culturales del cuerpo.
  • Françoise Dolto, La imagen inconsciente del cuerpo → Imagen corporal y estructuración psíquica.

📽 Ejemplos cinematográficos y artísticos:

  • Orlando (1992, Sally Potter) → Cuerpo transhistórico y transformación.
  • La piel que habito (2011, Pedro Almodóvar) → Producción forzada del cuerpo.
  • Metropolis (1927, Fritz Lang) → El cuerpo-máquina y el deseo tecnificado.
  • Cindy Sherman, Untitled Film Stills → Performance del cuerpo femenino en la imagen.

2️⃣ Topología, lógica del análisis y sexuación 📚 Referencias lacanianas y matemáticas:

  • Jacques Lacan, Seminario 14, La lógica del fantasma → La estructura del fantasma y la repetición.
  • Jacques Lacan, Seminario 18, De un discurso que no fuera del semblante → Topología del discurso.
  • Jacques Lacan, Seminario 20, Aún → Goce femenino y sexuación.
  • Jean-Claude Milner, El amor por la lengua → Lógica y lenguaje en Lacan.
  • Alain Badiou, El ser y el acontecimiento → Ontología matemática y subjetivación.
  • René Thom, Estabilidad estructural y morfogénesis → Modelos matemáticos de transformación.

📽 Ejemplos visuales y teóricos:

  • Mulholland Drive (2001, David Lynch) → Fantasma y multiplicidad de realidades.
  • Possession (1981, Andrzej Żuławski) → La otredad en el cuerpo y el deseo.
  • Esquema óptico de Lacan → Imagen del cuerpo en el espejo y en la mirada del Otro.

3️⃣ Deseo, máquinas deseantes y lo posthumano 📚 Referencias de Deleuze, Guattari y ciberteoría:

  • Gilles Deleuze & Félix Guattari, Anti-Edipo → Producción de deseo y esquizofrenia.
  • Gilles Deleuze & Félix Guattari, Mil mesetas → Cuerpos sin órganos y rizomas.
  • Katherine Hayles, How We Became Posthuman → Cuerpo, información y subjetividad digital.
  • Rosi Braidotti, El posthumano → Más allá del humanismo en el pensamiento contemporáneo.
  • Mark Fisher, Realismo capitalista → Deseo y estructura social en la cultura.

📽 Ejemplos culturales y cinematográficos:

  • Titane (2021, Julia Ducournau) → Fusión de lo humano con la máquina.
  • Ghost in the Shell (1995, Mamoru Oshii) → Identidad en cuerpos digitalizados.
  • eXistenZ (1999, David Cronenberg) → El cuerpo como extensión tecnológica del deseo.

Estas referencias fortalecen el análisis del cuerpo, la ontología, la topología, la sexuación y el deseo dentro del módulo. ¿Quieres profundizar en alguna línea en particular?

Foucault lido como Lacan RSI, da passagem da punição e transformação do corpo ao panopticon e timetables, disciplina da alma

Ler Foucault através de Lacan e seu esquema RSI (Real, Simbólico e Imaginário) nos permite mapear como ocorre a transformação da punição do corpo para a disciplina da alma dentro das formações discursivas do poder.1️⃣ Do Suplício à Disciplina: A Mutação do Real no Corpo Em Vigiar e Punir, Foucault descreve a passagem de um regime de punição baseado no suplício (castigo físico, espetacular e visível) para um regime de disciplina , onde o corpo se torna objeto de um controle minucioso. Essa mudança pode ser lida dentro do Real Lacaniano , no sentido de que:

  • O corpo supliciado representa um real excessivo , sem inscrição plena no Simbólico, onde o poder atua diretamente sobre a carne, sem mediação.
  • Com o tempo, a punição deixa de ser aplicada sobre o corpo físico e passa a infiltrar-se na linguagem e nos dispositivos simbólicos do poder.

Essa passagem equivale ao que Lacan descreve como a queda do Nome-do-Pai tradicional e a ascensão de um poder mais difuso, não centralizado, que opera na disciplina e no controle.


2️⃣ O Panóptico e o Simbólico: O Olhar que Organiza Foucault descreve a transição do castigo físico para o Panóptico , um sistema de vigilância em que o olhar do poder não precisa estar presente, pois os sujeitos incorporam a disciplina e se vigiam a si mesmos .

  • No esquema RSI , o Panóptico está no Simbólico , pois o sujeito se constitui na e pela estrutura da linguagem .
  • O poder panóptico não precisa ser visto para operar. Ele age como um significante-mestre (S1) que ordena a subjetividade.
  • O sujeito disciplinado acredita que há um olhar permanente sobre ele, mas este olhar é uma função simbólica e não mais um corpo real que impõe castigos físicos .

Esse deslocamento do poder do corpo ao olhar pode ser lido dentro da lógica lacaniana do objeto a : o olhar se torna uma instância que captura o sujeito e o insere na economia do desejo e da submissão.


3️⃣ Os Timetables e o Imaginário: A Fabricação da Subjetividade A disciplina do corpo não se dá apenas pelo olhar do Panóptico , mas também pela organização temporal da vida . Os timetables (horários rígidos, organização do tempo escolar, fabril e militar) são o lado imaginário da disciplina.

  • Aqui, o Imaginário estrutura a experiência do sujeito como um eu que se ajusta à ordem social .
  • Os horários, os exames e as avaliações constantes produzem um sujeito que se percebe como disciplinado e produtivo.

  • O sujeito entra no jogo da alienação, identificando-se com as expectativas do Outro sem perceber o que há de estrutural nessa organização.

O sujeito disciplinado interioriza o olhar do Outro e se identifica com ele , criando uma fantasia de autonomia , quando na verdade está capturado por uma rede de significantes e discursos normativos .


4️⃣ A Disciplina da Alma como Gozo: O “Sucesso” do Poder Foucault conclui que a disciplina do corpo gera, no final, uma disciplina da alma . A punição visível desaparece, mas a normatividade se torna tão internalizada que o próprio sujeito goza da sua submissão .

  • Em Lacan, isso equivale ao gozo do Supereu , que não ordena apenas “faça X”, mas sim “goza fazendo X” .
  • O sujeito disciplinado não apenas segue as normas, mas sente prazer e culpa em obedecê-las ou transgredi-las .

A disciplina moderna não precisa mais de tortura física: ela se infiltra no desejo e no gozo do sujeito, organizando-o desde dentro.


Conclusão: O Sujeito Disciplinado e a Estrutura RSI Podemos então traçar o percurso da disciplina como um movimento dentro da estrutura RSI :

  1. Real (R) → O corpo é punido diretamente, sem mediação. O poder se manifesta na materialidade do sofrimento físico.
  1. Simbólico (S) → O poder se organiza em estruturas discursivas (leis, normas, o olhar panóptico), deslocando a punição do corpo para a ordem dos significantes.
  1. Imaginário (I) → O sujeito se identifica com as normas, organizando sua subjetividade de acordo com a disciplina, incorporando-a como um “eu ideal”.

Assim, Foucault lido via Lacan mostra que a disciplina moderna não apenas controla corpos, mas modela subjetividades , atravessando os três registros de forma anudada.

Obras de Foucault

Aqui está uma lista das principais obras de Michel Foucault, organizadas por temas que dialogam com seu pensamento sobre poder, saber, subjetividade e biopolítica:


I. Arqueologia do Saber e Epistemologia

  1. História da Loucura na Idade Clássica (1961) – Analisa a mudança na percepção da loucura, do Renascimento à modernidade, mostrando como a exclusão do louco é um processo discursivo.
  1. O Nascimento da Clínica (1963) – Explora como o saber médico se estrutura a partir de um novo olhar clínico no século XVIII.
  1. As Palavras e as Coisas (1966) – Examina as mudanças nas “epistemes” que organizam o saber ao longo da história.
  1. A Arqueologia do Saber (1969) – Sistematiza seu método arqueológico para estudar a história das ideias e do conhecimento.

II. Poder, Disciplina e Controle

  1. Vigiar e Punir: O Nascimento da Prisão (1975) – Investiga como o poder disciplinar substituiu o suplício e instaurou o modelo panóptico.
  1. Segurança, Território, População (1977-78) – Curso no Collège de France sobre o governo das populações e o conceito de biopolítica.
  1. Nascimento da Biopolítica (1978-79) – Desenvolve sua crítica ao neoliberalismo como uma forma de governo dos corpos e da economia.

III. Sexualidade e Subjetivação

  1. História da Sexualidade, Vol. 1: A Vontade de Saber (1976) – Introduz a noção de biopolítica e mostra como o discurso sobre a sexualidade é um mecanismo de poder.
  1. História da Sexualidade, Vol. 2: O Uso dos Prazeres (1984) – Analisa a sexualidade na Grécia Antiga e a ética do cuidado de si.
  1. História da Sexualidade, Vol. 3: O Cuidado de Si (1984) – Explora a subjetivação da sexualidade na Roma Antiga.
  1. História da Sexualidade, Vol. 4: As Confissões da Carne (publicado postumamente, 2018) – Discute a construção da sexualidade no cristianismo primitivo.

IV. Ética, Governo de Si e Produção de Subjetividade

  1. Ditos e Escritos (1969-1984) – Coletânea de entrevistas, conferências e artigos sobre poder, saber e subjetividade.
  1. A Hermenêutica do Sujeito (1981-82) – Curso no Collège de France sobre práticas filosóficas antigas e a constituição do sujeito.
  1. O Governo de Si e dos Outros (1983) – Analisa o conceito de parresía (dizer verdadeiro) e sua relação com a ética e a política.

Se você busca referências mais específicas para algum tema, posso sugerir leituras mais direcionadas.

Análise Foucault-lacan

Prazeres do corpo: sexo, carne, toxicomania, turismo, arte

Prazeres da alma: matemática, poesia, literatura, código de computação

A relação entre Foucault e Lacan pode ser analisada a partir de como ambos concebem o prazer, o corpo e a subjetividade. Se pensarmos nos prazeres do corpo (sexo, carne, toxicomania, turismo, arte) e nos prazeres da alma (matemática, poesia, literatura, código de computação), podemos traçar um paralelo entre o poder e o gozo (jouissance) em Lacan e a biopolítica e a ética do cuidado de si em Foucault.


1. O Corpo e o Poder: Biopolítica e Gozo Foucault descreve como o poder disciplina o corpo (timetables, panopticon, biopolítica), mas também como ele pode ser um espaço de resistência e experimentação , especialmente nos prazeres sexuais, tóxicos e estéticos . Para Lacan, o gozo não se limita ao prazer: ele é sempre excessivo, além do princípio do prazer . O corpo em Lacan é um campo de inscrições simbólicas e topológicas , e seu gozo pode ser fálico (localizável, regulado pela linguagem) ou Outro (excessivo, fora da norma, como no gozo feminino ou toxicômano) .✦ Sexo e Carne → Para Foucault, a sexualidade é um dispositivo de poder. Para Lacan, a sexualidade é atravessada pela falta e estruturada pelo significante, sempre em relação ao não-todo .

Toxicomania → Foucault vê o uso de drogas como uma prática limite, um exercício de liberdade e risco. Para Lacan, pode ser uma tentativa de fugir do desejo, do Nome-do-Pai, da falta .

Turismo → Foucault, em sua noção de “heterotopias”, poderia ver o turismo como uma experiência de deslocamento que permite novos modos de subjetivação. Para Lacan, a busca por novos lugares pode expressar um desejo de completude impossível , sempre frustrado.

Arte → Em Foucault, a arte pode ser uma forma de resistência e reinvenção de si. Em Lacan, ela está ligada ao objeto a , à falta e ao desejo, como um campo onde o real se inscreve.


2. O Prazer da Alma e o Saber Aqui, os dois autores se cruzam fortemente. Foucault, no final da vida, trabalha com a ideia do cuidado de si , uma estética da existência baseada no saber e na ética. Lacan, com seu conceito de saber como gozo , vê na matemática, na poesia e no código formas de organização do gozo fora do sentido comum.✦ Matemática → Para Lacan, a matemática é um saber que toca o real, pois não passa pela significação comum. O próprio RSI e os esquemas topológicos são tentativas de formalizar esse real. Para Foucault, a matemática pertence a uma arqueologia do saber que disciplina, mas que pode ser usada como estratégia de reinvenção.

Poesia e Literatura → Para Foucault, a literatura pode ser um campo de resistência e uma forma de liberdade discursiva. Para Lacan, é um campo onde a estrutura da linguagem se mostra em sua face mais radical, tocando o real.

Código de Computação → Um saber formalizado e estrutural, que se aproxima da matemática. Em Lacan, poderia ser visto como uma forma de escrita do real, um novo campo do simbólico. Em Foucault, poderia ser entendido como um novo regime de poder-saber, controlando e modificando subjetividades.


Conclusão: O Corpo como Território do Poder e do Desejo Lacan e Foucault concordam que o corpo não é “natural”, mas sim produzido pelo discurso e pelo poder . Em Foucault, o corpo é regulado, normalizado ou reinventado através de tecnologias do eu. Em Lacan, o corpo é um campo de gozo, atravessado pelo simbólico e pelo real, e nunca totalmente domesticável.Se os prazeres do corpo são experimentações limítrofes com o gozo e a biopolítica, os prazeres da alma são formas de organizar, simbolizar e tocar o real. Ambos, no entanto, são práticas de subjetivação , atravessadas pela falta e pela contingência.